quinta-feira, 27 de outubro de 2011

terça-feira, 25 de outubro de 2011

ARNALDO BAPTISTA


Arnaldo Baptista volta aos palcos só com piano: ‘É um lado mais íntimo meu’

Por Gabriel Nanbu | Container Conteúdo – qua, 12 de out de 2011 12:02 BRT
yahoo


Arnaldo Baptista, o cérebro criativo dos Mutantes, retornou ao palco após 30 anos de hiato, com duas apresentações comoventes do show "Sarau Benedito". No sábado (8) e no domingo (9), munido apenas da voz e um piano de cauda, o músico revisitou canções de sua carreira (solo e com os Mutantes) no Sesc Belenzinho, em São Paulo. Ele foi recebido calorosamente pelo público e contou ao Yahoo! que se surpreendeu com a experiência.

Foto: Fabio Heizenreder

"(A apresentação) com piano foi um lado mais íntimo meu. Eu não tinha ideia de como iria me portar no palco, e foi gostoso", disse o roqueiro, que atualmente trabalha em seu próximo disco solo, "Esphera", no sítio em que vive, em Juíz de Fora (MG).

Nas duas apresentações, pequenas e intimistas (o teatro do Sesc Belenzinho possui 392 lugares), o músico foi prestigiado por um público na faixa dos 30 anos, que teve de disputar os poucos ingressos disponíveis, esgotados em apenas quatro horas. Eram pessoas que nem haviam nascido na época de lançamento de seus principais discos. Ainda assim, cantaram hinos como "Balada do Louco", "Ando Meio Desligado" e "Será que eu vou virar bolor?".

Com a voz um pouco fraca no começo do primeiro show (um tanto, talvez, pelo nervosismo da estreia), o mutante foi crescendo no decorrer da apresentação. Ele brincou com a plateia, fez caretas, tocou "Blowin' in the Wind", de Bob Dylan, e terminou o show ovacionado.

Arnaldo concedeu uma entrevista ao Yahoo! e falou sobre os shows em São Paulo, música e vida.

Você parecia um pouco nervoso em seu primeiro show em São Paulo. Como foi realizar a apresentação nesse formato intimista?
Eu, idealista, estava pensando em fazer um show com amplificador valvulado, mas, para isso, seriam necessários bateria, contrabaixo e guitarra. Só com piano e voz, tornou-se algo mais íntimo. Eu não tinha ideia de como iria me portar. É gostoso porque cada show é muito diferente do outro. Gostei do resultado. É uma experiência nova para mim, nunca havia tocado nesse formato.

As letras ficam mais evidentes só com piano e voz.
Sim. Em shows dos Mutantes, o público ficava berrando entusiasmado. Nesses últimos, houve uma espécie de silêncio. A plateia ficou muito atenta. O show vendeu rapidamente, e parece que o público gostou.

Grande parte do público nem tinha nascido quando o Mutantes acabou. A que se deve essa renovação de seus fãs, na sua opinião?
Não sei se estou certo, mas acho que a conexão com o público tem a ver um pouco com a segunda infância que eu tive. Depois de eu cair (Arnaldo despencou do quarto andar de um hospital psiquiátrico em 1982 e teve sequelas), tive de aprender a falar e a entender a vida com o lado infantil. Acho que compartilho isso com esse público. Isso me deixa entusiasmado.

Você pretende levar o show "Sarau Benedito" a outros lugares?
Sim. É só uma questão de acertar. Está em aberto.

Como você compõe, atualmente?
Faço bastante coisa no piano. Não é sempre que consigo fazer muitas músicas. Às vezes, fico três dias sem produzir nada. Mas, às vezes, parece que abre uma torneira e faço duas ou três músicas numa sentada. Muita gente me pergunta o que me inspirou a escrever a "Balada do Louco". É como comparar a beleza de uma miss com o da Audrey Hepburn. Não dá para fazer igual. O que me inspira a compor varia muito em função do que eu tenho ao meu alcance no momento. Hoje, sou levado a compor muito em função de pintura (Arnaldo também é artista plástico).

Como vai ser o "Esphera", seu próximo disco?
Ele vai tentar abranger a totalidade do meu lado musical. Se por um lado, tem uma música que fala sobre um gatinho brincando com cetim, mais infantil, também existe uma canção como "Here Comes the Devil", que fala sobre algo mais espiritual. É difícil prever o que será o "Esphera".

O Sérgio Dias (irmão de Arnaldo) ainda faz shows ao vivo com Os Mutantes. Você chegou a vê-los no Rock in Rio?
Eu não sabia o dia e acabei não vendo. Vi o Frejat e outras coisas, mas não gostei muito. Não tinha instrumentos Gibson. Não tinha amplificadores valvulados. Isso me fez achar os shows um pouco decadentes.

Você encararia um festival grande?
Eu, pessoalmente, penso em tocar sozinho: banda de um homem só. Se conseguir estruturar, posso fazer um show com guitarra, contrabaixo e bateria, mas isso envolve um pouco de trabalho logístico, e eu ainda não estou pronto. Por isso, estou tentando o piano agora, mas um dia vou levar adiante essa ideia.

Desperta algum sentimento em você quando toca músicas dos Mutantes?
Fico muito contente com o fato de o público saber as letras, mas eu simplesmente sei de cor essas músicas. Às vezes elas entram na minha mente. Foram tantas vezes que as toquei que nada me evoca lembranças ou pessoas.

Muita gente vê a ‘Balada do Louco’ um espelho de sua própria experiência de vida. Você se considera feliz, como diz a letra?
Eu me sinto feliz por estar pesquisando constantemente. Um exemplo disso é eu tocar só com o piano, algo que fazia e casa, mas não imaginava levar a um show. Isso, para mim, é importante, porque eu consigo estudar até onde consigo chegar com esse instrumento. Vou descobrindo minha própria capacidade. Em termos gerais, creio que também sou feliz. Estou do lado de pessoas que eu amo.

O que diria a sua ex-companheira de Mutantes, Rita Lee, se a encontrasse hoje?
Ah, pra falar faz anos e anos que não falo com a Rita Lee. Eu prefiro não pensar no que não aconteceu, porque eu não tenho ideia mesmo. Acho que nem falaria nada de profundo. Mas não gostaria de falar sobre isso agora.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

JOSE MARIA LEAL PAES


Como um dromedário colorido
josémariaLealpaes

Irá Lula da Silva ao enterro de Kadafi, o sinistro carrasco de Lockerbie, Escócia? No desvario patológico que o açula, Lula - acometido de lesão ótica comum a tiranetes assumidos ou enrustidos - enxergava em Kadafi um líder mundial incomum, como um dromedário colorido. Para o estadista de abc do ABC paulista, o coronel líbio seria o degrau africano, besuntado de petróleo, que o ajudaria a se tornar secretário-geral da ONU, delírio que os boquinhocratas petistas plantaram, alimentaram e espalharam - cinica e morbidamente deslumbrados. Analfabeto, na sentença de Caetano Veloso, Lula mantém-se presepeiro, autólatra e exótico. Não tão distante, guardadas as proporções e as bravatas, do morto, posto e histrião Kadafi.

CARLOS VEREZA


NIÓBIO: O QUE PODERIA SER A REDENÇÃO DO BRASIL!
BRASILEIROS E BRASILEIRAS...ISTO É MAIS UMA VERGONHA DO NOSSO GOVERNO!!! POR FAVOR, REPASSEM PARA TODOS OS AMIGOS! LEIAM ATÉ O FINAL,OK?



NIÓBIO

Você já ouviu algo a respeito ?
Nióbio, o metal que só o Brasil fornece ao mundo. Uma riqueza que o povo brasileiro desconhece e tudo fazem para que isso continue assim.
Como é possível o fato de o Brasil ser o único fornecedor mundial de nióbio (98% das jazidas desse metal estão aqui), sem o qual não se fabricam turbinas, naves espaciais, aviões, mísseis, centrais elétricas e super aços; e seu preço para a venda, além de muito baixo, seja fixado pela Inglaterra, que não tem nióbio algum?
EUA, Europa e Japão são 100% dependentes do nióbio brasileiro. Como é possível em não havendo outro fornecedor, que nos sejam atribuídos apenas 55% dessa produção, e os 45% restantes saíndo extra-oficialmente, não sendo assim computados.
Estamos perdendo cerca de14 bilhões de dólares anuais, e vendendo o nosso nióbio na mesma proporção como se a Opep vendesse a 1 dólar o barril de petróleo. Mas petróleo existe em outras fontes, e o nióbio só no Brasil; podendo ser uma outra moeda nossa. Não é uma descalabro alarmante?
O publicitário Marcos Valério, na CPI dos Correios, revelou na TV para todo o Brasil, dizendo: “O dinheiro do mensalão não é nada, o grosso do dinheiro vem do contrabando do nióbio”. E ainda: “O ministro José Dirceu estava negociando com bancos, uma mina de nióbio na Amazônia”.
Ninguém teve coragem de investigar… Ou estarão todos ganhando com isso? Soma-se a esse fato o que foi publicado na Folha de S. Paulo em 2002: “Lula ficou hospedado na casa do dono da CMN (produtora de nióbio) em Araxá-MG, cuja ONG financiou o programa Fome Zero”.
As maiores jazidas mundiais de nióbio estão em Roraima e Amazonas (São Gabriel da Cachoeira e Raposa – Serra do Sol), sendo esse o real motivo da demarcação contínua da reserva, sem a presença do povo brasileiro não-índio para a total liberdade das ONGs internacionais e mineradoras estrangeiras.
Há fortes indícios que a própria Funai esteja envolvida no contrabando do nióbio, usando índios para envio do minério à Guiana Inglesa, e dali aos EUA e Europa. A maior reserva de nióbio do mundo, a do Morro dos Seis Lagos, em São Gabriel da Cachoeira (AM), é conhecida desde os anos 80, mas o governo federal nunca a explorou oficialmente, deixando assim o contrabando fluir livremente, num acordo entre a presidência da República e os países consumidores, oficializando assim o roubo de divisas do Brasil.Todos viram recentemente Lula em foto oficial, assentado em destaque, ao lado da rainha da Inglaterra. Nação que é a mais beneficiada com a demarcação em Roraima, e a maior intermediária na venda do nióbio brasileiro ao mundo todo. Pelo visto, sua alteza real Elizabeth II demonstra total gratidão para com nossos “traíras” a serviço da Coroa Britânica. Mas, no andar dessa carruagem, esse escândalo está por pouco para estourar, afinal, o segredo sobre o nióbio como moeda de troca, não está resistindo às pressões da mídia esclarecida e patriótica.
Cadê a OAB, o MFP, o Congresso Nacional ???
Os bandidos são mais honestos!
O nióbio apresenta numerosas aplicações. É usado em alguns aços inoxidáveis e em outras ligasde metais não ferrosos. Estas ligas devido à resistência são geralmente usadas para a fabricação de tubos transportadores de água e petróleo a longas distâncias.
Usado em indústrias nucleares devido a sua baixa captura de nêutrons termais.
Usado em soldas elétricas.
Devido a sua coloração é utilizado, geralmente na forma de liga metálica, para a produção de jóias como, por exemplo, os piercings.
Quantidades apreciáveis de nióbio são utilizados em superligas para fabricação de componentes de motores de jatos , subconjuntos de foguetes , ou seja, equipamentos que necessitem altas resistências a combustão. Pesquisas avançadas com este metal foram utilizados no programa Gemini.
O nióbio está sendo avaliado como uma alternativa ao tântalo para a utilização emcapacitores.
O nióbio se converte num supercondutor quando reduzido a temperaturas criogênicas. Na pressão atmosférica, tem a mais alta temperatura crítica entre os elementos supercondutores, 9,3 K. Além disso, é um dos três elementos supercondutores que são do tipo II ( os outros são o vanádio e o tecnécio ), significando que continuam sendo supercondutores quando submetidos a elevados campos magnéticos.
http://www.tribunadaimprensa.com.br/?p=17578

AUTORAMAS


Show de lançamento do novo disco do AUTORAMAS !!!!
MÚSICA CROCANTE
Um lançamento Coqueiro Verde Records
29 de Outubro, sábado, 23:59,
No Beco 203 - Rua Augusta, 609, São Paulo
Show de Abertura: Filhos da Judith

R$30 na hora
R$20 na lista
http://beco203.com.br/agenda-beco-sp.php?c=407
na opção nome na lista
9 de novembro - lançamento no RIO! - Studio RJ
12 de novembro - lançamento em BH - Music Hall
www.autoramasrock.com.br

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

ZABOMBA LANÇA CD E CONVIDA NEY MATOGROSSO


Zabomba lança CD e convida Ney Matogrosso

Secos & Molhados, David Bowie, Tropicalismo, androginia, balanço, groove. Todos estes elementos se fundem no caldeirão sonoro da banda Zabomba, que lança seu terceiro disco Vivendo de Truque, que sai pelo selo Label A no mês de outubro. O show de lançamento acontecerá no dia 20, no Studio SP, e conta com a participação mais que especial de Ney Matogrosso.
Ney conheceu o quarteto paulistano através de seu percussionista, gostou e gravou a faixa “Mente” no Vivendo de Truque (Label A). Segundo declaração que deu recentemente para a revista Rolling Stone Brasil, a Zabomba é a única banda que considera como parceira atualmente. No show, Ney Matogrosso subirá ao palco para interpretar esta, e ainda as músicas “Pronomes”, da Zabomba; “Poema”, de Cazuza e “Tanto Amar”, de Chico Buarque. O restante do repertório da noite contará com as músicas novas e também com os hits que os fãs entoam direitinho como “Sansão” e “Dançar sem Par”. Como se tudo isso não bastasse, eles ainda prometem surpreender o público de São Paulo.
A Zabomba, banda de jovens e fiéis fãs, está na estrada há 11 anos. Já teve seu som rotulado de “rock tropical”, e seus quatro integrantes, Rafa Z (Vocal), Beto Boing (Baixo), Paulo Passos (Guitarra) e Marcelo Bonin (Bateria) concordam com o termo. “Nossa formação é a de uma banda de rock, mas usamos células rítmicas bem brasileiras, muito groove e o resultado é explosivo e dançante”, afirmam.
Contagem regressiva para o dia 20 de outubro, vem?
Zabomba com participação de Ney Matogrosso
Lançamento do disco Vivendo de Truque (Label A)
Studio SP
Rua Augusta, 591, Consolação – São Paulo SP
20 de outubro
Porta: 21h / Show: 23h
Preço: R$ 35 (tanto antecipado quanto na porta)
Making of de “Mente”, gravado no Estúdio Angels: www.zabomba.com
nathália
INKER AGÊNCIA CULTURAL
55.11.92326387
55.11.77609826
ID 85*244328
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