quarta-feira, 25 de agosto de 2010

ROBERTO ROMANELLI MAIA


AMOR COMO O NOSSO, SE EXISTE,
NESTE MUNDO NÃO SERÁ!


ROBERTO ROMANELLI MAIA
ESCRITOR, JORNALISTA E POETA

Sim, minha amada, quero te ver.

Te sentir, te possuir e te amar.

Olhar para os teus olhos e nele ver o mar.

A lua e as estrelas que ao nosso amor
querem e podem iluminar.

Sim, quero, frente a frente, poder
pele com pele, boca com boca, mãos com mãos
nos agarrarmos para não mais nos separarmos.

Num encontro de atração, de magia,
de carinhos e de carícias sem princípio nem fim.

Quero ser o corpo e a alma, que estarão
ao teu lado, nos momentos em que lágrimas
possam a tua face molhar.

Para enxugá-las com a força e a verdade do meu sentimento.

Sim, quero que a alegria no teu viso volte novamente a reinar.

Sim, amada, amor como o nosso, se existe,
neste mundo não será!

terça-feira, 24 de agosto de 2010

RUBENS SHIRASSU JR.


BORBOLETA-FLOR AMARELA
Rubens Shirassu Júnior
Pablo Picasso sempre procurava desenhar como uma criança. Pelo traço simples e descontraído, com cores vivas e intensas de vida, alegria e sinceridade nas imagens que traduzem a pureza de uma criança!Olho o desenho de Amanda, de 7 anos, enviado pelo Henrique Chagas, uma sensação de falta de liberdade, ou medo pulsa no coração, pelas duas asas amarelas nascendo de uma flor dentro da sala. Tive a impressão que as grandes asas, vindas de Massachusetts, nos Estados Unidos, pedem um horizonte aberto de harmonia na natureza.Ao fundo, uma paisagem branca e fria. Dentro do quarto, no silêncio parecia haver um vago eco de sua voz misturado ao branco da página discreta que sente a falta do perfume das flores, de campos silvestres e da água cristalina do nosso Brasil. De longe, batiam as asas da borboleta no cenário frio de Massachusetts, como um aviso. Ela queria sentir o calor da sua terra natal, o Brasil. Anda em círculos pelas areias brancas. E Amanda, borboleta-flor, abre as asas esperando que a sua mensagem seja vista e acolhida pelos povos. Fiquei vendo o desenho na luz do amanhecer, muito vivo.A noite disfarça as cicatrizes e o medo dos adultos, ofuscados pelas luzes de néon e do barulho. Nosso deserto era toda a população mesquinha e frívola da cidade imensa, que transitava lá fora, nos veículos dos quais nos chegava apenas um ruído distante de motores, a sinfonia abafada das buzinas, às vezes, o ruído de um carro estacionando em frente de casa.Ergui-me até a janela, havia nuvens cinzas e tímidas, espalhadas em várias direções. Aos poucos, foi se acendendo um carmesim, e sob ele o mar de concreto se fez quase verde.Ela vaga no branco concreto, alheia à paisagem que se confunde com os arranha-céus, com o desejo de retornar, para saborear o tempero que chega no vento, dançando um samba no ar. Um desenho de alerta e tristeza, onde, entretanto, ainda havia uma resignada esperança de que alguém entendesse o apelo de Amanda (do grego, que significa “aquela que quer ser amada”.): de que não ficássemos em nosso canteiro, no branco vazio, como a agonizante borboleta-flor amarela prisioneira para sempre.
( Publicada no blog www.BocaLivre.myblog.com.br no portal www.click21.com.br
tela/picasso

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

EDSON BUENO DE CAMARGO


OLHOS CABALÍSTICOS

DATA: 10/SETEMBRO/2010

ÀS 19HS.

LANÇAMENTO DOS LIVROS “CABALÍSTICOS” DE EDSON BUENO DE CARMARGO, E “OLHOS DE BARRO” DE JOSÉ GERALDO NERES, COLEÇÃO ORPHEU, EDITORA MULTIFOCO
MESA CRÍTICA:
ABERTURA: SECRETARIO DE CULTURA E LAZER DE SANTO ANDRÉ
(À CONFIRMAR);
COMENTÁRIOS DO REPRESENTANTE DA COLEÇÃO ORPHEU
(À CONFIRMAR);
CLAUDIO WILLER |DEISE ASSUMPÇÃO|ELIZABETH BRAIT ALVIM |ELIZABETH ROBIN ZENKNER BROSE
INTERVENÇÃO MUSICAL BASEADA NOS LIVROS:
PERCUTINDO MUNDOS | HENRIQUE KRISPIM
INTERVENÇÃO CORPORAL:
CÉLIA FAUSTINO
LEITURAS DE FRAGMENTOS DA OBRA PELOS ATORES:
CARLOS MOREIRA |IVAN AUGUSTO |SERGIO PIRES | VANESSA CASTRO
EM SEGUIDA: AUTÓGRAFOS.Local: CASA DA PALAVRA – ESCOLA LIVRE DE LITERATURA
PRAÇA DO CARMO, 171, CENTRO – SANTO ANDRÉ, SP.
TELEFONE: (11) 4992-7218.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

PATO FU


MÚSICA DE BRINQUEDO/PATO FU
Recebi o cd MÚSICA DE BRINQUEDO/PATO FU, com imensa alegria de criança que ainda há em mim, e o disco foi feito com instrumentos de brinquedo ou miniaturas, produzido pelo competente John Ulhoa.. Logo pensei no YELLOW SUBMARINE/BEATLES, em especial a música It's All Too Much,na qual dizem haver alguns instrumentos de brinquedo,mas no disco do PATO FU, todos os instrumentos são assim,e tem o vocal das crianças também. As músicas são covers deliciosos, eu sabia que FERNANDA TAKAI gostava da música do Paul McCartney, e meses atrás havia sugerido em seu blog a gravação de uma das canções de Paul, agora ouço com muita satisfação "Live and Let die"; e adorei as versões de Primavera, Rock and Roll Lullabye, Frevo Mulher, Ovelha Negra, Todos Estão Surdos (melhor do que a original cantada por Roberto Carlos), My Girl, e Love me Tender, essas são minhas preferidas.Não há coral de crianças, aquela coisa certinha, não! as crianças cantam e participam como se estivessem brincando nos jardins das delícias musicais. A voz de FERNANDA TAKAI torna qualquer música especial, algo muito frequente ao que ocorria com NARA LEÃO. Mas para ouvir o cd MÚSICA DE BRINQUEDO, é necessário despir-se de vaidades estéticas,de ouvidos acostumados e condicionados aos padrões habituais de ouvir música. FERNANDA TAKAI E O PATO FU podem se dar ao luxo de gravarem o que gostam. são livres como as crianças que brincam com suas emoções não reprimidas.O disco me fez pensar também nas propostas surrealistas do início do século XX, no que ele tem de apelo á liberdade, coragem, diversidade, espontaneidade, certo non sense,e grandeza de espírito. Por que? Vejo que certos artistas atualmente, procuram o comedimento, o profissionalmente razo, tudo certinho, clean, enquadrado aos ditames do mercado.O PATO FU jamais se rendeu ás porcarias que viraram modismos. Eles pertencem áquela estirpe dos que nunca se rotulam, por isso atravessarão décadas de prestígio contínuo.
EVERI RUDINEI CARRARA, consul dos poetas del mundo em araçatuba/sp,editor,músico,agente cultural.site http://telescopio.vze.com

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

LIVROS


Prezados e Prezadas,
Apresento meu livro, já na segunda edição, com uma pequena amostra de sua configuração que, em se tratando de livros voltados ao ensino do Direito, é bastante inovadora.
Peço que o divulguem em seus contatos.
Desde já agradeço muito pela atenção.
Ana Luiza de Paula Leite

Release do livro
Atualmente, observa-se um interesse crescente pela Constituição Federal, seja em vista de sua importância como norma reguladora máxima de direitos e deveres dos cidadãos brasileiros, seja em vista do fato de seu conteúdo ser cada vez mais exigido na grande maioria dos concursos públicos.
Entretanto, nota-se que não havia, no mercado, obras que, voltadas para a apreensão da matéria, adotassem uma abordagem lúdica, de modo a tornar o aprendizado mais dinâmico e prazeroso e, portanto, mais eficaz.
A presente obra vem para preencher tal lacuna. Para tanto, a autora, advogada e professora, valeu-se de sua experiência nas duas áreas e elaborou exercícios de diversos formatos (palavras cruzadas, caça-palavras, criptogramas, associações, preenchimento de lacunas, falso e verdadeiro, etc.), os quais têm se mostrado interessantes e eficientes para proporcionar uma divertida apreensão e fixação do aprendizado aos alunos.
analuiza.paulaleite@gmail.com

terça-feira, 17 de agosto de 2010

BERGMAN - O SILÊNCIO


25 - FILME: O SILÊNCIO [1963]
O Silêncio
Título original: Tystnaden
Ano: 1963
País: Suécia
Duração: 96 min.
Gênero: Drama
Diretor: Ingmar Bergman (Para Não Falar de Todas Essas Mulheres, Persona, A Hora do Lobo)
Trilha Sonora: Ivan Renliden, Johann Sebastian Bach
Elenco: Ingrid Thulin, Gunnel Lindblom, Jörgen Lindström, Håkan Jahnberg, Birger Malmsten
Distribuidora do DVD: Versátil Home Vídeo
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Estranho e ótimo filme. Fui assisti-lo sem saber nada sobre ele, nem sequer li a sinopse, e estava pouco me importando com a famosa atribuição de "trilogia do silêncio" dada a este e aos dois filmes anteriores de Ingmar Bergman. Um pouco menos inapropriada é a atribuição dada pelos ianques, que a chamam de "trilogia da fé". Passaram bem perto, mas tal definição também cai por terra após uma sessão de O Silêncio. Bergman sempre desprezou tais rótulos e, após finalmente ter a honra de me expor aos três filmes, preciso dizer que, mais uma vez, o mestre tem razão. Ora bolas, afinal foi ele quem nos brindou com tão belas alegorias visuais...
Como sempre, e este é um caso ainda mais forte que os outros, este filme abre um leque praticamente inesgotável de discussão em torno de sua história, de seus poucos personagens e das verdadeiras intenções do cineasta. Sem muitas firulas no início e no final, somos jogados no meio de um drama que se desenrola com poucos diálogos, estes de uma natureza quase espasmódica, um conflito que chafurda no silêncio de uma relação fraterna desgastada pelo tempo. As irmãs são Anna (Gunnel Lindblom) e a tradutora Ester (Ingrid Thulin). Elas seguem viagem de volta para casa num trem. O menino que as acompanha (Jörgen Lindström) é filho de Anna. Ester está doente, sendo constantemente vítima de terríveis surtos de delírio. É numa parada num quarto de hotel de um país estranho que o pior deste estranho triângulo familiar vem à tona.
Fonte:
Texto postado por Kollision em 4-SET-2006
http://www.kollision.biz/movies/mov_files/mov_tystnaden.htm
MRL comunidade bergman/orkut


sábado, 14 de agosto de 2010

PABLO PICASSO


Paris, Primavera 1901; Óleo sobre tela - Pablo Ruiz Picasso
Segundo o Guiness Book, Picasso foi o mais "prolífico de todos os pintores", com 13.500 pinturas e desenhos, 100 mil gravuras, 34 mil ilustrações de livros e 300 esculturas ou cerâmicas. O artista catalão, que viveu de 1881 a 1973, foi batizado Pablo Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno Crispin Crispiano de la Santissima Trinidad Ruiz y Picasso, fez inúmeros auto retratos. Yo- Picasso é o que atingiu o maior valor em leilões. colaboração:sarinha/amada arte orkut