quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

CINE BELAS ARTES-LUTO!


Caros amigos e amigas!

O CIne Belas Artes, lamentavelmente, irá encerrar suas atividades em 28/01, em virtude de não renovação do contrato de locação do imóvel da Rua da COnsolação, que receberá uma loja(mais uma vez o capital , o consumo e a ganância fazem vítimas)...

O Proprietário do cinema, André Sturm, promoverá uma retrospectiva em 14/01, exibindo pérolas da cinematografia mundial.

O Grupo do Bem Estar e da Felicidade, que acontece todas as sextas feiras, às 13:30 hs, na Galeria Olido e que tem sua atuação alicerçada na promoção da CIdadania, da fé ecumênica, da Ciência Humanizada( com ênfase na Educação, na Saúde e na Cultura Públicas de qualidade acessíveis a todos e a todas) e nas Artes(todas), estará presente, com tarja preta nas vestes de seus membros,amigos e simpatizantes, realizando uma homenagem a este equipamento cultural e um protesto pacífico, não violento, embuído da cultura de paz.

Participem! Divulguem! Fotografem! Filmem!

Paz e Harmonia,

Daniel Ferreira
médico comunitário entusiasta do Cinema como ferramenta de educação, saúde e Espaço Coletivo de Celebração
www.twitter.com/grupodobemestar

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

TODO ROCK - OI FM - NO VERÃO 2011


Todo Rock - Oi FM - No Verão 2011
Venho solicitar a audiência de todos para o programa Todo Rock, q eu, Gabriel Thomaz, começo a apresentar na Oi FM, no meio da programação de Verão da rádio.
O Programa será transmitido ao vivo da Unidade Móvel da Oi q estará maravilhosamente localizada na Praia do Arpoador, Rio de Janeiro, aos sábados, de 15 às 17 hs, exceto Recife, onde começa às 14 hs, por causa do horário de verão.
Aí vão as frequências da Oi FM! No Rio: 102, 9. SP, BH, Campinas e Ribeirão Preto: 94,1. Porto Alegre 90,3. Recife: 97,1.
Autoramas na eleição de melhores shows internacionais na Espanha,olha o link:

http://www.musicopolis.es/musicopolis-2010-los-mejores-conciertos-internacionales-del-ano/197112010/

Canal no Youtube:
http://www.youtube.com/user/autoramasrock
Para comprar produtos do Autoramas e adjacências, visite:
http://www.7polegadas.com/autoramas
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http://albumvirtual.trama.uol.com.br/#


CONTATO PARA SHOWS:
Lucio Maia
(21) 7700 - 7603
email: lucio@spetaculo.com / lucio@phonno.com.br
http://www.myspace.com/autoramas
http://www.autoramasrock.com.br
http://www.facebook.com/group.php?gid=104250519617088&ref=search#!/group.php?gid=8182255995&ref=ts
https://www.onerpm.com/#/autoramas
Flávia Couri usa a linha Hello Girl da Hello Cases
http://www.hellocases.com.br/artistas.php
Flavia Couri´s hairdo por Monique Melo
50´s Hairstyle
Galeria Augusta
Rua Augusta, 1524 loja 49
(11) 8591-5313 e (11) 3262-1038


RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRock!!

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

CÉREBRO ELETRÔNICO


Deus e o Diabo no Liquidificador
O Cérebro Eletrônico lança seu terceiro disco, “Deus e o Diabo no Liquidificador”. Com produção de Alfredo Bello (DJ Tudo) e Fernando Maranho, o álbum traz onze músicas, dez delas com letras assinadas por Tatá Aeroplano, sendo três em parcerias com Fernando Maranho, Isidoro Cobra e Marcelo Coutelo. Peri Pane colabora com “220V”, única canção do disco que não é de autoria da banda.“Deus e o Diabo no Liquidificador” conta com participações especiais de Helio Flanders (Vanguart), Tulipa Ruiz, Leo Cavalcanti, Carlos Zimbher, Gustavo Galo (Trupe Chá de Boldo), Dudu Tsuda (teclado), Guilherme Calzavara (trompete), Maurício Fleury (teclado), Isidoro Cobra (voz), Alfredo Bello (moog e voz), Ana Elisa Colomar (violoncelo), Cíntia Zanco (violino) e Marcelo Monteiro (sax e flauta).
A banda chega ao seu terceiro registro depois de uma trajetória bem-sucedida com “Pareço Moderno”. O elogiado segundo álbum rendeu ao Cérebro Eletrônico indicações a prêmios, participações em grandes festivais ao lado de atrações internacionais e lugares privilegiados nas principais listas dos melhores lançamentos musicais do ano (2008) da imprensa especializada.
Em “Deus e o Diabo no Liquidificador”, o quinteto investe na sonoridade pós-tropicalista ora com acento pop – como nas faixas “O Fabuloso Destino do Chapeleiro Louco”, “Realejo em Dó” e “Os Dados Estão Lançados” –, ora com elementos da música brasileira, como as carnavalescas “Desquite” e “Desestabelecerei”. A primeira traz as vozes de Tatá, Tulipa Ruiz, Leo Cavalcanti, Gustavo Galo (Trupe Chá de Boldo), Carlos Zimbher e Isidoro Cobra e os teclados Dudu Tsuda em clima de baile no salão. Já “Desestabelecerei” emenda a marchinha em um breakbeat. O disco ainda conta com a balada “Cama”, o rock sessentista “Garota Esteriótipo”, com vocais de Hélio Flanders; e “220V”, do compositor Peri Pane
site do cérebro eletrônico

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

O CASO CESARE BAPTISTI


BRASIL É SÓ O 8º PAÍS A FRUSTRAR
A 'VENDETTA' NEOFASCISTA

Celso Lungaretti, jornalista e escritorO
Para quem quer ter a visão de democratas italianos sobre a grita orquestrada pelos neofascistas contra a decisão soberana do Governo brasileiro no Caso Battisti, recomendo a excelente carta dos professores Saverio Ansaldi (Universidade de Montpellier III), Carlo Arcuri (Universidade de Amiens), Giorgio Passerone (Universidade de Lille III) e Luca Salza (Universidade de Lille III). cuja íntegra pode ser acessada aqui.
Um trecho muito interessante é este:
"O Brasil é o último de uma longa lista de países, após Grécia, Suíça, França, Grã Bretanha, Canadá, Argentina, Nicarágua, que se recusaram a colaborar com a justiça italiana. Será um acaso?
Na verdade, a fúria do governo italiano em pedir a extradição de Battisti se configura hoje mais como a vontade de exorcizar um inimigo vencido (quase uma obsessão de eliminar), do que como uma sóbria, autêntica exigência de justiça.
Surpreendente, em particular, é uma tal perseverança 'justiceira' da parte de um Executivo tragicamente incapaz de lançar luz sobre a pior carnificina dos anos 1970 e 1980, unanimimente considerada pelos historiadores como a 'mãe' de todo o terrorismo (*)".
Repetindo e destacando: sete países já haviam negado à Itália a repatriação de ativistas que não tiveram julgamentos justos, durante o deplorável período do macartismo à italiana.
O Brasil está sendo só o oitavo -- e em nenhum dos casos anteriores houve tamanho empenho, dispêndios tão exagerados e tanta arrogância nos esforços para vergar nações independentes à vontade estrangeira.
Pena que o presidente Lula seja um cavalheiro, e não tenha jogado de novo na cara dos italianos a argumentação corretíssima do ministro Tarso Genro quando da concessão do refúgio humanitário a Battisti, sobre as escabrosas leis de exceção e o cenário de torturas, intimidações e barganhas imundas em que foi produzida a sentença de cartas marcadas do segundo julgamento do escritor.
* Aludem à bomba na Praça Fontana e quatro outros atentados simultâneos que a extrema-direita cometeu na tarde de 12 de dezembro de 1969 em Roma e Milão, numa malograda tentativa de incriminar os anarquistas. Depois que a farsa foi desmascarada, deixou de existir real empenho das autoridades em punir os culpados. Houve até um preso suicidado, bem ao estilo das ditaduras sul-americanas.
www.vermelho.org.br/noticia

DALLARI DENUNCIA
"VOCAÇÃO ARBITRÁRIA" DE PELUSO
Celso Lungaretti (*)

Dalmo
Dallari
fulmina
mais uma
vez o
arbítrio
de Cezar
Peluso e
Gilmar
Mendes.

"A prisão preventiva de Cesare Battisti perdeu o objeto, não havendo qualquer fundamento jurídico para que ele continue preso."
É o que afirma o maior jurista brasileiro vivo, Dalmo de Abreu Dallari, cujas palavras deixam implícita uma contundente acusação ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Cezar Peluso:
"Manter alguém preso sem ter apoio em algum dispositivo jurídico é absolutamente ilegal e caracteriza extrema violência contra a pessoa humana (...). Assim, pois, em respeito à Constituição brasileira, que define o Brasil como Estado Democrático de Direito, Cesare Battisti deve ser solto imediatamente, sem qualquer concessão aos que tentam recorrer a artifícios jurídicos formais para a imposição de sua vocação arbitrária [grifo meu]. O Direito e a Justiça devem prevalecer".
Lembro que foi depois de receber uma admoestação dessas que o então presidente do Supremo, Gilmar Mendes, correu a marcar o julgamento do Caso Battisti, providência que vinha adiando indefinidamente para prolongar ao máximo a detenção do escritor..
Associando-me ao arrazoado irrespondível e à justa indignação de Dallari, recomendo a todos a leitura de Permanência de Battisti na prisão não tem fundamento, o melhor texto até agora lançado sobre a esdrúxula situação de o STF estar mantendo Cesare Battisti como prisioneiro político, ao arrepio da decisão definitiva e incontestável de um presidente da República.
* Jornalista e escritor. http://naufrago-da-utopia.blogspot.com
TELA: BOSCH

CASO CESARE BAPTISTI


A decisão do ex-presidente Lulla em relação a permanência do ex-terrorista Cesare Battisti no Brasil, evitando a sua devolução para a Itália, onde pagaria pelos crimes cometidos naquele país, pela forma como foi tomada, caracterizou-se como mais uma demonstração da irresponsabilidade com que ex-presidente costumava tratar assuntos sérios. Aliás, o uso do "jeito moleque" como comportamento frente às crises governamentais, foram a marca registrada de Lulla, a exemplo de quando teve seus "amiguinhos" flagrados comprando apoios de deputados, naquela "nojeira" conhecida como Escândalo do Mensalão, e o digníssimo presidente, para não ser envolvido nas falcatruas engendradas por alguns dos seus mais íntimos assessores, preferiu fazer papel de idiota, ao fingir que não sabia de nada, mesmo com a trama tendo sido "desenhada" em salas contíguas ao seu gabinete de trabalho. Desde aquela época, qualquer resquício de respeito que a figura de Lulla ainda impunha, esvaeceu-se de forma definitiva, deixando claro o quão falsa era aquela imagem de "presidente gente-boa", a quem Brizola, do alto da sua vasta experiência política, costuma chamar de "sapo barbudo". Tomara que o Brasil um dia aprenda a lição, e retome a consciência de que muitas vezes o sujeito de agradável convívio, que se caracteriza por ser piadista e "safo", pode até ser um bom companheiro para os momentos de lazer, quando a principal pauta é "jogar conversa fora", mas quase sempre, principalmente em termos de trabalho, será alguém inconfiável, com o qual teremos de ficar sempre "com um pé atrás".
Júlio Ferreira
Recife - PE

TELA:jean tengnagel

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

RUA AVANHANDAVA EM SÃO PAULO


Avanhandava
Rubens Ramon Romero
Quantas certezas pela Rua Avanhandava antiga:
o mundo sempre foi antigo,
a vida deliciosa,
sempre houve lugar pacato,
o sol descobrira a rua.
Seguir... Seguir caminhos
ao som das canções
e dos acordes poéticos.
Parar para um café expresso amigo, contigo,
Saborear massas olhando quem passa.
Deixar-se levar mansinho pelo cheiro do molho Mancini.
Apreciar o jeito com que me explicavas tudo, com as mãos.
E na noite quando as cadeiras foram postas nas calçadas,
soavam nas mãos dos serestei ros, harmonia cantada.
Em nenhum momento havia dúvidas
que o tempo também passava na cadência,
e o ritmo na canção.
Entre as tantas lembranças que trouxemos
está um ar de encanto da Avanhandava
e uma promessa de voltar um dia.
Pisar novamente nessa rua,
sentir aquela brisa do ar reconhecida e
fazer com que ouçam nossas vozes
em nossos versos, em antigas canções,
em qualquer canto de bar,
no Bar do Canto.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

LEO CAVALCANTI


RELIGAR E DAR OUVIDOS AO MISTÉRIO:
O POP TRANSCENDENTAL DE LEO CAVALCANTI
Por TATÁ AEROPLANO

Leo Cavalcanti foi um desses encontros mágicos. Tulipa sempre dizia: “Tatá! Você tem que conhecer o Leo! Você tem que conhecer o Leo!” O que aconteceu no final de 2005 em
São Lourenço, MG; foi amizade e afinidade musical dessas que pouquíssimas vezes
acontecem. E agora estou aqui com a missão de escrever sobre e totalmente absorvido por esse lindíssimo trabalho, que não cabe em palavras e sensações porque é metafísico, é plural, é movimento, é arte no seu estado mais elevado.
“Religar” tem que ser escutado com calma, como se estivesse numa sessão de cinema, só
você e a tela, só você e as músicas, palavras, sons, sensações, imagens, amores, danças, ritmos, lugares,essências, sabores e quando você se dá conta, o disco acabou,
o filme terminou. É uma película sonora que vai te embalar, um clássico!
Então você dilata o tempo para apreciar mais e mais vezes.
Projeto realizado com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura - Programa de Ação Cultural - 2009.
DELEDELA
As canções são fortes, viciantes, dançantes, com melodias e letras lindas. E você quer mais, quer mostrá-las aos mais próximos e naturalmente elas ganharão a dimensão das rádios, embalarão trilhas e histórias de vida mundo afora. O disco do Leo é exatamente assim, genuinamente “Pop”, ou melhor, “Pop Transcendental”.
Dar “Ouvidos ao Mistério” é o nome da primeira faixa, e dar ouvidos ao grande mistério é fundamental para prosseguir viagem em “Religar”, disco produzido por
Leo, Décio 7 e Cris Scabello, mixado por Gustavo Lenza e masterizado por Felipe Tichauer Betão Aguiar também participou da produção de algumas faixas que estão no disco. Os arranjos em geral foram criados por Leo, assim como a concepção sonora que foi desenvolvida inicialmente em seu estúdio caseiro e totalmente integrada ao processo de composição. É um trabalho criado e confeccionado a partir de muitas edições, misturando elementos acústicos e eletrônicos como retalhos – religados, resultando num disco de camadas. Outra coisa muito bem acertada em Religar, foi a maneira como Leo trabalhou as camadasde vozes, sempre com muita criatividade e propriedade. A banda formada por; Guilherme Held (guitarra), Marcelo Dworecki (contrabaixo) e Décio 7 (Bateria), marcou presença com personalidade, acrescentando uma série de elementos sonoros de modo a refinar e tornar orgânicos os arranjos produzidos por Leo. O disco conta com a participação de Tulipa em “Sem (des)esperar”, Marcelo Jeneci em “Acaso”, Douglas Felis tocando Alaúde e Derbak, entre muitos instrumentistas. Eu tive a felicidade de participar em “Chuvarada”, música nossa, única parceria do álbum todo composto por Leo. Religar é um álbum tecnicamente primoroso, épico, místico e conceitual, concebido com paixão,
questionamentos, embates do eu com o outro, onde Leo se entrega de corpo e alma, traz o mundo para dentro de si e recria suas influências com originalidade.
Alaúdes, castanholas, música oriental, djambes, flamenco, violinos, trompetes, música
norte-americana, estalos, afoxés, bandolins, cellos, programações eletrônicas estão em plena harmonia com a banda e cada palavra cantada por Leo: Artista sublime! Cantor extraordinário!O mestre Glauber é reverenciado com vinhetas do filme “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, Fernando Pessoa com o Livro do Desassossego ganha citações na canções “Soldado” e “Vou Ser Você”, e Frederico Garcia Lorca aparece na “Vinheta: Cantos Novos” Cada canção de “Religar” dialoga com a procura incessante de mudar, de buscar o mundo mas sem deixar também de olhar pra dentro. Em “Inalcançável Você”, Leo diz:
E se eu disser que eu quero aprender a me amar
e te amar também ao mesmo tempo
Você teria tempo?
e depois emenda:
Eu inventei o Inalcançável Você
me fiz escravo do meu medo de ser.
Já a belíssima música que dá nome ao álbum começa com os versos
Me cansei do cansaço
de não buscar meu mais sincero porque dói demais
outros trechos da mesma canção são muito reveladores
Ensaios de encontro com Deus
Mas é um ego velho que desenha os sonhos seus
e em seus traços a verdade se escondeu (…)
o meu frágil é meu forte
morte é sempre um renascer
o milagre é uma constante
é só querer ver
pra ser”.
“Religar” é a sétima faixa do disco e está justamente no centro, no meio, religando o início ao fim.Conversando via email com o Leo sobre o processo de criação e concepção do disco, transcrevo umtrecho que acho ser fundamental para “Religar”:
“A constante necessidade de transformação, do superar-se… do deixar-se nu para si mesmo, comsuas fraquezas e forças… creio ter a ver com isso. Colocar-se em xeque para poder ser realmenteespontâneo e amar-se verdadeiramente. Essa é uma questão que todos vivem em algum nível:
a grande dificuldade de se enxergar e de ser realmente livre consigo mesmo. Uma questão destaera, que está atingindo seu limite… penso que essa é a principal mensagem do disco.Assumir o absurdo e a beleza da existência, a fraqueza e as limitações do estado atual deautoconsciência e o grande potencial disso tudo. Religar é o que podemos fazer”.O mundo precisa ser apreciado com tempo, com olhos atentos, com calma e paciência, com
“A Tal da Paciência”. É preciso estar atento e forte, respirar fundo, recomeçar e religar.Leo nos presenteia com canções lindas, ensinamentos pra nossa geração, música feita pro corpo e pra alma com muito amor, ciência, desprendimento e (in)consciência.Leo, obrigado por me fazer voar esses dias. Obrigado por esse belo disco.
Tatá Aeroplano
Mercedes Tristão / Carola González
namídia assessoria de comunicação
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DELEDELA
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