quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

TANIA TAVARES


Aptidão

A cada dia que passa, fica patente no governo Lula, que vários ministros não estão preparados para os cargos que ocupam, ao confundirem fanatísmo ideológico de esquerda como profissionalismo, que situações vivenciadas necessitam.
O resultado disto são as situações como: Batistti, Honduras, Ahmadinejad,Sean,Daniel Dantas, Apagão,Anistia, Confecom, Enem, etc... que vão tirando a credibilidade do País à medida que nos conhecem, tanto aqui como lá fora.
Espero que 2010 não seja de campanhas mentirosas e requentadas, apenas para defender esta ideologia e seus cargos. Feliz Ano Novo!!!

Tania Tavares
Rua Cel. Oscar Porto, 1.091
04003-005 São Paulo-SP
RG: 4.338.909

SONETO DA PALAVRA SEM FLOR


SONETO DA PALAVRA SEM FLOR

Neste momento de silêncio
já não ouço palavras
só as penso, caladas,
levadas ao vento.

Falaria sem dúvida
tanta coisa escondida
tanta coisa perdida
tanta coisa da vida.

Mas o silêncio da voz
deixa o grito da mente
cada minuto mais só.

E assim se faz pó
a palavra que calo
só penso e não falo.

alaorpoeta/TELA:salvador dali

POEMA PARA EVERI CARRARA


“Chavva”

Adriana Manarelli



Catapultas escarlates

lançam-na no espaço
cor-de-aço_

Sem fim, sem fundo,
circular

Co’o esporas e amuletos-algemas.

Inanimadas sílabas
E Sombras prolongadas.

Desorbitada

Canta na neve.

Carótida de areia,

Esfera intocada,

Sibila selada,

Nas dunas indeléveis.

Presa nas malhas

De Eva

Com pés de estanho_

Do lodo se debate

A inflorescência.

Estúpidos brocados

Na abóboda de piche,

Quando as milícias

Vestem-na de miosótis

E os pulmões se revestem de chumbo.


Araçatuba, de 25/12/09, sexta-feira, Natal

aos 28/12/09,segunda-feira.

GENESIS - FOXTROT


GENESIS – FOXTROT

Pessoal, este mês, o álbum analisado é o Foxtrot, o que não é tarefa facial, pois é um trabalho carregado de genialidade em todos os aspectos. Se algum dia o ser humano não habitar mais o planeta Terra e por essas bandas aparecerem extraterrestres ou deuses que não nos conheceram e escutarem esse trabalho, dirão o seguinte: “Ah, então, eles eram assim!”. Tal é a variedade de aspectos do comportamento humano que esse disco aborda, questões como religiosidade, mitologia, história, literatura, sociologia, filosofia, ironia, cultura POP... Fora a concepção musical, que também é algo de outro mundo. Sempre digo para ouvintes iniciantes de rock progressivo que se você quiser saber o que é um disco progressivo perfeito, escute o Foxtrot do Genesis , ali você beberá direto da fonte. Genialidade não tem a ver com idade, mas sim com amadurecimento espiritual, porém sempre fico abismado de como esses garotos, com 22 anos apenas, conseguiram criar algo tão complexo e profundo. As questões abordadas nesse disco são tão delicadas que somente pessoas amadurecidas, vividas, experientes podem compreender ou conceber. É quase humanamente impossível um garoto abordar elementos tão complexos de forma tão brilhante como se vê aqui.

Após uma estréia não tão boa, com problemas de formação, e dois discos excelentes, a banda estabelece uma constituição definitiva que conta com Peter Gabriel, Phil Collins, Tony Banks, Mike Rutherford e Steve Hackett. A formação clássica e inesquecível do Genesis. Todos estão maravilhosos e inspiradíssimos. As letras, arranjos e os timbres sonoros são excepcionais, nada está fora do lugar. Vamos às músicas.

WATCHER OF THE SKIES

O disco começa de forma muito intrigante. Apenas o mellotron cria uma atmosfera de história de ficção científica para um conto de Isaac Asimov ou Phillip K. Dick. Aos poucos, lá do fundo ouve-se se sobressair um baixo acentuado e um trabalho de pratos, juntando-se a isso a guitarra. Até que tudo estoura com uma voz maravilhosa nos contando a história de um observador dos céus ( na minha opinião é um deus ), que chega à Terra após a extinção dos humanos. Letra sensacional, poética, moderna e visionária! O que muitos tentaram infrutiferamente expressar sobre esse gênero em poesia, o Genesis conseguiu. A música continua em evolução e o baixão Rickenbaker sola alto. Peter Gabriel, magistralmente, desenvolve várias nuances para esse narrador, alternando tons. Variações se sucedem entre coral, teclado, guitarra, baixo e bateria. A melodia é envolvente demais! O final da letra é de arrepiar:

Sadly now your thoughts
Turn to the stars
Where we have gone you know you never can go
Watcher of the skies watcher of all
This is your fate alone, this fate is your own

Um só coro informa o destino eterno do ser divino, observar sem interferir, solitariamente. Tudo acaba como começou, entretanto a carga dramática da história já nos leva a um outro sentimento em relação ao solo final do mellotron com a guitarra, agora já não sentimos mais só curiosidade, mas tristeza e reflexão. Nossa Senhora! Que introdução para um disco.

TIME TABLE

Piano destacado e instrumentação em harmonia introduzem esta calma canção que nos remete à Idade Média. Só que a abordagem dela é, para dizer o mínimo, genial. Aqui o cavaleiro medieval faz uma reflexão sobre o sentido da vida! Por acaso aí alguém já viu coisa parecida em uma música ?

Why, why
Can we never be sure till we die
Or have killed for an answer
Why, why, do we suffer each race to believe
That no race has been grander
It seems because through time and space
Though names may change
Each face retains the mark it wore

Tempo, espaço, destino, igualdade racial…são reflexões do cavaleiro. E quem disse que cavaleiros medievais não eram humanos? A melodia extremamente agradável nos embala e acalma. Lindo!

GET'EM OUT BY FRIDAY

Uma combinação perfeita entre teclado, baixo e guitarra introduz esta história irônica, contemporânea e de conteúdo social. Conta-nos a dificuldade de uma família em permanecer em sua habitação atual por conta do capitalismo. Um parêntese para a bateria que é destruidora! O vocalista empresta toda a sua versatilidade e talento para criar diversos personagens envolvidos na história, várias atmosferas originais e belas, ora acelerando ora diminuindo o ritmo sonoro, a fim de acompanhar o humor e a humildade dos envolvidos. Steve Hackett e Tony Banks soberbos nas variações. Finalmente chega a flauta transversal, que era só o que faltava. E o Rutherford provando que é um dos maiores baixistas de sua geração.

Ironia e sarcasmo na medida certa de uma crítica mordaz.

It's said now that people will be shorter in height
They can fit twice as many in the same building site
(they say it's alright)

Quanto menores as pessoas, mais espaço nas construções para aluguel!

MEMO FROM SATIN PETER
OF ROCK DEVELOPMENTS LTD.


With land in your hand you'll be happy on earth
Then invest in the Church for your heaven.

Já que na Terra tá difícil, um lugarzinho no céu é garantido!

Música toda quebrada, variada e complexa. Todos os cinco demonstrando extremo virtuosismo e entrosamento. Essa é um soco no estômago!

CAN-UTILITY AND THE COASTLINERS

Um dedilhado de violão inicia esta canção falando sobre navegadores que encontram um livro, o qual conta uma história sobre um ser que, aparentemente, seduz uma população. Novamente, extremamente criativos e entrosados, os músicos nos brindam com um show de harmonia e beleza sonora. Até que a música dá uma parada, dois violões seguem o mesmo e ritmo, a bateria acompanha, e é a vez dos teclados viajarem. O som ganha peso e o baixo enlouquece. A guitarra sola com a competência costumeira e a canção termina abruptamente, porém antes dá umas quebradas e variadas só para não perder o costume.

HORIZONS

Música instrumental só no violão, bela e cativante, a cara do Genesis! Steve Hackett demonstra também ser um grande violinista clássico além de tudo. Que linda música!

SUPPER'S READY

Como toda grande suíte, Supper’s Ready é dividida em partes. Cada parte compõe uma história individual que, ligada às outras, constitui um todo. Já quero adiantar, para não ficar comentando o tempo todo a mesma coisa, que nesta música espetacular tudo, mas absolutamente tudo, está sensacional. Todas as variações, solos, acompanhamentos, nuances vocais, quebras de ritmos, passagens...transcendem ao que entendemos por originalidade, competência e emoção. Neste momento, estamos tratando de uma composição que nos coloca em um plano de percepção que eu não consigo descrever em palavras. De qualquer maneira, vou tentar dar a minha contribuição.

Lover’s Leap

A canção inicia de forma acústica, com os instrumentos acompanhando a história de um casal que, em uma noite qualquer, percebe algo diferente em seus olhares. Os vocais afiadíssimos de Mr. Gabriel e Mr. Collins dão o tom. Climão construído pelos instrumentos de sempre mais a flauta transversa entremeado pelo belo coral.

The Guaranteed Eternal Sanctuary Man

O tal casal parece transportar-se de casa para uma outra realidade ou percepção, agora encontram-se frente a dois homens, um é fazendeiro e o outro uma espécie de cientista. A música torna-se empolgante com o teclado ditando o ritmo. A bateria insinuante carrega a cozinha. E a guitarra nos brinda com lindos efeitos. Até que tudo pára e a flauta introduz vozes de crianças, aparentemente referindo-se... ao demônio?

Ikhnaton and Itsacon and Their Band of Merry Men

Então os amantes deparam-se com soldados negros que preparam-se para uma batalha. Agora a música tem uma grande variação, teclado, bateria e guitarra solam enquanto o narrador continua a sua história. As coisas vão se acalmando aos poucos até que permanece só o teclado em alerta.

How Dare I Be So Beautiful?

Ao som do teclado, o vocal nos relata o fim da batalha e a chegada do casal a um campo verdejante onde encontram a figura mitológica de Narciso. Presenciam uma estranha mutação no rapaz, ele transforma-se em uma flor.

Willow Farm

Neste momento, a música acelera e vira uma espécie som animando um parque de diversões criado por Lewis Carroll, cheio de aberrações!

Até que tudo muda, e os namorados têm uma visão da rotina de suas vidas terrenas. É muito engraçada e interessante as brincadeiras de vozes diferentes narrando essas peripécias. A trilha sonora disso tudo continua bem singular e divertida.

Apocalypse in 9/8 (co-starring the delicious talents of Gabble Ratchet)

Os sons da guitarra e teclado denunciam que as coisas começam a tomar um outro aspecto, bem mais sério. A flauta transversa, linda, destaca-se, enquanto um dedilhar de violão a acompanha. Os amantes estão de volta à Terra, e bem no momento do Apocalipse, os arautos do demônio já estão a postos esperando a tão aguardada figura para o momento de decisão. O som explode em tensão e a progressão dos teclados com a bateria é simplesmente inexplicável para mim! Só ouvindo!

666 is no longer alone
He's getting out the marrow in your back bone
And the seven trumpets blowing sweet rock and roll
Gonna blow right down inside your soul.

É, meu amigo, o negócio pega fogo!!!

As Sure as Eggs is Eggs (aching men's feet)

Quando parecia tudo perdido, ouve-se um som de sino e o rufar de tambores, a música torna-se emocionante e o narrador descreve a chegada de um anjo que salva os humanos.

There's an angel standing in the sun
And he's crying with a loud voice
"This is the supper of the mighty one"
Lord Of Lords
King of Kings
Has returned to lead his children home
To take them to the new Jerusalem.

Neste momento é muito difícil segurar as lágrimas. A música acaba de forma absolutamente ESPETACULAR!!!
Pessoal, esta é a minha análise, espero que vocês gostem, pois, desta vez, me deu bastante trabalho. Gostaria de ler a opinião de todos sobre esse disco maravilhoso que mora no coração de todos nós!
Um abraço a todos! JORGE ALENCAR

WALDO LUIS VIANA


O MANSO TRUQUE DE AÉCIO NEVES

“São Paulo não tem horizonte,
simplesmente não tem horizonte. Ou por outra: o horizonte paulista
está a cinco metros do sujeito e é uma parede.”
Nélson Rodrigues

Waldo Luís Viana*

Aécio Neves é mineiro e, por isso mesmo, atavicamente teatral. Desistiu, num gesto bissexto, da pré-candidatura à presidência da República. Já a candidatura mesma é outra coisa. E ser presidente no Brasil significa ter sorte e destino, não é mera questão de estratégia ou quantificação eleitoral. A mineiridade é sóbria e não permite erros. Uma mansidão calculada, que poucos conhecem ou compreendem. Ela concede aos sofismas, aos adiamentos, adula sem pressa as mentiras táticas, mas jamais confere a desistência. E mineiro é hospitaleiro, matreiro, não briga de frente e gosta de bancar o idiota, principalmente diante dos que pensam que são inteligentes.Ao desistir formalmente da “pré-candidatura”, que é uma entidade fantasmagórica, não legitimada pela Justiça Eleitoral, o governador ofereceu, dialética e psicanaliticamente, o espelho ao seu contendor, como se dissesse: “Toma, ó Serra, olhe agora de frente suas reais condições sobre o que tanto deseja!”. E o governador de São Paulo pode ser tudo, menos burro. Sabe que não tem o carisma do nosso atual presidente (também egresso da política paulista, tal como o antecessor, aquele da “herança maldita”), é careca e pouco mercadológico em matéria de mídia nacional e não se livra daquele ar eterno de mordomo de vampiro, que tão bem o caracteriza. Além disso, sabe que Lula tem muita dificuldade de transferir para a sua atual candidata a monumental popularidade de que dispõe, mas concorda em que a máquina lulista é infernal, abarrotada de dinheiro, aqui e no exterior, e é capaz de triturar vivo qualquer adversário. O lulismo, aliás, é acatado por empresários, banqueiros nacionais e internacionais, empreiteiros de obras e detém controle informal sobre as mídias de pesquisas, que fabricam e depõem candidatos ao sabor dos interesses do sistema. E interessa bastante ao sistema que o candidato José Serra seja incensado bem antes, surpreenda como favorito na corrida presidencial, parecendo possuir uma popularidade invulnerável, impossível de não ser desprezada como candidatura exequível às sedentas e jejuantes oposições. Enquanto isso, a candidata do status quo não decola antes, tem rejeição enorme e parece não crescer como desejava o atual presidente. Tudo muito bem arranjado e convincente demais para qualquer um, quanto mais para um mineiro desconfiado.Serra é o preferido, inflado na própria vaidade, a ponto de, num gesto de desprendimento, desistir de uma candidatura tranquila à reeleição em São Paulo, fazendo exatamente o que o sistema quer: sair candidato à presidência, num oba-oba infernal, descendo finalmente do muro para ser fragarosamente derrotado, depois, na eleição maior. Com isso o atual dispositivo de poder ganharia duas vezes: uma possível vaga em São Paulo para o partido oficial e a continuidade do esquema de poder no plano presidencial.Só que o Brasil, feliz ou infelizmente, não é São Paulo, cujo orgulho regional e bairrista é de todos conhecido. São Paulo pode até ser “a locomotiva do país”, mas não é o trem todo. E de trem, quem entende mesmo é Minas Gerais. Minas recusou a derrama e o quinto dos infernos, tendo coragem de conjurar-se no século XVIII. Hoje, temos contra os brasileiros um estado totalitário, que impõe muito mais do que uma derrama e o dobro do quinto dos infernos. E tal como a antiga coroa portuguesa, que levava o ouro, o suor e o sangue da colônia brasileira para financiar seus déficits, o executivo corta o couro da população até o meio do ano, extraindo impostos sem conta para financiar uma orgia de gastos jamais vista, para custeio da máquina pública e do fausto dos “cumpanheiros”. E essa “nova classe” que tomou conta do Brasil, quer continuar pendurada no poder, saqueando o povo brasileiro ainda muito mais...E a sedução por Serra é, por conseguinte, a maior armadilha produzida pelo esquema governamental para autoperpetuar-se nas próximas eleições. Mediante um processo eleitoral eletrônico sem recibo de voto na urna, processo não aceito por dezenas de nações desenvolvidas, vamos para um período eleitoral cansativo, com o insuportável “horário gratuito eleitoral” e mais uma campanha que dividirá o país novamente entre ricos e pobres. Naturalmente os primeiros são da oposição e os últimos, propriedade e objetos de amor do governo que aí está. Dessa forma, nem é preciso disputar eleições, porque no país mais desigual do mundo, os pobres são e permanecerão convenientemente como maioria e massa eterna de manobra. Foi talvez pensando em tudo isso que Aécio Neves, com mansidão mineira, ofereceu o espelho a Serra. Olhe-se bem, candidato, e veja o que está preparado para você, amanhã. As nuvens da política mudam, mas certas leis devem ser compreendidas como fixas, porque pressupõem como se comportam os que conduzem as manadas. O governo quer Serra como candidato, talvez até mais do ele próprio. As razões foram aqui expostas e são quase lineares. Por sua vez, Aécio Neves, provisoriamente saindo do cenário, deixa de se desgastar, num panorama partidário de homens fúteis, que quiseram fazer sangrar Lula em 2005 e acabaram jantados pelo presidente em 2006. 2010, que se avizinha, é, porém, outra história. O governo tem várias cartas na manga e vai utilizá-las todas, a partir de março, porque antes do Carnaval nada se decide neste país, que terá ainda Semana Santa e Copa do Mundo. Aliás, fazer coincidir as eleições gerais com o certame, é sempre uma tentativa de adequar os interesses do sistema aos resultados em outubro que se deseje obter.São Paulo já nos governa há dezesseis anos e sempre foi núcleo dos partidos hegemônicos, que querem mexicanizar a política brasileira, transformando os pleitos presidenciais num mero jogo de compadres. A diferença entre o PT e o PSDB é a mesma entre a Coca e a Pepsi: todo mundo sabe que já não cola. E o predomínio de um Estado da federação sobre os outros nos encaminha perigosamente para uma nação unitária, destruindo de vez uma federação esquálida, com flagrante desequilíbrio entre poderes. Todos sabem, historicamente, onde isso desemboca: em mandonismo, autoritarismo e culto à personalidade, origem e fim de todos os totalitarismos que ensanguentaram o mundo.Aécio Neves prova, com seu manso truque, que quer evoluir além do estágio do espelho, de que falavam Freud, Jung e Lacan. Ao olhar os próprios defeitos e a imensa impossibilidade que o cerca, na imagem refletida, o governador de São Paulo talvez reflita e não caia na armadilha, refluindo para seu Estado para servir à Nação de outro modo.Resta saber se o jogo não é combinado e as cartas marcadas. Se existem mesmo adversários ou todos são mocinhos e todos são bandidos. Quem viver verá. Feliz Ano Novo a todos!
*Waldo Luís Viana é escritor, economista, poeta, é carioca e adora assistir, visto da ponte, o panorama...

Teresópolis, 27 de dezembro de 2009.

DEIA LEAL


NOVO LIVRO DE POESIAS DOS POETAS DO JORNAL ALDRAVA CULTURAL:VENTRE DE MINAS - edição 2009-
Está pronto o novo livro de poesias, VENTRE DE MINAS, dos poetas do Jornal Aldrava Cultural: Gabriel Bicalho, J.B.Donadon-Leal, Andreia Donadon Leal e J.S.Ferreira. Há algum tempo foi concebida a ideia da produção desse livro, com suas quatro vozes poéticas, que passaram à fase da gestação nesse Ventre de Minas. Os diversos modos de os aldravistas forjarem aldravas são postos à disposição do público que, mais uma vez, irá receber um produto resultado de um projeto de incentivo à leitura. A edição se tornou possível depois que a Coordenadora e Idealizado de Projetos Culturais da Associação Aldrava Letras e Artes, Andreia Donadon Leal, venceu o Prêmio VivaLeitura 2009, com o Projeto Poesia Viva - a poesia bate à sua porta, e com o prêmio financiou a publicação. Assim nasce Ventre de Minas: uma proposta de poesia para ser debatida, degustada, desvendada, ao sabor da história de vida de cada leitor. São quatro livros em um. Cada livro um continente metonímico de uma possível particularidade de Minas. As aldravas de Gabriel Bicalho, as batidas nas aldravas de J. B. Donadon-Leal, os frutos da terra de Andreia Donadon Leal e a cidade Mãe de J. S. Ferreira são provocações para leitores disponíveis a descobertas. É por isso que esse livro será distribuído a educadores e a educandos, a pessoas que mesmo não frequentando a escola formal ainda se sentem descobridores de universos, descobridores de mundos, mineradores de minas gerais. (In: Donadon-Leal - 2009)
Diagramação: Gabriel Bicalho
Capa: Deia Leal
Ilustrações: Deia Leal
Autores: Gabriel Bicalho, J.B.Donadon-Leal, Andreia Donadon Leal, J.S.Ferreira.
N° de páginas: 124

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

CERTIFICADO CONFERIDO AO EVERI CARRARA


Este Certificado é conferido ao Poeta
Everi Rudinei Carrara
Em reconhecimento ao seu importante trabalho em prol da Cultura e da Paz em 2009!
São Paulo, 24 de Dezembro de 2009
Elizabeth Misciasci - Jornalista, Humanista, Escritora, Pesquisadora. Presidente do Projeto zaP!
*Embaixadora Universal da Paz no âmbito do Círculo Universal dos Embaixadores da Paz.
Cercle Universel Des Ambassadeurs De La Paix - Suisse/France
*Membro Correspondente da Governadoria da InBrasci no Estado de São Paulo- Insti Bras Culturas Internacionais -
*Membro Efetivo AVSPE *Prêmio Frente Nacional dos Direitos da Criança
*Honra ao mérito - Clube Brasileiro da Língua Portuguesa - título Humanista Honoris Causa, em Língua Portuguesa,
em razão da excelência de sua obra a favôr dos Direitos Humanos.
*Delegada para e Estado de São Paulo (Brasil) do CEN- Intercâmbio Brasil Portugal.
*Coordenadora de imprensa do Proyecto Cultural Sur Paulista
55 (XX) 11 9677.9428 e 55 (XX) 11 6461 1907
http://www.eunanet.net/beth/index.php
http://reticencias.blog-se.com.br/blog
http://www.avspe.eti.br/avspe2009/ElizabethMisciasci.htm
http://www.revistazap.org