terça-feira, 6 de março de 2012

ADILSON LUCCA SABIA


Pelo fim da pena máxima de 30 anos. Se a condenação foi a 98 anos e 10 meses, o enterro deverá sair de alguma sala especial do próprio presídio. 2) Crimes hediondos devem ser punidos com prisão perpétua. 3) Pelo fim das licenças no Natal, Dia das Mães, Dia dos Pais, Páscoa, etc. Estamos cansados de saber que os criminosos não só aproveitam o intervalo para cometerem novos crimes, como grande número deles não retornam a suas unidades prisionais. Pais, mães e demais parentes podem visitá-los nas prisões; eles não devem gozar de tal benefício. 4) Pela revista minuciosa a quantos entrem em contato com os prisioneiros, inclusive advogados. Quantos deles, pressionados ou mesmo ameaçados, não acabam levando drogas, celulares e até armas para dentro dos presídios? 5) Maior rigor na concessão de progressão de pena. Vemos a todo momento nos noticiários, criminosos, cujas penas somadas atingem dezenas de anos, estarem em gozo de liberdade condicional. Isso significa que cometeram mais de um crime, o que os coloca na condição de muito perigosos. Tais elementos não devem sob nenhuma hipótese, ser colocados em liberdade condicional. 6) Pela diminuição da maioridade penal. Se é possível até mesmo escolher o Presidente da República a partir dos 16 anos, não tem o menor sentido tratá-los como inimputáveis, e ainda por cima, ao completarem 18 anos, serem soltos com a ficha criminal limpinha. Apelo aos leitores do Estadão fazerem coro a esta petição.
Adilson Lucca Sabia
tela: jan vermeer

FERNANDA TAKAI


Foto: Silvana Gurgel

Acabei de voltar da Califórnia onde gravei os vocais do disco que fui convidada a fazer com Andy Summers. Os músicos maravilhosos que nos acompanham e dão especial brilho a cada uma das faixas são Marcos Suzano e Abraham Laboriel Senior – assistam a esse vídeo! Ele fala coisas muito lindas…
fernanda takai
fonte:veja mais no site de fernanda takai

O BRASIL EM DEFESA DOS ANIMAIS


ENVIADO POR LIA ROSA
CAXIAS DO SUL/RS

RAYMUNDO ARAUJO FILHO


Rio ou Ria de Janeiro: Velha, Decrepta e Injusta

Na verdade, eu ia escrever um artigo com o nome As Rugas da Vanessa Redgrave. Acontece que acabei de ver um filme sobre as safadezas dos EUA e dos países da Europa em geral, na questão da Bósnia, onde estabeleceram-se as ONGs humanitárias, na verdade agentes da prostituição, sequestro escravização de moças e assassinatos das “rebeldes”, onde a grande atriz fez um papel de uma das pessoas que conseguiram denunciar e condenar alguns agentes, um deles ao menos, o mesmo que fechou contratos com Bush pai, para a “reconstrução” do Iraque. O filme foi baseado em fato real.

Eu ia comentar que a Vanessa Redgrave estava soberba, com as suas rugas que definem a sua idade já não jovem, mas sim avançada, dando-lhe uma aparência digna, de uma idosa atuante e inteligente, que não rejeita histericamente o chegar da idade, como fazem, por exemplo a maior parte das atrizes, atores e apresentadoras da TV, notadamente as brasileiras que, desde a meia idade, quando não antes, passam a mostrar peitões e que tais siliconados, “bocas de tamanco, por uso de Botox, deformando-lhes o corpo, talvez no mesmo sentido que suas mentes se deformaram, de tanta alienação, que lhes são peculiar. Recomendo, um espetáculo de fotos da grande Diva Vanessa Redgrave, apenas escrevendo seu nome em portal de busca, e deliciando-se com mais de uma centena de fotos dela. Foi bonita demais na juventude e meia idade, e continua linda e digna na terceira idade.

Em vez deste artigo sobre a Diva, preferi este sobre a decrepta ex Cidade Maravilhosa cujos governantes gastam bilhões em reformas de fachada, mas que, no seu 447° presenteou a cidade com:

Um aumento de mais de 60% nas passagens de barcas, transporte usado por dezenas de milhares de pessoas diariamente.
Um transporte sem classificação possível no metrô e rede ferroviária, também privatizados
A menor atividade industrial dos últimos anos
TODAS as prais, do Leme ao Pontal e mais Flamengo e Botafogo, além de Ramos totalmente poluídas, como teve de assumir ontem, o secretário do plástico, Carlos Minc
A menor nota de avaliação do SUS, entre as capitais do sudeste brasileiro, a região mais rica.
A segurança nas mãos der bandidos fardados, como diariamente lemos na imprensa
A maior taxa de subsídios para o transporte urbano, que se tem notícias, subsídios para os empresários, é lógico.
Um aumento vertiginoso e crescente do número de favelas
A falência da rede pública de ensino
Um trânsito caótico e violentíssimo
Alto índice de poluição


Querem mais? Venham para o Rio e ainda assistam na TV Globo que aqui todo mundo é feliz, é cordial e vivemos rindo de tudo, além de que “ser carioca é um Estado de Espírito e, por isso, até a desclassificada Ana Maria Braga diz-se ser carioca, uma carioca...nascida em São Paulo (sem querer ofender os meus amigos e parentes paulistas, mas não sei se um baiano pode se dizer “paulista nascido na Bahia, assim impunemente....).

Fico com o poemeto do artista popular Escaramuça que diz
O meu coração rural
Ri do Rio
De Janeiro a Janeiro
(*)Raymundo Araujo Filho é médico veterinário e carioca, DOA A QUEM DOER.
Fonte: aqui em casa

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

EDSON BUENO DE CAMARGO


http://inventariodn.blogspot.com/2012/02/teatro-empirico-da-outra-margem-do-rio.html

Acabei de fazer a leitura completa do livro " Teatro empírico da Outra Margem do Rio", onde o autor, Caio Evangelista, discorre de forma autobiográfica, sua trajetória no teatro, que coincide e se confunde em muito com a história do teatro em minha cidade, Mauá-SP.

Em muito momentos me diverti na leitura por estar de certa forma envolvido nos acontecimentos, tanto como protagonista, como antagonista, e muitas vezes como mero expectador dos fazeres da Cultura.

Confesso que as partes que gosto mais é quando o autor mergulha em sua infância, assim como mergulhou no Velho Chico e este quase o levou.

Das águas que sobraram em suas tripas, tece o que de fato é memorável na vida, as histórias de sua Vó Redonda, pisando paçoca de pilão, que me deixou aguado até agora de vontade de comer desta paçoca com uma café bem forte. De ver a velhinha pitando no borralho, como fazia a madrinha de meu pai. Igual como todas as avós negras e índias deste Brasil afora.

Das suas traquinagens de menino, e de quanto estas raízes matutas lhe ensinaram sobre a modernidade do teatro. Se fosse Caio fazia de escrever sobre este menino cheio d'água, de pés de barro, feito um personagem africano de Mia Couto. Como vivido em um conto de Guimarães Rosa, sair em uma canoa ria acima e rio abaixo. Vingar-se da represa que abarcou e engoliu sua casa de nascença.

Enfim, a leitura do livro flui de forma quase natural, e apenas em um momento ou outro fica enumerativa de acontecimentos, para depois se perder em lembranças da casa de seus pais, para mim os melhores momentos. Leitura muito recomendável, mesmo que aparentemente geograficamente localizada a narrativa, no entanto muitas coisas a torna universal, já que a grande história do mundo é o entrelaçamento de todas as histórias, e sua urdidura a poesia, que vai ser encontrada em muitos bons momentos neste livro.
Edson Bueno de Camargo
Poeta, haicaista biossesto, fotógrafo empírico.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

IVONE VEBBER


Deus nos mostra o paraiso
onde o amor está presente,
e na magia do sorriso
de uma criança inocente

IVONE VEBBER
vencedora nos JOGOS FLORAIS DE CAXIAS DO SUL 2012

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

REVISTA COYOTE


Coyote traz entrevista com Moacyr Scliar
e conto inédito de Daniel Wallace
Vigésima terceira edição da revista literária tem também traduções de Gregory Corso e inéditos de Beatriz Bracher, Marcia Tiburi e Bernardo Vilhena


“O direito de delirar é uma conquista da literatura desde Lautréamont. A crítica bem poderia entrar em uma crise de delírio obedecendo a motivos poéticos. Os delírios de hoje são, às vezes, as verdades de amanhã.” É sob o espírito desta citação do crítico Roland Barthes que a Coyote, revista de literatura editada em Londrina (PR), chega a seu número 23. Patrocinada pelo PROMIC (Programa Municipal de Incentivo à Cultura) de Londrina (interior do Paraná), Coyote firmou-se como uma das mais importantes revistas literárias do país.
Um dos destaques desta edição é o dossiê-homenagem com o escritor Moacyr Scliar, falecido no começo de 2011. “Escrevo no aeroporto, em avião, no hotel. Aprendi a desligar do lugar onde estou e me concentrar no que estou fazendo. Não preciso ficar isolado, não preciso de silêncio, não preciso de nada disso”, diz o escritor, em entrevista inédita feita por Ademir Assunção, em novembro de 2008.
Entre as histórias publicadas neste número está “De Chinelos”, conto inédito do americano Daniel Wallace (autor do romance Peixe Grande, levado às telas por Tim Burton), traduzido por Cristina Macedo e Rodrigo Garcia Lopes, e inéditos também de Marcia Tiburi e Beatriz Bracher.
A poesia ganha um apanhado da lírica estridente do americano Gregory Corso (1930-2011), apresentado e traduzido por Reuben da Cunha Rocha, e do português Jorge Melícias, além de inéditos de Bernardo Vilhena, Renato Tapado, Bruno Brum, Rodrigo Madeira e Augusto de Guimaraens Cavalcanti. Maria Lúcia Milléo Martins apresenta e traduz (do inglês) a poesia do poeta brasileiro (radicado no Canadá), Ricardo Sternberg.
A fotógrafa Mara Tkotz assina a capa e o ensaio fotográfico do número, em imagens aéreas captadas na região rural de Londrina. A quarta-capa traz cartum de Beto.
COYOTE 23 // 52 páginas // R$ 10,00. Uma publicação da Kan Editora. Vendas em livrarias de todo o país, com distribuição pela Editora Iluminuras – fone (11) 3031-6161. Pode também ser adquirida pela internet através do site: www.iluminuras.com.br

Contatos: marcoslosnak@gmail.com/zonabranca@uol.com.br/ rgarcialopes@gmail.com
Fone: (43) 3334-3299 / (11) 3731-3281

PATROCÍNIO: PROMIC - PROGRAMA MUNICIPAL DE INCENTIVO A CULTURA – PREFEITURA MUNICIPAL DE LONDRINA - SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA DE LONDRINA