segunda-feira, 31 de outubro de 2011

NENUNG E PROJETO DRAGÃO


Oi ! É em cima da hora mas o desdobre foi grande até conseguirmos confirmar > show com o

Projeto Dragão nesta terça véspera de feriado conforme fala o release abaixo, sim > este é um convite!
Nenung e Projeto Dragão fazem show no Sesc Pompéia
O show Serenoato estará pela primeira vez em São Paulo, e tem entrada franca
Dia 01 de novembro de 2011, às 21h, Nenung e o Projeto Dragão pousam pela primeira vez em solo paulista. A banda criada este ano em Porto Alegre, mostrará suas canções reflexivas , poéticas e instigantes dentro do projeto Prata da Casa, realizado na Choperia do SESC Pompéia (Rua Clélia, 93, São Paulo, fone 11 3871-7700).
O show “Serenoato” tem direção do cineasta Carlos Gerbase e une composições do EP de estréia do Projeto Dragão : “Serenoato de Ludicidez”- que conta com a participação de Dado Villa-lobos- e tem sido recebido com entusiasmo pelo público e crítica pela sua força criativa - junto a versões de suas bandas de origem mais as ditas (sub) versões, canções que vertidas para sua linguagem própria deixam explícitas muitas influências e podem visitar de Cartola a John Lennon.Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados na bilheteria do Sesc a partir de uma hora antes da apresentação.
www.projetodragao.com
Nenung é poeta, performer e compositor. É parceiro de diversos artistas, entre muitos, Dado Villa-lobos, Paula Toller, Mariana Aydar e Wander Wildner. Circulando e criando pela música desde o final dos 80 pelos arredores de Porto Alegre, em 1999 cria Os the Darma Lóvers – banda de folk-rock meditativo que se torna uma cult-band com admiradores espalhados por várias partes do mundo que permanece ativa com 5 álbuns lançados entre Brasil e Europa.

Em 2010 se reúne ao baixista e produtor TH Heinrich - ao guitarrista Maurício”FUZZO” (Locomotores) e ao baterista Rastafael dando forma ao Projeto Dragão: blues, folk, literatura, intervenção e rock destilados com personalidade delineiam o caminho.Dragão, na simbologia oriental, é tido como tão forte e capaz de gerar transformações como a música. Capaz de inspirar, colorir e animar qualquer ambiente em que se encontre. São reconhecidos como protetores da clareira onde pousa a liberdade de nossa mente.
Serenoato – Nenung e Projeto Dragão
Dia 1º de novembro, às 21h

Choperia do SESC Pompéia

Rua Clélia, 93 - São Paulo. Fone 11 3871-7700

Senhas uma hora antes, no local.

NOVO CD DA BANDA TOMADA


O terceiro disco do Tomada é também o seu mais maduro registro. Muito disso se deve à entrada do excelente Marcião Gonçalves, um dos melhores guitarristas em atividade no Brasil. Explorando timbres e texturas com a curiosidade de uma criança em uma loja de brinquedos, Marcião colocou o som do Tomada em outro nível, tornando ótimo o que já era muito bom. As cores brilham, fortes e espessas, em arranjos repletos de detalhes. Das levadas de bateria ao groove do baixo, passando pelo tempero especial proporcionado pelo criativo trabalho de Lennon Fernandes, a parte instrumental segue na trilha do rock dos anos 60 e 70, mas inserindo algumas pitadas que fazem toda a diferença.

Ricardo Alpendre, inegavelmente um grande intérprete, mostra a segurança de sempre, mas surpreende de forma positiva nas canções mais calmas, como “Entro em Órbita” e “DC-3”, essa última com enorme influência de Guilherme Arantes.

O legal é que a banda não se limita a um estilo específico, navegando com a classe característica por vários caminhos. Cada faixa tem uma cara própria, o que torna o álbum uma surpresa constante. Do peso de “(Quero Ter) Uma Música Forte” à psicodelia sutil de “Ela Não Tem Medo”, passando pelo rock puro de “Catarina” e “Blá Blá Blá, Blá Blá Blá”, o que salta aos ouvidos é um trabalho redondo, requintado na medida certa, com tudo no lugar.

Mas, sem dúvida, o principal destaque vai para a excelente “O Calor de Abril”. Com uma letra que tem um lirismo inteligente, o arranjo leva o ouvinte por uma espécie de Jovem Guarda banhada em certeiras doses de lisergia. Grudenta e empolgante, é daquelas faixas que se tornam companheiras para os dias frios, aconchegando corações e confortando sentimentos. O encerramento com “Hoje Eu Não Tenho Muito a Dizer” é outro momento iluminado, com a banda carregando no soul e sendo acompanhada por um esperto naipe de metais.

Fechando o pacote, destaque para a produção, limpa e sem exageros, e para a parte gráfica, com um simples e belo digipak e capa feita por Tiago Almeida.

"O Inevitável" precisa chegar até você. Talvez você não encontre o disco em sua cidade, mas não tem problema. Basta entrar na loja da gravadora Pisces Records para garantir a sua cópia. Faça isso e tenha em sua coleção um álbum que, sem esforço, vai se tornar um dos seus favoritos em pouco tempo.FONTE: WHIPLASH

CARAVANA ANTINUCLEAR




CARAVANA ANTINUCLEAR CHEGA A ITACURUBA E REUNE POVOS INDÍGENAS

Neste domingo a Caravana Antinuclear viveu um dia muito especial, pois ela esteve em Itacuruba, onde é prevista a instalação da usina nuclear. Logo de manhã, enquanto eram montadas as exposições e estandes na Praça do Coreto, uma movimentação tomava conta da aldeia dos índios Pankará. De lá, um grupo de índios e representantes de organizações que integram a Caravana partiram para a beira do rio São Francisco onde foram aguardar os índios das tribos Tuxá e Pankararé.

“Quando eu era criança, lembro-me que os Pankará atravessavam o rio e iam dançar na Bahia e os Tuxá vinham de lá, dançar o nosso ritual aqui”, recordou o índio Jorge França, uma das lideranças do povo Pankará. Desde que ocorreu o processo de inundação da antiga Itacuruba, com a construção da barragem de Itaparica, nunca mais os Tuxá vieram de Rodelas, na Bahia, para Pernambuco. A Caravana Antinuclear favoreceu que os povos indígenas revivessem esse momento histórico. Ainda pela manhã os Tuxá e Pankararé de Rodelas chegaram de barcos na prainha, em Itacuruba, depois de uma travessia pelo rio São Francisco que dura aproximadamente uma hora.

Logo em seguida os índios se dirigiram para o centro da cidade, onde se concentravam as atividades da Caravana: exposição de materiais informativos sobre os riscos da instalação de uma usina nuclear, mini-feira de ciências sobre as fontes renováveis de energia, estandes demonstrativos com orientações de militantes do Greenpeace. A essa altura muitos moradores de Itacuruba faziam fila no estande de coletas de assinaturas para os abaixo-assinados contra a instalação da usina nuclear, que serão encaminhados ao governo, juntamente com a Carta de Itacuruba, documento elaborado pela Caravana Antinuclear.

No salão paroquial aconteceu um debate sobre a instalação da usina nuclear em Itacuruba. Para ajudar a compreensão do problema e estimular o debate foi exibido o filme A Fala do Cacique, este de documentário apresenta Verá Mirim, 94 anos, cacique da Aldeia Guarani Mbya situada a 20 km das usinas nucleares Angra 1, 2 e 3. Falando sobre o desequilíbrio ambiental da atualidade, ele faz revelações proféticas sobre o mundo nuclear. Os índios presentes acompanharam atentamente a exibição do documentário e antes de debatê-lo dançaram juntos o Toré, o seu ritual sagrado. Além das lideranças indígenas, participaram do debate: técnicos e ambientalistas que vieram de Floresta, Serra Talhada e outras cidades, representantes das comunidades quilombolas Negros de Gilú, Poço dos Cavalos e Ingazeira, como também representantes do Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada/IRPAA e da Paróquia de Itacuruba.

No início da noite, encerrando a programação foi apresentado o espetáculo poético musical de educação ambiental Bicho Homem, que utiliza o teatro e a literatura de cordel para abordar problemas socioambientais e o tema da energia nuclear. A cacique Lucélia, da aldeia Pankará, convidou todo o povo presente na Praça do Coreto para dançar um toré contra a usina nuclear. Amanhã a Caravana Antinuclear segue para o município de Jatobá. Ela é realizada pelo MESPE - Movimento Ecossocialista de Pernambuco, em parceria com o Projeto de Educação para uma Cultura de Paz, da Diocese de Floresta, com o apoio do Greenpeace, Cáritas Brasileira, Coordenadoria Ecumênica de Serviço-CESE e da Articulação Anti Nuclear Brasileira.

Contato: Heitor Scalambrini Costa – 9964.4366

Jornalista/Assessor de Imprensa: Gerson Flávio – 8649.8759
tela: basquiat

CARLOS LÚCIO GONTIJO


Finados é tempo de reflexão

Carlos Lúcio Gontijo

No dia 20 de outubro de 2011, recebemos uma homenagem da Loja Maçônica Mestres do Monte, que nos premiou com diploma de honra ao mérito pelo conjunto de nossa obra literária. Lá estávamos meu pai, minha esposa e eu, que acabei dominado por intensa emoção, ao ver-me rodeado de pessoas amigas (algumas delas conhecidas desde criança) e sentir, fortemente, a presença de minha mãe, que no início de minha carreira literária, além de me incentivar, não se fazia de rogada e saía com meus livros debaixo do braço, vendendo-os aos vizinhos e amigos. Confessamos, sem qualquer constrangimento, que tivemos que fazer um esforço enorme para não cair em prato diante da comunidade maçônica que nos homenageava em Santo Antônio do Monte, cidade localizada no Centro-Oeste de Minas Gerais, onde passamos nossa infância e sepultamos mãe Betty, que faleceu a 19 de dezembro de 1989.

A vida é mesmo assim: as gerações vêm e passam – é gente substituindo gente o tempo todo. Nem mesmo os endinheirados e os famosos escapam, pois a morte é o imposto da vida ao qual somos obrigados a pagar. Contudo, o draconiano tributo é quitado sem grandes reclamações ou protestos, pois é o imposto de todos. O certo mesmo é que tanto os pobres quanto os ricos e as celebridades terminam logo esquecidos, se não se deram aos amigos, à família, à convivência em sociedade. Algumas ausências se fazem tão sentidas que, em plenitude, se transformam em uma espécie de presença. São os mortos que falam por intermédio de suas boas ações e obras.

Não somos muito de visitar cemitérios, cremos que as pessoas a que estimamos continuam vivas dentro de nós, daí a razão do verso de um poema nosso grafado na lápide do túmulo de mãe Betty: “Não estás, mas estás em tudo”. Enfim, defendemos a tese de que nossa primeira eternidade espiritual é aquela que podemos erigir com os nossos próprios braços – fruto do nosso esforço e suor –, pois amar e ser solidário com os nossos irmãos, mais que carinho, exige-nos doação, perseverança, compreensão, sinceridade e capacidade de perdoar os defeitos ou imperfeições de que todos nós padecemos. Agindo dessa forma, podemos ouvir os nossos mortos e, quando morrermos, continuar falando, por meio do fio-condutor da saudade, àqueles a quem dedicamos afeição verdadeira no transcorrer de nossa vida.

O filósofo francês André Malraux, dizia que “uma vida pode não valer nada, mas nada vale uma vida”. No Dia de Finados, essa frase deve conduzir-nos à reflexão, pois a convivência em comunidade experimentada pelos brasileiros vem sendo afetada por índices de violência cada vez mais exacerbados e acompanhados de uma selvageria sem limites, como se a graça divina que nos concede a vida fosse uma benevolência celestial desprovida de valor.

Indubitavelmente, a grave crise por que passa o setor de segurança pública, que não consegue enfrentar com a desejável eficácia o avanço do crime organizado e até mesmo os pequenos delitos, alimenta a chama da impunidade e serve de estímulo ao cometimento de crimes cada vez mais violentos, levando um número imenso de pais e avós a sepultarem seus filhos e netos, uma vez que os jovens são os mais atingidos pela onda de violência que assola o Brasil, onde a corrupção política, que surrupia o dinheiro que poderia ser destinado ao atendimento médico-hospitalar, por exemplo, age como metralhadora invisível responsável por uma colossal gama de mortes.

Lamentavelmente, a sociedade humana torna o amor e a solidariedade em substantivos cada vez mais abstratos, como se houvesse optado por estender ao longo da caminhada de homens e mulheres um ambiente concreto de tempo de finados sem fim, onde perecem tanto seres humanos quanto animais, mananciais hídricos e plantas, que têm suas vidas ceifadas pela cobiça materialista em que se acha mergulhada a indispensável sensibilidade e senso coletivo de que se devem revestir todas as ações humanas, para que não nos tornemos agentes fúnebres de nosso próprio destino no planeta Terra.

Carlos Lúcio Gontijo

Poeta, escritor e jornalista
TELA: RAFAEL

www.carlosluciogontijo.jor.br

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

CARLOS VEREZA


DO ÁTOMO AO ARCANJO!
O filósofo grego, Demócrito, que sem auxilio do microscópio, em 400 antes de Cristo, descobriu o átomo, formulando uma teoria atômica para o cosmo...A evolução da espécie humana rumo à luz...

Galileu, quase sacrificado porque demonstrou que a terra não era o centro do universo, como também, que o nosso planeta girava em torno do sol, e não o contrário, como a "ciência" oficial da época acreditava...

Alfred Wallace, que formulou a teoria da evolução à mesma época de Darwin, afirmando que houve fundamental auxilio do plano espiritual, concorrendo para que o homem saisse da ameba à nona sinfonia de Beethoven...

Freud desbravando a zona desconhecida do inconsciente, e seu amigo e discipulo, Jung, abrindo horizontes para o inconsciente coletivo...

Tantos indícios mostrando claramente que nascemos para alcançarmos planos inimagináveis, um iluminado reencontro com a Causa Primeira...

E o planeta geme, se retorce em lutas fraticidas, em perispíritos deformados pela ganância, corrupção do corpo e da alma; quantias desviadas em detrimento da miséria que ofende os mais sensiveis, os que tentam ainda um gesto, mesmo tímido, em prol de uma existência mais digna para a humanidade!

Que São Ismael proteja nosso pobre e espoliado Brasil!

Carlos Vereza.

DANIELA ESCOBAR


Agrotoxicos no cinema

"O Brasil deve ultrapassar os Estados Unidos e se tornar o maior mercado mundial de agrotóxicos ainda em 2011, com vendas superiores a US$ 8 bilhões".

Esta manchete ocupou páginas dos jornais que circularam no mês de julho e, acredite, foi motivo de orgulho no cenário econômico brasileiro, que considerou como um "bom desempenho" todo esse crescimento do setor. Para nossa sorte – consumidores – e também dos trabalhadores do campo, o uso abusivo dos agrotóxicos tem sido fortemente combatido por frentes que entendem que existe sim uma alternativa saudável e viável para evitar as pragas na agricultura – principal motivo do uso desses insumos.

Recentemente, o cineasta Silvio Tendler lançou o documentário "O Veneno está na mesa", que relata a história de agricultores que morreram, estão doentes ou – incrivelmente – têm dificuldade para obter financiamento para a produção agrícola por não fazerem uso de agrotóxicos. Os 50 minutos do filme também relatam entrevistas com pesquisadores de universidades, denúncias de lobby praticado pela indústria contra medidas restritivas da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e resultados de testes realizados que indicam que o consumo chega a 5,2 litros por habitante. Vale a pena assistir. Outra boa notícia é que foi lançada em setembro do ano passado uma campanha nacional contra os agrotóxicos, que visa alertar as pessoas sobre a questão e provocar impacto nos órgãos governamentais. Agora é torcer para que o bom senso fale mais alto!fonte blog daniela escobar

TETE ESPÍNDOLA E FAMÍLIA


SALA DA IARA - Familiar Reality-Show

28.10 - sexta - 21h - com Alzira E + Luz Marina
29.10 - sábado - 21h - com Sérgio Espíndola + Lucas Espíndola
30.10 - domingo - 19h - com Tetê Espíndola + Dani Black
e com meu brother Joy Salles, todos os dias!

vai ser assim, tipo na sala de casa, no aconchego. saudade de receber minha querida familia - acaso ou não, ilustres artistas! - pra cantar novas e velhas canciones, relembrar histórias, tomar um chá, dar risada.

Teatro Décio De Almeida Prado
Cojuba, 45 B - próx Brigadeiro Faria Lima - tel 30793438
São Paulo, Brazil

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Iara Rennó
http://www.tupyqueen.tnb.art.br
http://www.iararenno.tnb.art.br