quarta-feira, 9 de junho de 2010

PROIBIÇÃO DE RODEIOS


Proibição por Lei & Decisões Judiciais:
● Águas de São Pedro - SP (Decisão Judicial decreto estadual 40.400/95)
● Américo Brasiliense - SP (Decisão Judicial)
● Andradas - MG (Decisão Judicial 2002 www.forumnacional.com.br/rodeio_vr_andradas_2002.pdf )
● Arealva - SP (Decisão Judicial)
● Avaí - SP (Decisão Judicial)
● Barra Bonita - SP (Decisão Judicial 1998 www.forumnacional.com.br/rodeio_serra_verde_barra_bonita_1998.pdf )
● Boa Esperança do Sul - SP (Decisão Judicial)
● Cabreúva - SP (Decisão Judicial)
● Campinas - SP (Lei Municipal de 2005 http://jus2.uol.com.br/pecas/texto.asp?id=162 )
● Descalvado - SP (Lei Tribunal de Justiça 2009 www.anda.jor.br/?p=3750 )
● Florianópolis - SC (Ação Civil 2003 www.forumnacional.com.br/rodeio_integr_fln_2003.pdf Decisão Judicial www.forumnacional.com.br/liminar_rodeio_de_ouro_s_jose_2003.pdf )
● Guarujá - SP (Decisão Judicial 1997 www.forumnacional.com.br/cia_s_francisco_de_rodeios_guaruja_1997.pdf )
● Guarulhos - SP (Lei Municipal de 2004 *Estão tentando voltar www.anda.jor.br/?p=24708 )
● Itupeva - SP (Tribunal de Justiça 2004 www.correiodobrasil.com.br/noticia.asp?c=53843 )
● João Pessoa - PB (Lei Municipal de 2005 www.tribunaanimal.com/estados_cidades_PB_JPA_01.htm )
● Jundiaí - SP (Tribunal de Justiça 2004 www.correiodobrasil.com.br/noticia.asp?c=53843 Decisão Judicial 2003 www.forumnacional.com.br/feira_da_amizade_jundiai_e_itupeva_2003.pdf )
● Marília - SP (Ação Civil Pública 2009 www.anda.jor.br/?p=21088 )
● Mogi das Cruzes - SP (Lei 2005)
● Osasco - SP (Lei Municipal de 2006 art36 e 41 www.midiaindependente.org/pt/blue/2008/04/417762.shtml )
● Ribeirão Bonito - SP (Decisão Judicial)
● Rincão - SP (Decisão Judicial)
● Rio de Janeiro - RJ (Lei Municipal de 2004 3879/04)
● Santa Lúcia - SP (Decisão Judicial)
● São Bernardo do Campo - SP (Lei Municipal de 2007 www.camarasbc.sp.gov.br/?pagina=noticias&id=3770 Decisão Judicial 1998 www.forumnacional.com.br/A_B_Moschetto_e_Cia_S_Bernardo_do_Campo_1998.pdf )
fabiu/comunidade ODEIO RODEIO

LIVROS


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Paulo Monteiro

Quando o administrador do Projeto Passo Fundo convidou-me para publicar o livro eu resisti também cantando, com poemas inéditos, contra-argumentei propondo a edição de uma coletânea de artigos sobre temas históricos e culturais. Assim surgiu este O Massacre de Porongos & Outras Histórias Gaúchas.

Os textos são praticamente os mesmos dados à letra de forma originalmente na imprensa, e depois divulgados em diversos sítios da Internet. Para a reunião em volume, porém, aprimorei as referências bibliográficas, procurando favorecer os leitores que desejarem se aprofundar nos temas tratados.

Sou, assim, extremamente grato a Saul Spinelli, diretor do extinto jornal O Cidadão, às jornalistas Geneci Carlot de Quadros e Joice Carlot, responsáveis pelo Jornal Rotta, à direção e colegas da Fundação Cultural Planalto, em particular da Revista Somando, aos sítios Projeto Passo Fundo, Luso Poemas, World Art Friends, Café História, O Melhor da Web, Verso e Prosa e tantos outros que acolhem meus escritos.O caráter jornalístico, que não quer dizer apressado, é responsável por algumas repetições ao longo deste livro. A História é uma corrente de fatos, e não um fio retilíneo.Tenho dito à saciedade: sou, fundamentalmente, um publicista, o que, no melhor vernáculo, significa aquele tipo de escritor que alguns tradutores versam “intelectuais públicos”. Escrevo para ser lido – e entendido. E com os clássicos da Língua Portuguesa aprendi que se pontua como se fala porque a fala é anterior à escrita.Escrever, para mim, é um ato vital.Defensor da escrita fonética, optei por não seguir as recentes alterações ortográficas.O Massacre de Porongos & Outras Histórias Gaúchas é uma pequena mostra de minha produção historiográfica. O amor à História se iniciou quando eu tinha treze anos e estudava na Escola Estadual Joaquim Fagundes dos Reis em Passo Fundo. Minha professora de Língua Portuguesa, Zilka Neff Rosa, solicitou colaboração para o jornal mimeografado da Escola. Apresentei um poema sobre Passo Fundo. Em certa passagem eu rimava as palavras “ruas” e “charruas”. Dona Zilka me chamou, explicou-me que os charruas não habitavam Passo Fundo, que aqui viviam guaranis e tapes, falou-me sobre licença poética. Depois de uma boa conversa acabou me sugerindo ler um dicionário de versificação e o livro “Passo Fundo das Missões”, de Jorge Edete Cafruni. Li os dois livros e apaixonei-me pela Poesia e a História, que não larguei mais. Por isso, uma das pessoas a que dedico esse livro é Dona Zilka.Nesses quarenta e dois anos li milhares de livros, escrevi centenas de artigos sobre temas culturais e históricos. Acumulei material suficiente para publicar algumas dezenas de livros, mas dei apenas três a lume.Aprendi com os grande humanistas que o historiador tem a obrigação de dizer a verdade ou, pelo menos, aquilo que considera a verdade. Por isso, não tenho qualquer condescendência com as chamadas personagens maiores da História.Tenho um interesse particular no estudo das revoluções rio-grandenses. Na verdade, o que eu quero é entender essa questão da valentia gaúcha. Isso me levou a concluir algumas coisas que me parecem terríveis e que estão com todas as letras em diversas passagens do livro.Durante milhares de anos a História, a exemplo da Filosofia, ficou reduzida à condição de simples escrava da Filosofia.Os líderes das principais civilizações passaram à História na condição de verdadeiros semideuses. Apenas com Voltaire, em 1756, com o Ensaio sobre os costumes e o espírito das nações, a História passou a ser considera como criação humana. Entretanto, especialmente em termos de história local e regional, os líderes são considerados representantes divinos.Como afirmou recentemente o ministro Ayres Britto, do Supremo Tribunal Federal: “Há quem chegue às maiores alturas só para fazer as maiores baixezas”. Por isso é que sigo a lição do velho Jules Michelet: “O historiador, que é o juiz do mundo, tem por primeira obrigação perder o respeito…”Não sou condescendente com as baixezas daqueles que chegam às alturas. A maioria dos historiadores, em especial os que escrevem sobre a história local e regional, não passam de ficcionistas incapazes de compor uma quadrinha de pé quebrado. Há pessoas que, pensando serem historiadores, entoam loas aos abutres.Para mim, em seu maior número, as páginas de nossas revoluções, como de todas as revoluções pampianas, foram escritas com sangue e vergonha. E as páginas que a História reserva para os matadores em série e outros degenerados são o melhor lugar para alguns semideuses gaúchos.No meu entendimento, a história da caudilhagem é uma sucessão imensurável de roubos, latrocínios, estupros e massacres. E é insustentável o argumento de que os caudilhos devem ser julgados segundo o ambiente em que viveram. Aceitá-lo seria negar que até mesmo leis ancestrais como o Código de Hamurabi ao Decálogo Bíblico, sempre reconheceram as práticas caudilhescas como crimes dos mais graves que alguém poderia cometer; aceitá-lo seria admitir a vontade de cada um como única e universal norma de Direito.Apresento muitos desses crimes em O Massacre de Porongos & Outras Histórias Gaúchas, como a matança dos lanceiros negros a 14 de novembro de 1844, justamente às vésperas de Antonio Vicente da Fontoura, seguir para o Rio de Janeiro como representante dos farroupilhas. para acertar a paz com o Império.Assim, gostaria de contar com o comparecimento de todos os interessados no estudo da História, no lançamento do livro, dia 16 de junho de 2010 (quarta-feira), às 19 horas, tendo como local o auditório da Academia (Av. Brasil Oeste, 792), em Passo Fundo. Na oportunidade, receberei a generosa e ilustrada contribuição de diversos amigos, como os historiadores Adelar e Setembrino Dal Bosco, o psicólogo clínico, poeta e pensador Getúlio Vargas Zauza, que já confirmaram suas presenças, para discutirmos os temas tratados nas “linhas e entrelinhas” do livro.
A capa de O Massacre de Porongos & Outras Histórias Gaúchas é arte de Everaldo Siqueira. Reproduz os lanceiros farroupilhas (do quadro Carga de Cavalaria, de Guilherme Litran, acervo do Museu Júlio de Castilhos), sobre fotografia de Paula Tatsuia Machado Monteiro, retratando trecho da Rua Teixeira Soares, entre as ruas Paissandu e Uruguai, onde existia uma casa de Manoel José das Neves (Cabo Neves) que serviu de quartel às diversas forças imperiais e republicanas, que passaram por Passo Fundo, durante a Revolução Farroupilha. Ali também acamparam muitos dos lanceiros negros massacrados no Cerro de Porongos. (Passo Fundo, 30 de maio de 2010).
O livro pode ser adquirido através de www.projetopassofundo.com.br
PAULO MONTEIRO

sexta-feira, 4 de junho de 2010

EFIGENIA COUTINHO


SIMPLICIDADE
Efigênia Coutinho
poema dedicado ás poetisas malu mourão e socorro lima dantas

É vivendo serena na simplicidade
que encontro a razão da amizade.
Deixando aflorar em mim lealdade
como fonte de sublime felicidade..



O simples vê com o coração...
E, em tudo entoa terna canção.
Deixa sua vida cheia de emoção.
A Deus agradece com devoção.



O simples vê em tudo candura...
Em seu caminhar, cheio de ternura,
encanta o mundo com formosura
a viver cada alvorada com doçura.



O simples, seus sonhos conduz,
burila os sentimentos em raios de Luz
esmerilha-se na amizade que o dom reluz
e do futuro, é esperança sem cruz...


Ser simples é abrigar em si o amor
Meigo como o perfume da flor.
Sua glória será um terno louvor
ao bem que Deus lhe consagrou.


Maio 2010
New York
Efigênia Coutinho
Academia Virtual Sala de Poetas e Escritores
www.avspe.eti.br

ARNALDO BAPTISTA/LÓKI


Grande Prêmio do Cinema Brasileiro – Ao Vivo
Canal Brasil exibe ao vivo, simultaneamente na tv e no site, a premiação da Academia Brasileira de Cinema. Apresentação de Simone Zuccolotto, comentários de Luiz Zanin e reportagem de Kiko Mollica.
Transmissão ao vivo: terça, dia 08/06, às 20h40.
Compacto: sábado, dia 12/06, às 15h30G
www.arnaldobaptista.com.br

ALZIRA ESPÍNDOLA e ALICE RUIZ NA TERRA DOS ARAÇÁS


ALZIRA ESÍNDOLA E ALICE RUIZ NA TERRA DOS ARAÇÁS

ALZIRA ESPÍNDOLA e ALICE RUIZ estiveram em Araçatuba, a terra dos araçás,se apresentando durante a Virada cultural, no Teatro Paulo Alcídes Jorge,ás 15 hs da tarde. O público estava ansioso,pois nesta cidade há pouco incentivo á poesia e ás artes em geral. E quando há, geralmente são promovidos os livros e as atividades de setores elitistas apenas, o que não se coaduna efetivamente com as melhores produções locais,á margem de tudo e de todos. Pois bem, ALZIRA ESPÍNDOLA (Alzira E. e ALICE RUIZ) dispensam maiores apresentações, visto que seus trabalhos percorrem décadas de música e poesia feitas com altíssima qualidade, ainda que não mantenham a devida divulgação e acolhimento da "grande mídia". Nesse país temos que nos agarrar "pelos pêlos" da poesia e superar todos óbices. A música interpretada por ALZIRA é pura poesia, que trânsita pelas composições de Itamar Assumpção, Luiz Tati, Arnaldo Antunes, e outros compositores emblemáticos, para nos oferecer verdadeiras pérolas de nossa Música das últimas décadas até os dias atuais, sob os arranjos da guitarra acústica do talentoso Luis Waack, que se utiliza da ressonância de pedais acoplados ao violão para embalar as canções.O repertório se inspira no lançamento do cd PARALELAS. O show é muito básico, singelo e brilhante, porque reflete a poesia irônica, haicaista de Alice Ruiz,e a voz sempre envolvente de ALZIRA, num dueto perfeito. Voce percebe a sensibilidade de ambas,em alguns momentos senti que o show era sob encomenda para a sensibilidade feminina, com mensagens explícitas aos homens. Na verdade, um show para a todos,porque a sensibilidade humana hoje, parece estar suplantada pela bárbarie cotidiana.Cabe então ao artista genuíno superar esse registro caótico, enfocando a beleza e a sabedoria como fontes de resistência ao marasmo que suportamos.
everi rudinei carrara: cônsul dos poetas del mundo em araçatuba, músico profissional,editor do site telescopio.vze.com,agente cultural.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

HOLANDA X GANA


Resumo:Que Bela seleção,temos um time mt bom,á zaga talvez nao esteja no nivel do meio e do ataque mais ser fizer uns ajustes da pra melhorar o q falta.Do meio pra frente temos mais qualidade que o Brasil,isso mesmo que o Brasil.
Quem viu o jogo sabe,a Holanda fez tabelas de 1-2,puxo contra ataques da defesa pro ataque com 4 toques na bola,o posicionamente em campo e de time q ja ta entrosado,Gana fico na rodinha literalmente.
Sneijder hj mostro pq hoje o rei da assistencias e um dos melhores meio campo do MUNDO,controlo o jogo como quis,distribuiu o jogo deixo o Van Persie na cara do Gol,deixo o Kuyt viro o jogo fez o que quis e o q dizer do gol dele?
Van der Wiel eu ja havia assistido ha alguns jogos dele no Ajax,e um lateral direito dos Bons apoia no ataque tem altura e mt forte nao vai perde no corpo pra ngm.
Bommel e de young deram mt firmeza pro nosso meio campo 2 volantes firmes de muita marcação e experiencia!!
Na frente temos 2 craques,Van Persie alia mt tecnica com mt movimentacao inferniza a defesa adversaria pisco com ele e gol,Robben um dos melhores atacantes do mundo,e hj eu vi o q eu ja esperava ha anos do Van der Vaart aquele meio campo habilidoso que joga com as 2 pernas que joga de cabeça em pé,entro no jogo e jogo MUITO com direito ha um gol e uma assistencia pro sneijder sem contar nas tabelas e isso tudo em pouco mais de 20 minutos em campo,é o nosso 12 Jogador!!
THALES 7
orkut

terça-feira, 1 de junho de 2010

ALZIRA ESPÍNDOLA e ALICE RUIZ


Nascida no estado do Mato Grosso do Sul, a cantora, compositora e instrumentista Alzira Espíndola iniciou sua carreira artística como uma das integrantes do grupo Lírio Selvagem, formado ainda por seus irmãos Tetê, Geraldo e Celito. Em 87, pela gravadora 3M, lançou Alzira Espíndola, seu primeiro disco solo, reunindo as suas composições Fluir, Luzmarina, Veja a vida (com Arrigo Barnabé), Rio fatal e Sooom. Teve como parceiros musicais Tetê Espíndola, Itamar Assumpção, Jerry Espíndola, Lucina, entre outros.Em 2005, pela Duncan Discos, Alzira e Alice Ruiz lançaram o Cd Paralelas, unindo a música de Alzira à poesia de Alice em canções e textos, como Fundamental, Ladainha (com Estrela Leminski), Tem palavra, Diz que é você, Fantasia cubana, Overdose, Quando você me apareceu, Não embaraça, Socorro, Alguma coisa em mim, Sonho de poeta, É só começar, RÉza em Fá, Para elas, Cabeça cheia (com Vera Motta), Invisível e Impressão.
O Cd contou com as participações especiais de Zélia Duncan e Arnaldo Antunes, Alzira Espíndola e Luiz Waack assinaram a direção e a produção musicais, e esse álbum teve ainda as presenças de Sandro Moreno, Paulo Lepetit, Décio Gioielli, entre outros.
Alzíra Espíndola e Alice Ruiz - paralelas[2005]
faixas:
01 fundamental
02 ladainha
03 tem palavra
04 diz que é você
05 fantasia cubana
06 overdose
07 quando você me apareceu
08 não embaça
09 socorro
10 alguma coisa em mim
11 sonho de poeta
12 é só começar
13 reza em fá
14 para elas
15 cabeça cheia
16 invisível
17 impressão
fonte blog almas corsarias