terça-feira, 23 de agosto de 2011

OS THE DARMA LOVERS


s the Darma Lóvers voltando ao Ocidente Acústico pra abastecer nossos universos de música nesta quinta, 25/Agosto, 22:00.



Vamos re-conectar as clássicas com allgumas nowíssimas do álbum “ESPAÇO” ,gravado aos poucos pra causar muito.

Daqui a uns dias largaremos algo no ar, por hora o show é o melhor link.



Show completo, banda completa > alegria idem pra ser compartilhada, exxpandida e devidamente dedicada.



Te esperamos lá !> Nenung+ Irinia+ 4Nazzo+ Thiago+ Sassá+ Jimi Joe. AbraçoLuZs!





O que mesmo?

Os the Darma Lóvers no projeto Ocidente Acústico.



Onde meu fío? Ocidente Bar => rua João Telles esquina Oswaldo Aranha/POA-RS-33121347.



A que horas seria? 22:00 a abertura dos portões.



E quanto? R$20,00 real.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

GLAUBER ROCHA


Sobre GLAUBER ROCHA

Clevane Pessoa

Para Everi Carrara, que sabe salvar a Memória dos que se vão mas aqui permancem entre nós:

A calma e a lucidez em transe,
traduzida em imagens preto-brancas, nívea-ebúrneas ,
no movimento das pessoas nas passagens das entranhas
de emoções compartilhadas,
nas ações sobre a terra, pois "tenho duas pernas e dois pés
e sob ele, Terra" disse o poeta (*)
que descansa agora-ou rodopia e canta
em outra dimensão.
As cenas que levaste às telas, do imaginário humano,
da realidade desumana, são agora patrimônio de tua genialidade.
A POIESIS cênica , mesclada a roteirização
das revoltas, devaneios, vivências e insitências
da sofrida gente nas terras brasilis,
sempre serão admiridas, assistidas, aplaudidas.
Hoje, és ícone de um tempo que registraste , na arte sétima,
com decodificação lógica
e inspiração última.
Mas teu Cinema é o último de uma era,
que se si próprio recomeça:
a-fila-que-anda
o sol, o diabo e deus
na crença que desanda
em tantas almas gritantes,
maltrapilhas de vãs esperanças .

GLAUBER, rocha em meio
a oceano de combates
a água bate-bate
-mas não te derrubará, pois tua matéria
e a quela rara que se multiplica
de sua própria existência.

Não morreste, não morrerás.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Bilá Bernardes


Para

Para se ter direito,
a palavra
exata

Para se ver direito,
o olhar
atento

Para se ser direito,
o respeito
mútuo

Para seguir direito,
o aprendizado
no erro
Bilá Bernardes

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

RODOLFO JOSÉ ANDRELLO


não contente em desmatar a própria casa, Brasil deve financiar desmatamento na Bolívia
Segundo noticiado pela BBC, o governo boliviano pretende construir uma estrada que corta uma área de preservação ambiental, que abriga três populações indígenas diferentes, além de uma fauna e flora de valor inextimável.
e como pode imaginar qualquer criança da quarta série, teremos um novo processo de colonização em pleno século XXI, com diminuição da proteção dos pele-vermelhas, juntamente com a biodiversidade que os rodeia.
o que mais me revolta é a injeção de dinheiro brasileiro, via BNDS, pois acabei de divulgar uma matéria falando da construção de termoelétricas no Brasil, com toda implicação negativa para o meio-ambiente que ela representa, e mal acabo de escrever das usinas, já me pego escrevendo sobre o nosso próprio desrespeito a natureza, até do lado de lá da fronteira.
como cantou Renato Russo na legião urbana: quem me dera ao menos uma vez, como a mais bela tribo, dos mais belos índios, não ser atacado por ser inocente.
mas como disse outro poeta: enquanto houver burguesia, não vai haver poesia!

Acho importante mencionar que a floresta a ser desmatada é parte da floresta amazônica que se encontra em território boliviano, que o governo ali já ignorou diversos abaixo-assinados e o objetivo da estrada é o de transporte de mercadorias até a cidade de La Paz.

mas chegará o dia, onde querendo ou não a burguesia e os poderosos comtemplarão a realidade que estão cavando a própria sepultura, chegando ao seguinte dilema: ou preserva a natureza ou o homem deixará de existir. ou usando o português mais objetivo: ou deixa de destruir ou morre!
Hitler essa hora deve estar se remoendo no túmulo, pois como assassino viveu e como consequencia precisou recorrer ao suicídio porque seria julgado verdadeiramente como um assassino; em contra partida, os detentores do poder atualmente matam deliberadamente, invadindo nações soberanas ou sendo convidados para ali entrar e destruir o que encontrarem pelo caminho, (incluindo humanos e outras espécies) com o objetivo de manter o mercado, e ainda sim, são protegidos pelo direito.
se quiser ler a matéria acesse:

http://www.bbc.co.uk/go/portuguese/em/htm/-/portuguese/noticias/2011/08/110816_estrada_bolivia_video_dg.shtml

Postado por Rodolfo José Andrello

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

ADRIANA MANARELLI


Neon
(Adriana Manarelli)

Silêncio!...
Esse fosso selado
Reconduz
A plenos pulmões
Ao lado esquerdo
Que azul, azul
Sobrevoa a vertigem:
Escrutínio equânime,
Ladeira íngreme
Escarolando a interna turquesa.

Unidade totalitária:
Sanguessuga que emana
Do imo,
Entorpecente argúcia
Que me fala ainda mais límpida
Na luz cor de aço,
Flutuando,
Ampliado de minúcias.

Meus estilhaços:
Percepções sensoriais e fluxos,
Rubro-negros algodões cinzentos,
São como sombras entalhadas nas rochas
Submersas no redemoinho da memória
Para sempre emergindo lucernas.

03/ 08/ 2011/tela: johannes vermeer

BANDA AUTORAMAS NA RETA FINAL....


O Autoramas está na reta final da mixagem do seu novo disco, já batizado de "Música Crocante".

E pra bancar seu lançamento, estamos adotando um esquema - moderno e fora dos padrões - chamado crowdfunding. Ou seja, qualquer pessoa pode comprar uma cota do projeto, e em troca receber uma recompensa. Tem vários tipos de recompensa... De acordo com cada valor, você pode receber na sua casa desde o CD autografado com seu nome nos agradecimentos até uma guitarra que já usamos muito...
Pra participar é só clicar aí: http://www.embolacha.com.br/projeto/71-autoramas-muosica-crocante
Últimos dias!!

Tem tudo muito bem explicadinho, incluindo o video com mais uma sensacional atuação do Bacalhau!

Contamos com sua participação!
Muchas gracias!
RRRRRRROCK!

Lançamento | Mutações - A invenção das crenças


Coletânea de artigos filosóficos discute as distâncias entre a fé e a razão
Título: Mutações – a invenção das crenças
Organizador: Adauto Novaes
Número de páginas: 530
Formato: 16 x 23 cm
Preço: R$ 70
ISBN: 978-85-7995-014-8


As crenças religiosas, políticas ou sociais sempre tiveram papel determinante na história. Basta lembrar que elas dão nome às mais diversas civilizações, como a Civilização Ocidental Cristã, a Civilização Islâmica ou, hoje em dia, a Civilização Tecnocientífica, explica Adauto Novaes em Mutações – A invenção das crenças, quarto volume da série Mutações, publicado pelas Edições SESC SP.
Nesta obra, as crenças são entendidas como “os ideais políticos, os valores morais e éticos, as novas visões de mundo, as construções imaginárias nas artes, enfim, tudo aquilo que Paul Valery define como coisas vagas, isto é, tudo aquilo que se opõe aos fatos ou à ‘realidade’”. E, para refletir sobre as crenças e os saberes, a fé e a razão e até mesmo sobre a descrença, Adauto Novaes reuniu contribuições de 22 filósofos brasileiros e estrangeiros em um compêndio profundo, que busca superar as dicotomias e instigar o questionamento, insinuando até que, talvez, o conhecimento racional desta época tecnocientífica seja feito da mesma argila mítica com a qual foram moldados os homens.
Os artigos, assinados por nomes como Franklin Leopoldo e Silva, Vladimir Safatle, Jorge Coli, Jean-Pierre Dupuy, Fraçois Jullien e Pascal Dibie, são resultado das palestras apresentadas no Ciclo Mutações – A invenção das crenças, em 2010, no SESC Vila Mariana, em São Paulo, que também foi realizado nas cidades de Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre, Curitiba e Belo Horizonte. Para o diretor regional do SESC SP, Danilo Santos de Miranda, o livro tem a grandiosidade de toda inquietação. “Creio que, ao publicar este livro, o SESC São Paulo tem a nítida certeza de que há mais libertação nas palavras nele inseridas que amarras; há mais sentido que caos. Sinto no frescor desta incólume pupa o prosperar de voos grandiosos e mutantes”, afirma ele.
Pela série Mutações, Edições SESC SP já publicou Mutações – A experiência do pensamento, além das obras A condição humana – As aventuras do homem em tempos de mutações e Mutações – Ensaios sobre as novas configurações do mundo, ambas em parceria com a Agir Editora.

Sobre o organizador – Adauto Novaes é jornalista e professor; foi por vinte anos diretor do Centro de Estudos e Pesquisas da Fundação Nacional de Arte/Ministério da Cultura. Em 2000, fundou a empresa de produção cultural Artepensamento. Os ciclos de conferências que organizou resultaram nos seguintes livros de ensaios: Os sentidos da paixão, O olhar, O desejo, Ética, Tempo e história (Prêmio Jabuti), Rede imaginária: televisão e democracia, Artepensamento, A crise da razão, Libertinos/libertários, A descoberta do homem e do mundo, A outra margem do Ocidente, O avesso da liberdade, Poetas que pensaram o mundo, O homem-máquina, Civilização e barbárie, O silêncio dos intelectuais, todos editados pela Companhia das Letras. Publicou ainda A crise do Estado–nação (Record, 2003), Muito além do espetáculo (Senac São Paulo, 2000), Oito visões da América Latina (Senac São Paulo, 2006), Ensaios sobre o medo (Edições SESC SP/Senac São Paulo, 2007), O esquecimento da política (Agir, 2007), Mutações: ensaios sobre  as novas configurações do mundo (Edições SESC SP/Agir, 2008), A condição humana (Edições SESC SP/Agir, 2009) e Vida Vicio Virtude (Edições SESC SP/Senac São Paulo, 2009). 





Conheça os 23 textos que compõem o livro e seus respectivos autores:




A invenção das crenças - Adauto Novaes
Incerteza e descrença - Luiz Alberto Oliveira
A lenda do Grande Inquisidor: a noite das crenças - Frédéric Gros
Os últimos dias de um profeta - Newton Bignotto
Crença, mística e saber oculto - Franklin Leopoldo e Silva
Fé e saber - Oswaldo Giacoia Junior
Crença: aquém e além da razão. Da Europa para a China, ida e volta - François Jullien
Ciência e religião: crença contra crença? - Sergio Paulo Rouanet
Crer é não crer: as crenças religiosas, a violência e o sagrado - Jean-Pierre Dupuy
Heresias (Pensamentos ateológicos) - Michel Deguy
Ave, Maria - Michel Deguy
Ceticismo, erro, verdade - José Raimundo Maia Neto
Crença na palavra, aposta no sujeito - Maria Rita Kehl
A crença no melhor argumento: sobre o fundamento fantasmático da autoridade - Vladimir Safatle
Crença e militância: o santo combate - Eugênio Bucci
Crença e opinião - Marcelo Coelho
Crença, descrença de si, evidência - Renato Lessa
As armadilhas da história universal - Marcelo Jasmin
Camus e o Mediterrâneo: do absurdo ao sol do meio-dia - Olgária Matos
Sobre crença e experiência - João Carlos Salles
Razão crítica, razão instrumental e crença - Antonio Cicero
Triste e sorridente metafísica - Jorge Coli
As portas das crenças - Pascal Dibie