sexta-feira, 27 de março de 2009

ROBERTO ROMANELLI MAIA


NOSSOS CORPOS
E AS NOSSAS ALMAS
SE ENCONTRARAM
ROBERTO ROMANELLI MAIA

Sim, os nossos corpos e as nossas almas
se encontraram...
Se uniram e se reuniram...
Se integraram...
Se amaram...
Como nunca haviam feito...
Nem sentido...
Num encontro de rara magia,
carinho e sensibilidade...
Atração e desejo...
Mútuo e infinito prazer...
E mas que isso paixão e amor...
Num sentimento indescritível...
Impossível de descrever e de revelar...
Sim, somos amantes mas somos, também,
cúmplices e amigos...
E somos o que devemos ser um para o outro...
Sem fronteiras nem limites para o que vivemos
e sentimos...
E quando juntos ou separados nada muda...
Porque está sempre presente o amor...
E a felicidade vive dentro de cada um de nós !

quarta-feira, 25 de março de 2009

POSSE NA ACADEMIA DE LETRAS DO BRASIL


Posse de MÁRCIA SANCHEZ LUZ na Academia de Letras do Brasil
É a primeira vez que sou empossada em uma Academia de Letras, motivo de felicidade e de júbilo para mim, por considerar muito importante o reconhecimento do esforço, dedicação e amor que uma escritora possui pelo seu ofício. Estou certa de que todos os meus amigos vibrarão comigo e por isso quero compartilhar este instante de extrema alegria com eles e com todos os que sabem avaliar o valor de um momento como este na vida de alguém que ama e se dedica à Literatura Brasileira.
Defesa:
Apresentamos e defendemos, junto aos escritores Membros da Academia de Letras do Brasil, a Imortal Escritora Márcia Sanchez Luz. Por força e mérito de sua expressão literária, após profundas investigações, curvamo-nos ao seu talento e irrefutável arte literária. Sua escrita é digna de representar com excelência a literatura brasileira. (Mário Carabajal).

terça-feira, 24 de março de 2009

GRAZIELA MELO


AS DORES (Poema)
Graziela Melo

As dores

Mais tristes

Do mundo




Não há

Coração

Que não sinta


Um triste

Momento

Na vida



O olhar

De uma

Criança

Faminta!

segunda-feira, 23 de março de 2009

A CORRUPÇÃO,AFINAL,AMPLA E E GERAL


A corrupção, afinal, ampla e geralJosé NêumanneAs denúncias do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), primeiro em entrevista à Veja e depois em discurso na tribuna do Senado, não trouxeram novidades de monta: qualquer brasileiro medianamente informado sabe (e sempre soube) que a corrupção campeia na gestão pública brasileira. E que o partido do parlamentar está longe de ficar acima de qualquer suspeita nesse particular. No entanto, elas representam um divisor de águas na política brasileira, não pelo impacto que produziram, mas pela demonstração, na prática, de que a banalização do furto qualificado dos agentes públicos não desperta mais a ira de ninguém, nem sequer a falsa indignação dos acusados. Antes de Jarbas Vasconcelos (AJV), o gestor público acusado fazia um escarcéu, ameaçava processar o denunciante na Justiça e contava com a ineficiência e a lerdeza desta para deixar o escândalo esfriar até fenecer. Agora a acusação já nasce morta, na base de "isso não é comigo", "e daí, e daí?" ou, então, "sou, mas quem não é?"Já vão muito longe os tempos do moralismo udenista. Consta do anedotário político o aparte do getulista conhecido pela liberalidade com que lidava com os recursos públicos em proveito próprio a um discurso do colega deputado Carlos Lacerda na Câmara: "Vossa Excelência é um ladrão da honra alheia", disse. E o tribuno rebateu na hora: "Então, fique tranquilo, pois nada tenho a roubar de Vossa Excelência." Hoje a honra não vale nem sequer como falso argumento de palanque. Pois o eleitor reelegeu com ampla margem um governo que institucionalizou a compra do apoio parlamentar no Congresso por um esquema descrito em detalhes pelo ex-deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ) no livro Nervos de Aço. Este caiu no esquecimento, assim como o escândalo do "mensalão", nele descrito, sob o falso argumento de que o autor não era também uma flor que se cheirasse. Se isso fosse verdade, a delação premiada não faria tanto sucesso lá fora e aqui mesmo, onde acaba de levar para a cadeia uma tenente-coronel da Polícia Militar de São Paulo. Até por escrever com conhecimento de causa, Roberto Jefferson deveria ter sido lido e levado em consideração.
Pior é que se foi também o tempo em que o falso moralismo da esquerda interessada no que restava de decoro no inconsciente coletivo do eleitorado nacional pelo menos forçava os governantes a tomarem um mínimo de cuidado na manipulação do orçamento. Caiu no buraco negro da insensibilidade moral generalizada a lição dada pelo juiz da 17.ª Vara Federal de Brasília, Moacir Ramos, na sentença em que inocentou a cúpula do setor de telecomunicações do governo tucano anterior da "corrupção grossa" na privatização das telefônicas de que foi acusada há 11 anos por líderes do PT e da CUT. O magistrado inocentou o ex-ministro das Comunicações Luiz Carlos Mendonça de Barros, o ex-presidente do BNDES André Lara Rezende, o ex-diretor do mesmo banco José Pio Borges e o ex-presidente da Anatel Renato Guerreiro - afastados do governo pelo chefe de então, Fernando Henrique Cardoso. O juiz também perguntou, referindo-se aos acusadores Aloizio Mercadante, Vicente Paulo da Silva, Ricardo Berzoini e João Vaccari Neto, do PT e da CUT: "Se havia preocupação com a apuração dos fatos, por que esses nobres políticos não interferiram junto ao governo atual para que fosse feita a investigação das sérias denúncias que apontaram na representação que fizeram ao Ministério Público?" Não consta que algum deles tenha respondido.
Talvez seja exagerado sentir saudades daquele tempo em que um presidente da República demitia auxiliares de confiança, não por havê-la perdido, mas apenas para ser fiel ao velho preceito da Roma antiga segundo o qual o gestor do patrimônio coletivo deve ser tratado com o mesmo rigor que César dispensou à própria mulher: "Não basta ser honesto, é preciso parecer honesto." Mas é útil e lícito lamentar que o falso moralista de ontem se tenha transformado, como parte do PT se transformou, em usuário comodista da lerdeza do Judiciário, a pretexto de recorrer, de forma desavergonhada, ao conceito também romano do benefício da dúvida para o acusado por algum delito.Exemplar nesse sentido é o apoio que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem insinuado ao deputado Antonio Palocci (PT-SP) na campanha de 2010 para o governo do maior Estado da Federação. Premido a demiti-lo do Ministério da Fazenda por este ter sido acusado de alguns crimes, entre os quais a quebra do sigilo bancário de um caseiro que o havia visto frequentando uma luxuosa casa suspeita, o chefe do governo conta com a magnanimidade do Supremo Tribunal Federal para lançá-lo ao segundo posto de maior poder na República. Foi isso, pelo menos, que ficou claro na declaração a respeito dada por outra pretendente ao posto, a ex-prefeita da capital Marta Suplicy. Com o mesmo pragmatismo com que se livrou de seu czar econômico, pondo no lugar dele um companheiro muito menos capaz, Lula agora vê nele o nome ideal para governar o Estado de São Paulo.De volta a nosso divisor de águas, Jarbas Vasconcelos, a explicação para tudo isso aí pode estar na conclusão com a qual ele resumiu sua recente contribuição à constatação da amoralidade generalizada vivida no Brasil. "A impunidade estimula a corrupção", disse o senador, para quem a falta de punição gera mais e novas irregularidades. "Se o governador, o senador e o deputado são corruptos e nada acontece, as pessoas logo pensam que também podem fazer corrupção." E quem não gosta de uma corrupçãozinha? Parece que chegamos à realização da profecia de Sérgio Porto, o Stanislaw Ponte Preta: "Ou nos locupletemos todos ou restaure-se a moralidade."
Como não há restauração de moralidade à vista, nem prevista, tudo indica que chegamos, afinal, à democratização da corrupção que agora agora virou ampla e geral, embora ainda restrita.
José Nêumanne, jornalista e escritor, é editorialista do Jornal da Tarde
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090318/not_imp340661,0.php

ECOLOGIA MUNDIAL


ECOLOGIA MUNDIAL
® Roseli Busmair

Germina acaso a semente,
adida por força divina,
imantada de energia,
varzeando rios, somente

Ou nasce do alento eterno
do sêmen, átomo fecundo
originando a eclosão latente,
perpetuando a vida no mundo?!

A natureza se traduz na vida!
Desde o cósmico universal mutante
às profundezas das crostas terrestres,
a Terra vagueia, ordenadamente

E, busca o Homem - 'espírito vivente',
claras respostas estudando o grão,
que semeado em qualquer solo
se consolida, formando embrião!

Da pedra bruta vem, rasgando a Terra,
nascentes gotas d'águas cristalinas
se aflorando por todo o Planeta
em milagrosos rios, cascatas e minas!

Também o grão e a vida precedem
do líquido viváz, a água abençoada!
Que compõe todo o corpo material
em sua quase que totalidade.
A natureza não tem explicação!!!
Ao Homem cabe saber interpretar
a vida com humildade e gratidão,
na grandiosa manifestação do Criador

Ao preservar pura a água sem macular a esfera,
perpetuando a unicidade vital:
- Jamais permitamos se transforme a Terra
num inanimado mundo espectral !!!

Homenagem ao Dia Mundial da Água -
22 de Março de 2009
busmair@ig.com.br

CRISTIANE GRANDO


8ª bienal internacional do livro do ceará
O Centro Cultural Brasil-República Dominicana e os Centros de Estudos Brasileiros (CEBs)
Cristiane Grando Desde setembro de 2008, os Centros de Estudos Brasileiros (CEBs) passaram a ser chamados Centros Culturais. De acordo com instruções enviadas pelo Ministério das Relações Exteriores,
“tradicionalmente os Centros de Estudos Brasileiros (CEBs) focalizavam prioritariamente suas atividades no ensino da língua portuguesa. Ao longo dos últimos anos, essas atividades têm-se intensificado e expandido passando a abarcar também a divulgação da cultura brasileira nas suas diversas manifestações. A denominação ‘Centro de Estudos’ deixou, assim, de alcançar conceitualmente a ampla esfera de atuação dessas unidades. Hoje os CEBs oferecem sessões de cinema, exibições de dança e capoeira, encontros gastronômicos, mostras de artes plásticas, cênicas e fotografia, e concertos musicais, muito além da promoção da língua portuguesa. Ademais, promovem a divulgação de manifestações artísticas e culturais locais, tendo se transformado em genuínos centros culturais. Justifica-se, assim, fazer refletir em sua denominação essa nova realidade. A partir de agora, os CEBs passarão a intitular-se ‘Centro Cultural Brasil-XXX (nome do país)’.” maioree informes com cristiane grando: crisgrando@yahoo.com.br

sexta-feira, 20 de março de 2009

ARNALDO BAPTISTA


Entre 1968 y 1974, el pop concreto de Os Mutantes surgió de la burbuja tropicalista para instalarse como la banda de rock brasileño, combinando la alegría beatle con la psicodelia, las formas musicales de vanguardia y la antropofagia de sonidos locales. Su debacle coincidió con la del matrimonio entre Arnaldo Baptista y Rita Lee; en los años siguientes, la cantante del grupo iría derivando hacia el pop consagrándose como solista, mientras la carrera de Arnaldo –principal compositor mutante– iba en sentido inverso, hacia la depresión y el fracaso. La ausencia de Rita se convierte en cifra vital para Arnaldo y también para este documental, donde todos menos ella repasan una historia desequilibrada y alucinógena. Recién en los '90, gente como Kurt Cobain o Sean Lennon –que también aparecen en el film–, ayudarían a poner a la banda en el lugar que merece. El propio Baptista ayuda al racconto con pinturas hechas para la ocasión, y si la intensidad de otras épocas ya no está presente, sí aparece la ingenuidad que hizo de su figura el equivalente paulista de Brian Wilson.
FONTE www.bafic.gov.ar/argentina/enviado por LUCINHA E ARNALDO