segunda-feira, 7 de maio de 2012
RUBENS SHIRASSU JR.
O revisor de textos, escritor e poeta Rubens Shirassu Júnior, 51 anos, estará lançando o seu primeiro livro de poemas que se chama Cobra de Vidro, no próximo dia 11 de maio, sexta-feira, a partir das 19h30, na Sala de Convivência do Centro Cultural Matarazzo, em Presidente Prudente.
Esta edição revista e aumentada pelo poeta adquire, assim, uma grande importância, pois possibilita um estudo da evolução de sua poesia e a admiração do que ele tem feito de mais alto e melhor. Rubens Shirassu Júnior reviu conceitos, refez a estrutura e lançou um olhar renovado sobre a obra. O livro de Shirassu Júnior havia sido escrito há 22 anos e também censurado por alguns jornais e revistas locais da época. Entre os 25 autores contemplados, o poeta prudentino foi o único escolhido da região Oeste do Estado de São Paulo.
“Dá-se em Cobra de Vidro a expansão de fantasias secretas, de vida e morte, realizando obras de dupla elaboração: os efeitos de imagens sob a química da pintura em cenas cinematográficas surrealistas, estilhaços no rolo de filme emaranhado na rotação do insólito, do maravilhoso ou das propriedades mágicas de investigação do cosmo. Um satori, uma iluminação? Seria uma procura ao equilíbrio perdido ou uma literatura como desequilíbrio à ordem predatória? Talvez, as rupturas do eufemismo, do lirismo, os clichês românticos e a mesmice da literatura conservadora tenham ocasionado a empatia junto à estranheza pelos editores e jornalistas, culminando com a absurda censura.” – declara o poeta Rubens Shirassu Júnior.
Tanto que, o designer gráfico Rubens Pereira, aqui, de Presidente Prudente, leu o conjunto de poemas e observou que a imagem da serpente percorre, de forma obsessiva, a minha obra e, de certo modo, a emblematiza.” – ressalta o mesmo. Ao criar várias palavras em forma de cobra, nota-se que a ilustração da capa leva para um questionamento implacável da existência que recobre o arquétipo ingênuo do mito, no caso, da tentação de Eva para um mergulho falaz do sentidos, através da erotização da linguagem. Como mostra o poema Nascente com a reflexão metafísica sobre o ciclo da criação, o Ying e Yang ou o alfa e o ômega, pois a matéria vidro surge do processo de transformação da areia que faz o fundo da arte, simbolizando também a forma seca dos poemas que compõem o livro. Shirassu Júnior prepara o leitor para um desfile de realidades, calcadas no contraste, na dualidade espírito/carne, liberdade/obediência a regras e, principalmente, na busca pelo silêncio.
A crítica especializada e um grupo restrito de poetas e admiradores reconheceram, de imediato, que a poesia de Rubens Shirassu Júnior mostra-se mais livre, viva, moderna, densa, oscilando entre os estilos simbolista, ultrar-romântico, surrealista, sem eufemismo, com créditos à moderna poesia brasileira. As bases referenciais de sua literatura e no espírito, as raízes orientais nas filosofias do Budismo, de Confúcio, do Taoísmo chinês. Em movimentos culturais, como Geração Beat, dos anos 50, a contracultura e a vida alternativa dos anos 60 e 70.
Um coquetel alquímico que Shirassu Júnior preparou com requinte e paixão para o público que, há trinta e dois anos, o admira e esperava também uma edição de maior apuro gráfico e estratégia de divulgação de sua produção poética, graças ao seu projeto aprovado pelo Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura, Programa de Ação Cultural (ProAC 2011), e com o apoio cultural da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo e Centro Cultural Matarazzo, de Presidente Prudente.
Cobra de Vidro
Poemas
Rubens Shirassu Júnior
Edição do Autor
80 páginas
R$ 19,90
São Paulo – SP
2012
Dia 11 de maio, sexta-feira,
a partir das 19h30, na Sala de Convivência
do Centro Cultural Matarazzo
Rua Quintino Bocaiúva, Nº 749
Fone: (***18) 3226-3399
Vila Marcondes
Presidente Prudente – São Paulo
sexta-feira, 4 de maio de 2012
CINEMA
AMEI UM BICHEIRO
Ritmo e Planejamento
Guido Bilharinho
Ao se assistir Amei Um Bicheiro (1952), de Jorge Ileli (Rio de Janeiro/RJ, 1925-) e Paulo Vanderlei (Rio de Janeiro/RJ, 1903-1973), percebe-se que se tem pelo menos quatro diretivas cinematográficas no Brasil na década de 1950.
Além, pois, da chanchada e das tendências realista e intimista que predominaram no período, nitidifica-se, perfeitamente caracterizada, a corrente influenciada pela linguagem e visão cinematográfica estadunidense aplicáveis a assuntos brasileiros.
A linha realista reporta-se ao neo-realismo italiano, investigando e focalizando deliberada e conscientemente a situação social brasileira, com e a partir principalmente de Rio, 40 Graus (1955), de Nélson Pereira dos Santos, porém, com a anterior tentativa de Agulha no Palheiro (1953), de Alex Viani, e seu clímax nessa década com O Grande Momento (1958), de Roberto Santos.
O perfil intimista é representado, notadamente, por Ravina (1958), de Rubem Biáfora, do qual Floradas na Serra (1954), de Luciano Salce, não está alheio, devendo ser lembrada ainda a obra de Válter Hugo Curi, iniciada justamente nessa década.
A referida diretiva fílmica que ainda se observa nesses anos, que tem como parâmetro o cinema hollywoodiano, evidencia-se em O Cangaceiro (1953), de Vítor Lima Barreto, e antes, também muito nitidamente, em Amei Um Bicheiro, além de permear inúmeras outras realizações do período.
Conquanto policial e centrado no brasileiríssimo jogo do bicho, o esquema ficcional, a maneira de filmar e o ritmo imprimido à narrativa sofrem a influência do cinema ianque, largamente consumido pelas plateias brasileiras desde a mais tenra idade, por força de sua extensa produção e imperativo domínio do mercado distribuidor e exibidor.
À evidência que, mercê da carência industrial brasileira, a infra-instrutora cinematográfica posta à disposição dos realizadores é limitada, quando não precária, o que se reflete em todos os pormenores do filme, notadamente nos décors dos interiores.
Não por razão da aludida influência e menos ainda em decorrência das limitações orçamentárias e tecnológicas, o filme não é autoral, não atingindo nível artístico-cultural.
É que não foram esses os objetivos dos realizadores e da produção. Modestamente, prentendeu-se apenas realizar película que tivesse receptividade e curso ente os espectadores, nesse fazer contribuindo, porém, para o avanço da cinematografia brasileira com reflexos também, como não poderia deixar de ser, no segmento marcado por preocupações artísticas.
Malgrado seu esquematismo, é filme que possui ritmo célere, ação contínua e até mesmo certas passagens destacáveis por sua condução e suspense, quando, por exemplo, Grande Otelo esconde-se da batida policial na caixa de gás.
Aliás, um dos aspectos mais relevantes do filme é a performance interpretativa desse ator triangulino, um dos maiores do cinema. Seu desempenho é tão natural, autêntico e espontâneo que, ao contrário de todos os demais atores de Amei Um Bicheiro, transmite a impressão de não estar representando, mas, de estar vivendo as situações das quais participa.
Do ponto de vista, pois, da construção e futura consolidação de cinematografia brasileira, Amei Um Bicheiro, pelas qualidades que possui, mesmo no contexto limitativo que o orienta e o concretiza, é dos filmes mais marcantes dos anos 50 no país.
Por força de seu planejamento, a estória se perfaz completa e lógica, seguindo desdobramentos pautados pelo desencadeamento contínuo de causas e efeitos, ao qual seletiva e apropriada montagem imprime cadenciamento ágil e atrativo, uma das normas mais importantes do espetáculo cinematográfico, já que ele é isso e é disso que se trata. Não ainda de arte.
(do livro O Cinema Brasileiro Nos Anos 50 e 60 editado pelo Instituto Triangulino de Cultura em 2009-www.institutotriangulino.wordpress.com)
Guido Bilharinho é advogado atuante em Uberaba e editor da revista internacional de poesia Dimensão de 1980 a 2000, sendo ainda autor de livros de literatura, cinema e história regional e nacional.
(Publicação autorizada pelo autor)
TETÊ ESPÍNDOLA NA VIRADA CULTURAL
ALEM DA CRAVIOLA TEM
ADRIANO MAGOO NO PIANO E ACORDEON
RODRIGO DIGÃO NA PERCUSSÃO
SHOW 33 ANOS DE TRAJETORIA DISCOGRAFICA
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quarta-feira, 2 de maio de 2012
PAUL McCARTNEY NO ARRUDA
PAUL McCARTNEY NO ARRUDA
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Gustavo Krause
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A realeza inglesa (é rima e solução) chegou à Rua das Moças e ao coração das moças, dos moços e idosos com direito a pagar meia entrada para assistir a um espetáculo inesquecível.
Ele, Paul, integralmente aristocrático: branco, “sir”, cidadão-súdito da mais tradicional monarquia do mundo e membro da dinastia músico/cultural Beatles.
A Rua das Moças, endereço da República Independente do Arruda e com bandeira tricolor que nem a França (só para contrariar), bairro que os ingleses do século XIX chamariam de “burgos podres”, recebia o nobre visitante, tropicalmente, mestiçamente, afetuosamente e cheia de amor para dar.
E mais, com um toque de desordem sem maiores consequências, senão apenas para reconhecer a firma de um país, complexo, contraditório que mistura a chatice linear da régua e do compasso com a descontração do compasso do samba e o descompasso acrobático do frevo. A feijoada deu um sabor especial ao rosbife. Paul e a Rua das Moças se fundiram na comunhão da cultura universal.
Do espetáculo, já se disse tudo, até o inverso do que aconteceu. Coisa de gente entediada e mal-humorada. De verdade, tudo aconteceu na medida certa.
Profissionalismo. Um Paul sem a frescura de certas estrelas (?) e um artista incansável que não interrompe três horas de show para beber água, segundo ele, em respeito ao público que paga caro para vê-lo.
Emoção e participação. Atenção: Paul McCartney integrou o santíssimo quarteto, óbvio? Não. Como os grandes sucessos dos jovens de Liverpool traspassaram gerações, havia a expectativa de um repertório mais conhecido e que pudesse ser cantado pelo público. E houve. Pouco mais de uma dezena de canções. Paul tem o seu próprio e renovado repertório. Com o público, se comunicou com a música que mexe com o feixe de nervos e músculos cardíacos e, de modo simples, por meio de mensagens devidamente escolhidas e usando o mais representativo símbolo da nossa terra que toca na alma nativista: a bandeira de Pernambuco. Ao meu lado, um cara enorme, sarado, acompanhado de uma mulher escultural, repetia aos berros “Eu já posso morrer!”. Resta saber se de “susto, de bala ou vício, num precipício de luzes”, ou, gloriosamente, nos braços da companheira.
O que aconteceu no Recife nos marcantes dias 21 e 22 de abril [Tiradentes e a descoberta do Brasil (?)] não foi um espetáculo musical, interpretado por um artista genial. Foi muito mais, pois, ali estava o personagem e o intérprete de uma era.
De fato, Paul é um filho do século XX que representa os milhões de órfãos, vítimas emocionais de guerras mundiais, de guerras regionais transformadas em espetáculos cinematográficos e televisivos ou da louca ameaça dos chefes de Estados em promover guerras quentes ou frias.
Ali estava um baby boomer, nascido na década de quarenta sob o peso das tragédias passadas, carregando o fardo de heranças tirânicas e, o que é mais grave, a angústia existencial de uma vida sem sentido. Mas com ele, nascia a luz que afrontava cartilhas políticas, mandava às favas verdades estabelecidas, pregava um individualismo libertário e assumia um paradigma desafiador cujos sinais estão descritos, em admirável síntese, no romance da Vargas Llosa, “As travessuras da menina má”: “Em Londres nasceram a minissaia, os cabelos compridos e as roupas extravagantes que consagraram os musicais Hair e Jesus Christ Superstar, a popularização das drogas, a começar pela maconha indo até o ácido lisérgico, a fascinação pelo espiritualismo hindu, o budismo, a prática do amor livre, a saída do armário dos homossexuais e as campanhas de orgulho gay, assim como uma rejeição em bloco do stablishment burguês não em nome da revolução socialista, à qual os hippies eram indiferentes, mas sim de um pacifismo hedonista e anárquico, matizado pelo amor à natureza e aos animais e por uma renegação da moral tradicional”.
Na Rua das Moças, vi, vivi, revivi retalhos de lembranças, entrecortado pela nostalgia e pela esperança que outros “arretados”, como Paul e os personagens do tempo fértil da década de sessenta ressurjam, protestando em favor de “paz e amor”.
Postado por Clóvis Campêlo no Geleia General
CONCERTO
4ème Temporade Brésil Sertão et Mer
Programme
* Exposition " Terra Brasil "
De l'artiste peintre brésilienne Marcia Prates
Du 3 mai au 3 juin 2012
A La Brasserie des Halles
1, rue Pithou - 10000, Troyes
* Entrée libre
* Concert " Vivre & Apprendre "
Heitor de Pedra Azul, voix/guitare
Damien Hennicker, saxophones
Christian Paoli, percussions
Au Vrai Chablis
Le samedi 12 mai - 21h00
6 - 8, Place Général de Gaulle
89800 - Chablis
* Entrée libre
* Expositions de peintures des artistes
Manuel COSTA - Yvan JOURDAIN - Afonso TEIXEIRA
Du 22 mai au 3 juin - de 14h30 à 18h00
Tous les jours
A la Maison du Patrimoine
Rue Jean-Jacques Rousseau - derrière la mairie
10800 - Saint Julien les Villas
* Entrée libre
* Concert/lancement du livre " Vivre & Apprendre "
et du cd " Brasil Sertão e Mar "
Cayê Milfont - Marcelo Godoy - Heitor de Pedra Azul,
voix/guitares. Damien Hennicker, saxophones
Le vendredi 25 mai - 20h30
A l'Auditorium de la Maison du Patrimoine
Rue Jean-Jacques Rousseau - derrière la mairie
10800 - Saint Julien les Villas
* Entrée libre
*Concert/décicace " Vivre & Apprendre - Brasil Sertão e Mar "
Cayê Milfont - Marcelo Godoy - Heitor de Pedra Azul,
voix/guitares.
Alain Vuillot, piano - Christian Paoli, percussions
Le samedi 26 mai - 20h30
Au Le Bougnat des Pouilles
29, rue Pithou - 10000, Troyes
* Entrée libre
* Séances dédicace du livre
" Vivre & Apprendre " de Heitor de Pedra Azul
A la Bibliothèque de Saint Julien les Villas
Le mercredi 30 mai - 9h00 et 14h30
Rue Jean-Jacque Rousseau - derrière la mairie
10800 - Saint JUlien les Villas
* Entrée libre
*** Annexes à regarder et à repasser, svp.
* Association Brésil Sertão et Mer
* Centre d'Animation Sportif et Culturelle de
Saint Julien les Villas
* 90 Ans de la Cave Coopérative des Riceys
Champagne Marquis de Pomereuil
segunda-feira, 30 de abril de 2012
ARNALDO BAPTISTA NA VIRADA CULTURAL/SP
Arnaldo Baptista
Proclame!
Teatro Municipal dia 5 às 19h00
Arnaldo Baptista, ex-líder de Os Mutantes, apresenta-se na Virada Cultural com seu show solo voador, Sarau o Benedito?, no Teatro Municipal de São Paulo. Arnaldo tocará e cantará ao piano de cauda, em um espetáculo intimista e envolvente. Sarau o Benedito? traz video-cenário com projeções de desenhos de sua obra como artista plástico.Arnaldo Baptista, que é baixista, pianista, cantor e compositor, nasceu em São Paulo em 1948. Formou Os Mutantes no ano de 1966 com o irmão Sergio Dias e com Rita Lee. Em 1967, o grupo acompanhou Gilberto Gil em sua apresentação da canção Domingo no parque no III Festival de MPB da TV Record, iniciando assim o envolvimento da banda com o movimento tropicalista. Os Mutantes lançaram seis álbuns com a presença de Arnaldo, indo do “tropicalismo psicodélico” ao rock progressivo, tão em voga na época. Após a saída dos Mutantes, Arnaldo lançou quatro albúns solo - entre eles o clássico Lóki - e dois álbuns como parte da banda Patrulha do Espaço. Seu último álbum solo, Let it Bed, foi lançado em 2004 e é resultado da descoberta de Arnaldo dos atuais softwares caseiros de áudio.
Arnaldo Baptista
http://www.arnaldobaptista.com.br/historico.htm
sábado, 28 de abril de 2012
CONCURSO LITERÁRIO
II Concurso de Poesia Autores S/A
Estão abertas as inscrições para o II Concurso de Poesia Autores S/A! Leia atentamente o regulamento do concurso. Disponibilizamos também, logo abaixo do regulamento, um link para o formulário de inscrição. Além dos vários prêmios oferecidos, o Portal Cronópios publicará os autores vencedores.
REGULAMENTO
II Concurso de Poesia Autores S/A
Realização: Blog Autores S/A (http://autoressa.blogspot.com)
Idealizador: Lohan Lage Pignone
Regulamento oficial
1. DO OBJETIVO DO CONCURSO
Percebe-se um crescente número de poesias sendo divulgadas através de espaços virtuais, sobretudo em blogs. A má valorização e a descrença que se dá à poesia na sociedade têm gerado, nos últimos anos, um êxodo poético para o mundo virtual: espaços democráticos, sem pretensões lucrativas, que trazem do anonimato poetas de incontestável talento. Poetas que, por sua vez, não obtiveram boa receptividade (ou nenhuma) sob o aspecto mercadológico do material poético. Com base nesta prerrogativa, o blog Autores S/A tomou a iniciativa de estimular a produção de poemas, a formação e a divulgação de novos poetas. Nesta segunda edição do concurso, a expansão dos trabalhos dos poetas será ainda mais vasta comparada à edição do ano passado. O grande diferencial do Concurso de Poesia Autores S/A são as análises e ensinamentos deferidos por jura dos – autores renomados e professores de alto gabarito – que se encarregam de direcionar os poetas, ensiná-los técnicas em prol de sua evolução na competição e, consequentemente, fora da competição. Tal característica não se observou, até então, em nenhum outro certame.
2. DAS INSCRIÇÕES
2.1 O período de inscrições se dará entre os dias 02 de abril de 2012 a 14 de maio de 2012.
2.2 Poderão se inscrever pessoas físicas, de qualquer idade, residentes legais em qualquer país, desde que o trabalho enviado tenha sido escrito em língua portuguesa (o que não impede, de forma alguma, o uso de termo estrangeiro no poema). O poema não precisa ser inédito na primeira fase de envio, sendo permitido o envio de poemas premiados em outros certames, bem como poemas publicados em blogs/sites e livros de autoria.
2.3 Não será cobrado qualquer tipo de taxa de inscrição.
2.4 Os participantes deverão, no período de 02 de abril de 2012 até 14 de maio de 2012, acessar o blog Autores S/A, cujo endereço é:http://autoressa.blogspot.com< span style="color: #005b85;"> e preencher o formulário de inscrição que lá estará disponível, com os seguintes campos obrigatórios: nome e endereço completos, pseudônimo, telefone, data de nascimento, e-mail e, claro, o poema intitulado. O participante deverá ser seguidor (a) do blog Autores S/A (basta ir em Amigos S/A).
2.5 O pseudônimo disposto no item 2.4 não poderá conter qualquer semelhança com o nome real do participante.
2.6 O sistema de inscrição informará ao participante, via e-mail, se a inscrição foi ou não efetuada com sucesso. É de suma importância verificar a caixa de spam neste caso.
2.7 O poema deverá ter, obrigatoriamente, um título.
2.8 Os participantes serão excluídos automaticamente do concurso em caso de fraude comprovada ou de apresentação de poemas que não sejam de sua autoria, podendo ainda responder por crime de falsidade ideológica ou documental.
2.9 Os finalistas do ano passado, com exceção dos dois primeiros colocados (que não poderão se inscrever este ano), que queiram se inscrever novamente, por favor: enviem pseudônimos diferentes, bem como poemas diferentes.
3. DA BANCA DE JURADOS
3.1 O júri oficial será formado por pessoas reconhecidamente capacitadas em Literatura e/ou Artes e/ou Educação. Os convidados, para formarem o júri durante as etapas do concurso, serão autores (de renome ou não), ou pessoas de nível semelhante ao dos jurados oficiais.
4. DAS FASES DO CONCURSO
4.1 Haverá a pré-seleção dos poemas inscritos. A pré-seleção consistirá em duas fases: na primeira fase, serão classificados 30 poemas. Desses 30 poemas, uma nova seleção será realizada, com base em um novo desafio proposto para os 30 poetas.
4.2 Os poetas classificados serão devidamente informados, via e-mail, sobre todo e qualquer desafio que virá a ser proposto pela organização do concurso.
4.3 O término da segunda fase da pré-seleção se dará com a classificação dedez (10) poemas. Os dez poetas, respectivos, disputarão a fase final do concurso.
5. DA FASE FINAL DO CONCURSO
5.1 A fase final do concurso, disposta no item 4.3, será disputada em oito (08) etapas semanais.
5.2 Em cada etapa haverá uma temática estabelecida pela organização do concurso, a qual os poetas finalistas deverão obedecer no feitio de seus poemas.
5.3 As temáticas dispostas no item 5.2 serão encaminhadas para os poetas com cinco dias de antecedência em relação ao dia de postagem.
5.4 Todos os poemas da fase final deverão ser enviados para o e-mail do concurso (e-mail revelado somente para os classificados). Todos os poemas serão publicados no blog Autores S/A, de acordo com as etapas. As datas e horários/ prazos serão devidamente informados aos poetas finalistas na ocasião.
5.5 Os poemas da fase final deverão ser enviados em anexo ou no próprio corpo do e-mail do concurso, em fonte Times New Roman, tamanho 12. Não haverá limite de linhas/versos ou caracteres. Será permitido o envio de uma (01) imagem para ilustrar o poema (dado facultativo), exceto quando for determinado o contrário em alguma das etapas.
5.6 Os dez poetas finalistas disputarão as oito etapas em pontos corridos, ou seja, não haverá eliminação durante a fase final do concurso. O poeta que, ao término do certame tiver acumulado maior número de pontos, será consagrado o vencedor.
5.7 A pontuação, supracitada no item 5.6, será estabelecida da seguinte forma:
Os jurados empregarão suas notas de 9 a 10 (9,1 – 9,2 – 9,3 – 9,4, e assim até 10).
Abaixo, o padrão de pontuação que será estabelecido, dos poetas mais pontuados (soma de todos os jurados) até os menos pontuados na etapa:
1º-12 pontos / 2º-11 pontos / 3º-10,5 pontos / 4º-10 pontos / 5º-9,5 pontos
6º-9 pontos / 7º-8,5 pontos /8º-8 pontos / 9º-7,5 pontos / 10º-7 pontos.
5.8 Haverá a participação popular durante o concurso, através de enquetes. Os poetas mais votados pelo público nas enquetes poderão receber apenas 1 ponto de bonificação nas etapas.
5.9 Não será permitido qualquer tipo de acordo entre os participantesdurante a fase final do concurso. Tanto os prêmios quanto o título do concurso serão intransferíveis.
6. DA PREMIAÇÃO
6.1 A premiação do II Concurso de Poesia Autores S/A será distribuída da seguinte forma:
1º colocado: Uma quantia de 400,00 (quatrocentos reais) em dinheiro; 1 Troféu; 1 Assinatura, de seis meses, da revista Metáfora; 1 Caricatura (do poeta vencedor) e publicação de 3 poemas do concurso no site Mundo Mundano.
2º colocado: 1 aparelho de MP5 4GB; 1 Troféu; 1 Assinatura, de dois meses, da revista Metáfora e publicação de 2 poemas do concurso no site Mundo Mundano.
3º colocado: 1 aparelho de celular (Samsung); 1 Troféu; 1 Assinatura, de dois meses, da revista Metáfora e publicação de 1 poema do concurso no site Mundo Mundano.
4º colocado: 1 caderno Moleskine; 1 Assinatura, de dois meses, da revista Metáfora e 1 livro.
5º colocado: 1 Assinatura, de dois meses, da revista Metáfora e 1 livro.
6º colocado: 2 livros.
6.2 Haverá, ao término do concurso, uma postagem que irá celebrar e premiar os melhores poemas do concurso – abarcando os poemas de desde a segunda fase da pré-seleção. Será a premiação extra, que será dividida emcategorias. São elas:
a) Melhor poema
b) Melhor título
c) Melhor verso
d) Melhor estrofe
e) Melhor criatividade
f) Melhor intertextualidade
6.3 O vencedor de cada categoria receberá um (01) livro como premiação e terá seu poema publicado no Portal Cronópios.
6.4 Durante o certame, serão sorteados prêmios entre os participantes.
6.5 Todos os prêmios serão devidamente enviados, por Correios,após o término do concurso.
7. DISPOSIÇÕES FINAIS
7.1 Durante todo o período do concurso, o espaço do blog Autores S/A ficará reservado unicamente para o recebimento de textos concernentes ao concurso de poesia.
7.2 Ao fazer a inscrição, o autor estará concordando com as regras do concurso, inclusive autorizando a publicação da obra no blog Autores S/A. O autor responderá por plágio, cópia indevida e demais crimes previstos na Lei dos Direitos Autorais.
7.3 Os participantes serão prontamente avisados sobre a classificação ou a não classificação para a fase seguinte logo ao término da pré-seleção.
Dúvidas? Entre em contato conosco:
E-mails: poesiaautoressa@gmail.com ou lohanlp@yahoo.com.br
ENVIADO POR TOUCHE-GUARULHOS-SP
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