sexta-feira, 23 de março de 2012

CONCURSO LITERÁRIO DE SUZANO/SP


8º Concurso Literário de Suzano abre inscrições nesta terça

Nesta terça-feira (20/3) serão abertas as inscrições para o 8º Concurso Literário de Suzano - Edição Cora Coralina.
Este concurso terá as inscrições abertas a todo o território nacional até o dia 27 de abril e espera receber cerca de 2000 trabalhos de todo o país. A premiação é de R$ 3600,00 para os primeiros colocados nas categorias de conto e poesia. Além da premiação em dinheiro, os 10 primeiros de cada categoria terão seus trabalhos publicados na edição nº 8 da revista Trajetória Literária, publicação ilustrada, divulgada em escolas, bibliotecas, circuitos literários e nos países de língua portuguesa.A homenageada desse ano é a poetisa Cora Coralina falecida em 10 de abril de 1985, com 95 anos.Os interessados em se inscrever neste concurso deverão retirar o regulamento no site da prefeitura de Suzano: www.suzano.sp.gov.br/agendacultural ou no blog da Associação Cultural Literatura no Brasil: www.literaturanobrasil.blogspot.com
O resultado será divulgado no dia 9 de junho dentro do sarau Pavio da Cultura que acontece todo segundo sábado do mês no Centro de Educação e Cultura "Francisco Carlos Moriconi" (Rua Benjamin Constant, 682, Centro - Suzano - SP). E somente estará disponível na internet a partir do dia 12 de junho.
Outras informações sobre o concurso podem ser obtidas pelo telefone (11) 4747-4180 de segunda à sexta-feira, das 9h às 17h.
Informações específicas serão esclarecidas pelo número (11) 7348-0400 de segunda à sexta-feira das 9h às 17h e as informações gerais através do e-mail cultura@suzano.sp.gov.br
enviado por TOUCHÉ

NEIVA PITTA KADOTA


O que é ser elite?
O significado das palavras pode ser alterado no decorrer do tempo. A língua é dinâmica, dizem os linguistas. Concordo. Uma palavra sofre alterações de acordo com a ideologia vigente. No passado, de todos aqueles que estabeleciam um relacionamento afetivo fora do casamento, dizia-se que tinham amantes. Hoje, a palavra amante foi substituída por namorada/namorado. Muito mais amena, anulando quase a carga negativa que a outra continha, sem que alteração nenhuma tenha sofrido o relacionamento extraconjugal quanto à sua ilegalidade.
Hoje, a metamorfose das palavras encontra-se, mais do que nunca, a serviço do poder. Por exemplo, pela ótica da política atual em nosso país, as pessoas do governo que desviam verbas públicas para a sua conta bancária, não são corruptas (termo pesado), elas apenas praticam “malfeitos”, segundo a presidente. Se forem do seu partido, claro! Os demais continuam corruptos e cometem os graves crimes chamados, pelo PT de outrora, “crimes de colarinho branco”. Ou seja, os ricos, os empresários, os banqueiros e os políticos da oposição. Estes últimos, por serem em sua maioria oriundos de famílias com melhor poder aquisitivo, são classificados como elite, com uma conotação muito negativa. Como se aqueles que nasceram em famílias estruturadas, cujos pais conseguiram oferecer uma boa educação a seus filhos, e muitas vezes à custa de grandes esforços, privando-se mesmo de outros sonhos para que seus descendentes pudessem “ser alguém na vida”, são vistos ambos, atualmente, como indivíduos nefastos à sociedade, “personas non gratas” ao sistema porque “não são trabalhadores”. São eles rotulados de “exploradores” das classes menos privilegiadas. Ainda que sejam professores e que trabalham muito para educar, indiferentemente, os filhos dos ricos e dos pobres.
O que me leva, nesta crônica, a criticar a postura ensaiada do poder vigente para cristalizar essas frases e essas ideias na mente dos menos esclarecidos, fazendo assim com que eles (pura massa de manobra de seus líderes) se revoltem contra os que parecem ter mais do que eles, foi um incidente nesta semana, na Avenida Paulista, o orgulho dos paulistanos. Sim, orgulho, mas que vem se transformando cada vez mais em um inferno por aqueles que querem macular a imagem de São Paulo, ou melhor, da administração do Estado e da Prefeitura, por motivos já conhecidos: apoderar-se do último reduto de resistência ao PT para este se tornar um poder hegemônico, ou seja, totalitário no país.
Vamos aos fatos. Na manhã de quinta-feira passada, a segunda do mês, tudo me parecia tranquilo quando saí para um compromisso de trabalho e, como preciso fazer caminhadas, resolvi ir a pé. Na volta, fui surpreendida por uma multidão, um aglomerado compacto, que tomava toda a calçada e impedia os transeuntes de ir em frente. Educadamente comecei a pedir licença, mas pela fúria enlouquecida e pelos “gritos de guerra” dos sindicalistas contra os patrões e o governo paulista eu não era ouvida. Insisti várias vezes, e sempre de forma educada, até que um deles se virou e com olhar de desdém gritou: “Essa elite...!”.
Depois de todo o transtorno, vim para casa pensando por que fui classificada de forma pejorativa como “elite”? Eu não me vestia de forma sofisticada, apenas discreta; não usava joias nem bijouterias; estava a pé, como eles, e realizando o meu trabalho. Apenas falava em voz baixa, solícita, e não aos gritos, como toda pessoa da minha faixa etária e bem educada. Se isso significa ser elite, eu sou, e agradeço muito a meus pais por essa dádiva. Se ser elite é ter estudado com afinco e dedicação e vencido as barreiras financeiras com que a vida de repente nos surpreende, eu sou elite e me orgulho disso. Se ser elite é ter recebido Bolsas de Estudo da CAPES e do CNPQ para os cursos de Mestrado e Doutorado, pelos projetos com qualidade que apresentei, desenvolvi e publiquei, para que outros possam usufruir dessas pesquisas, e não por um atestado de pobreza apenas como se vê hoje, eu me sinto muito envaidecida com esse novo título e vou usá-lo agora com todo o respeito que ele merece.
Descobri, então, que pertenço a uma elite intelectual. Eu sou elite! Que honra!
Obrigada sindicalistas!
NEIVA PITTA KADOTA

quarta-feira, 21 de março de 2012

PEDRO DU BOIS


DANÇAR

Vejo: pés rápidos deslizam

passos convencionados.

O rosto preso no exemplo.

Mãos inertes ao contato.



Reflito a posição exigida

e lamento o acontecimento:



dançar é esquecer o que vejo.



Ativar as mãos

deslizar o rosto

reinventar o som

em movimento.


(Pedro Du Bois, inédito)

http://pedrodubois.blogspot.com

Meu Brevidades, editado através do Projeto Passo Fundo, com prefácio do Poeta Jorge Tufic, comentário (orelha) do Professor

e Historiador Paulo Monteiro e 4a. capa de Tânia Du Bois, será lançado em 19.04.2012, na Livraria Nobel (Rua Gal. Osório),

em Passo Fundo (RS), a partir das 18 horas.tela:lautrec

CINEMA


O SANGUE DE UM POETA
A Transgressão do Real


Guido Bilharinho

Em geral, tanto o leitor como o espectador querem usufruir de uma estória, em livro, filme ou peça teatral. Não uma estória qualquer, mas, a que se submeta, quanto à forma, à narração convencional e comportada e, no que tange ao conteúdo, à linearidade e superficialidade que a recheiem com aspectos espetaculosos, intrigantes, superficiais.
Todavia, é possível fazer-se filme de ficção que não contenha nenhuma dessas características.
É o que ocorre, por exemplo, com O Sangue de Um Poeta (Le Sang d’Un Poète, França, 1930), de Jean Cocteau (1889-1963).
Seu tema concreto resume-se a ferimento acidental ocorrido na mão de artista plástico.
Só isso, contudo, vincula a narrativa à realidade. A partir daí e do próprio acidente desconecta-se a ação do contexto real para adentrar o mundo maravilhoso e ilimitado da imaginação alógica e irracional. Nada mais prende ou enleia a personagem numa teia ordenada de relações, porque desde então está-se mergulhado no mundo do mito e do imprevisível.
Não havendo restrição alguma ao poder do imaginário, tudo é possível, todas as opções são válidas, repousando o valor do filme na utilização consciente e estética de recursos cinemáticos e picturais.
No caso, uns e outros apresentam-se articulados em alto nível de concretização formal e temática, facetas que se conjugam e interagem como síntese de projeto artístico-cinematográfico meditado e ousadamente elaborado, em que se aplicam os preceitos surrealistas, que não se conformam nem se atêm aos lindes da materialidade, extrapolando suas fronteiras, conquistando e incorporando novas dimensões estruturais, criando outro universo, no qual acontece justamente o que é impraticável ou impossível ocorrer no mundo real.
O projeto surrealista, no entanto, não tem como dispensar os elementos corpóreos e palpáveis que compõem a realidade.
Todo o insólito e extravagante que constitui o conteúdo da proposição é, pois, construído com o material existente, comum e prosaico, no caso, a estátua, a parede, o espelho, a porta, a fechadura, o teto, o desenho.
Desse condicionamento, no entanto, não se pode nem se consegue fugir. A diferença, pois, é de se ter ou não liberdade, audácia e criatividade em seu uso, para, além da matéria, seus limites e convenções, abusar-se de suas propriedades e possibilidades.
O uso é sempre convencional, comportado e acanhado. O abuso é liberação, criação, invenção, quebra dos grilhões impostos pela concretude do real.
À evidência, que proposta desse jaez encerra riscos e exige, além de destemor, fundamentação teórica e conhecimento da natureza e da finalidade da arte, sem o que toda produção não passará de tentativa canhestra de fazer o diferente quando não se estará fazendo mais do que o despropositado.
Cocteau, em seu filme, domina e utiliza com conhecimento de causas e efeitos os fatores condicionais (a materialidade das coisas) e incondicionais (a imaterialidade do pensamento e a imponderabilidade da imaginação) para fundamentar e realizar bela aventura artística, produto de razão, inventividade, arrojo e liberdade criativa. Um artista sem medo de errar.
Conquanto o filme tecnicamente não seja mudo (com esparsas narrações do próprio cineasta), é estruturado como se o fosse, com privilegiamento e realce da postura e dos movimentos dos atores integrados em décors artisticamente elaborados, compondo imagens esteticamente construídas, dispensada a dialogação.
(do livro O Filme Dramático Europeu, editado pelo Instituto Triangulino de Cultura em 2010-www.institutotriangulino.wordpress.com)
Guido Bilharinho é advogado atuante em Uberaba, foi candidato ao Senado Federal e editor da revista internacional de poesia Dimensão, sendo autor de livros de literatura, cinema e história regional.
(Publicação autorizada pelo autor)

terça-feira, 20 de março de 2012

VIVIANE MOSÉ


Queridos amigos de Vitória,
Com o apoio inestimável de minha família, por meio da empresa Monica Mosé Eventos, vamos lançar o livro "O homem que sabe" em Vitória.

Vai ser maravilhoso, com o brilho que os eventos, que Monica e Fabinho organizam, tem.



Aguardo vocês,

Não percam!



Viviane Mosé

VIOLETA DE OUTONO


Data: 23 de março de 2012, sexta-feira, 20:30h
Local: Theatro Vasquez
Endereço: Rua Dr. Corrêa, 515 - Largo do Carmo
Centro Histórico - Mogi das Cruzes
Ingressos - R$20,00 (inteira) - R$10 (meia)

segunda-feira, 19 de março de 2012

CIMED/SKY VENCE DE VIRADA!


Cimed/SKY vence de virada primeira partida das quartas contra Vivo/Minas pela Superliga Masculina
Depois de estar atrás no placar por duas vezes, o time dirigido por Douglas Chiarotti levou a melhor no tie-break e fez 1 a 0 no playoff. "A vitória veio com cada um doando um pouco a mais de si", disse Gustavo
De forma emocionante, a Cimed/SKY começou os playoffs da Superliga Masculina de Vôlei 2011/12 com vitória. A equipe comandada pelo técnico Douglas Chiarotti superou de virada o Vivo/Minas por 3 sets a 2 (25/27, 25/17, 24/26, 25/20 e 15/8) em 2h31min, no ginásio Capoeirão, em Florianópolis (SC), na noite deste sábado (17/03). Com o resultado, fez 1 a 0 e saiu na frente na série melhor de três jogos da fase de quartas de final da competição.A equipe da Cimed/SKY teve vários destaques individuais. O oposto Rivaldo foi o maior pontuador da partida, com 24 pontos, sendo o principal nome do ataque. O central Gustavo foi o principal nome no bloqueio, com sete pontos. E o levantador Bruno fez a torcida que lotou o ginásio Capoeirão levantar, distribuindo o jogo com rapidez, atacando, bloqueando e fazendo pontos em todos os fundamentos. Graças à sua atuação, foi escolhido como o melhor jogador do confronto, conquistando o troféu VivaVôlei."A guerra começou. Demos uma vacilada no primeiro set quando abrimos a vantagem, mas os deixamos encostarem. O importante é que conseguimos manter a lucidez nos momentos difíceis, e isso é uma evolução que acontece durante a temporada. Agora é manter a concentração e treinar forte durante a semana para tentar matar a série fora de casa", disse Bruno."Jogo para a adrenalina subir a mil. Sabemos que nada vem fácil, nunca veio e nunca vai vir. A vitória veio com cada um doando um pouco a mais de si. Na próxima sexta-feira, temos mais um grande desafio e vamos trabalhar para melhorar o bloqueio, que não funcionou bem nesta partida", comentou Gustavo.Apesar da vitória, Douglas Chiarotti, técnico da Cimed/SKY, viu alguns problemas no time durante o jogo e afirmou que espera solucioná-los para a segunda partida dos playoffs. "Tivemos bons momentos, mas não jogamos o nosso melhor. Precisamos melhorar alguns fundamentos como o passe, que poderia ter funcionado melhor quando eles aliviaram. O ritmo do tie-break chegou perto do ideal. Agora é tirar as lições de hoje e enfrentar a batalha que será ainda mais dura na casa deles", declarou.

A primeira chance para a Cimed/SKY matar o confronto de quartas de final e se classificar para as semifinais da Superliga Masculina será na sexta-feira (23/03), no segundo jogo contra o Vivo/Minas, desta vez na Arena Vivo, em Belo Horizonte, a partir das 21h00, com transmissão ao vivo do SporTV (canal 39 da SKY).
Confira os confrontos entre Cimed/SKY e Vivo/Minas pelas quartas de final da Superliga Masculina 2011/12, todos com transmissão do SporTV (canal 39 da SKY):
17/03/2012 - Cimed/SKY 3 x 2 Vivo/Minas (25/27, 25/17, 24/26, 25/20 e 15/8), no ginásio Capoeirão, em Florianópolis (SC)
23/03/2012 - Vivo/Minas x Cimed/SKY, na Arena Vivo, em Belo Horizonte (MG), às 21h00
30/03/2012 - Cimed/SKY x Vivo/Minas, no ginásio Capoeirão, em Florianópolis (SC), às 21h00 (se necessário)
Site oficial da Cimed/SKY: www.cimedsky.com.br
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