segunda-feira, 20 de agosto de 2012

EDSON BUENO DE CAMARGO

UM LIVRO PARA DISTRIBUIR

Idealizada por Paulo de Toledo, "Poema de mil faces" é uma antologia de poemas cujo intento é ser lida e distribuída - "o principal objetivo da antologia é estimular a leitura de poesia e não a leitura da nossa poe
sia" -, ou seja, vale muito a pena conferir e repassar!

https://docs.google.com/open?id=0B_v-Y6YxJ54hUEZZQXBQX09hdUk

Os poetas:

Ademir Assunção, Adriano Scandolara, Alexandre Brito, Alexandre Marino, Ana Rüsche, Carla Renata A. S. Gomes, Cássio Amaral, Clauky Boom, Davi Araújo, Davino Ribeiro de Sena, Diniz Gonçalves Júnior, Diogo Mizael, Edson Bueno de Camargo, Eduardo Lacerda, Elson Fróes, Everardo Antonio Torres González, Fernanda Botta, Frederico Barbosa, yo!, José Aloise Bahia, Jussara Salazar, Leo Gonçalves, Leopoldo Comitti, Linaldo Guedes, Líria Porto, Marcelo Ariel, Márcia Maranhão De Conti, Mário Ramos, Paulo de Toledo, Paulo Kauim, Rafael Nolli, Silas Correa Leite, Ramon Melo, Rodrigo Tomé, Rosane Ramos, Rubens Jardim, Sérgio Bernardo, Sérgio Fantini, Sirlene Maria Vieira, Susanna Busato, Tetê Martins e ZaiDe Moz.


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"Quem consegue fazer piadas sobre a própria sorte está acima do seu destino" (Sigmund Freud).

"Em uma sociedade mantida pela mentira, qualquer expressão de liberdade é vista como loucura" - Emma Goldamn

Link para a aquisição do livro  de poemas "cabalísticos" - Edson Bueno de Camargo - Coleção Orpheu - Editora Multifoco - Rio de Janeiro - 2010:
http://www.editoramultifoco.com.br/literatura-loja-detalhe.php?idLivro=272&idProduto=277
Também pelo email: vendas@editoramultifoco.com.br e thiago@editoramultifoco.com.br, no site de compra é informado ao cliente também este email: leosimmer@gmail.com, além do telefone da editora para contato: (21) 2222-3034.



Leia poesia em meu blogue:
http://umalagartadefogo.blogspot.com
http://camargoeb.tumblr.com/

Outras impressões:
http://inventariodn.blogspot.com/
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Artes Plasticas e visuais:
http://umavoznoinvisivel.blogspot.com/
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Redes sociais:
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O "FENÔMENO" ATLÉTICO MINEIRO

Quem esteve no estádio independência ontem saiu de lá em estado de graça! Foi uma vitória mágica e da superação, sobre o Botafogo, mesmo após o Atlético ter criado diversas intenções de gol, mas ter esbarrado no excelente goleiro Jefferson.
 O momento mágico: o estádio lotado gritava, "Berola, Berola"... Imediatamente, Cuca atende e manda o jogador para o aquecimento. Ele entra e em menos de cinco minutos em campo, decide a partida, após 108 dias de ausência dos gramados. O Galo segue com o ataque mais positivo e com rodada de antecedência fecha o turno em primeiro lugar, com um aproveitamento superior a 80%. Se Galo fosse do Rio SP estaria sendo chamado de "fenômeno" pela imprensa nacional. Como não é , é chamado assim pela imprensa consciente de MG. Tudo isso tem um nome: GALO!

- IMAGEM: Ronaldinho troca de camisa com Sidorff; Galo toma frente na tabela.
 
pepe chaves/MG
nobre torcedor do ATLÉTICO MINEIRO.

APOSENTADOS

 
 
CONVIDA Você:
 
 Aposentado e Pensionista Aerus, Familiar e Amigo:
 
Manifestação de aposentados brasileiros, convocada pelo grupo
"Aposentados, pensionistas e aposentáveis do RGPS" 
 
23 de Agosto, 10h, Cinelândia, Rio de Janeiro
 
 
 
Agradecemos o reenvio deste convite
MovJÁ!
 Aderval Pires Gomes

 


sexta-feira, 17 de agosto de 2012

TANUSSI CARDOSO

O carioca Tanussi Cardoso  explora em sua poesia diversos temas universais. A Morte encontra reserva especial nos poemas realizados por Tanussi Cardoso, onde o beletrista revela as suas indagações de mundo:


quando o primeiro amor morreu
eu disse: morri

quando meu pai se foi
coroção descontrolado
eu disse: morri

quando as irmãs mortas
a tia morta
eu disse: morri

depois, a avó do Norte
os amigos da sorte
os primos perdidos
o pequinês, o siamês
morri, morri

estou vivo
a poesia pulsa
a natureza explode
o amor me beija na boca
um Deus insiste que sim

sei não
acho que só vou
morrer
depois de mim

A imagem construída em torno da morte impressiona, o que Tanussi Cardoso quer dizer transcende:

Tudo permanece em seu lugar.
A tartaruga
estática, sábia
contempla a cena.

Quem morre antes,
o morto ou seus objetos?

Tudo permanece em seu lugar.
O morto é um poema
acabado
solto
completo.

O elo absoluto que a morte provoca em nosso interior é esculpido por Tanussi Cardoso em radiantes versos:

Um olho paira no ar
gigantesco me espia

Espelhos expiam
suas culpas

Cristais partidos
dividem as dores do mundo

Uma noite intensa
baixa sobre tudo

O fio do novelo
o fio da navalha

A mãe morta
é o deus morto

As sombras, as Mortes que chamam Tanussi Cardoso ao poema são extraordinárias, daí, o apuramento do belo:

Estranhos, meus mortos abrem as janelas
penetram em meu quarto
e me sufocam.
Insinuantes, me beijam e sangram em mim
alegrias e pecados
acariciando, sem pudor
meus sonhos, minhas partes e meus ossos.
Meus mortos e seus gemidos
têm rostos, sinais
e olhos que fagulham calafrios.
Ousados, vêm no breu do sono
e dormem em minha cama
e me despem
e se debruçam sobre meu corpo
silentes e queridos
e rezam e choram por mim
como a lua clamando sua outro metade
como um espelho colando os próprios vidros.
Meus mortos sem censura
meus delicados mortos
que, à noite, penteiam meus cabelos
e, solidários, preparam o meu jardim.



Poemas de Tanussi Cardoso
Minuta de Diego Mendes Sousa

ITARARÉ/SP

Código do Itarareense-Andorinha


01)-Itarareense não tem pais. Faz do Céu de Itararé e da Terra de Itararé, seus pais, sua família, seu lar terreal, e. em Itararé se sente dentro do seu próprio coração
02)-Itarareense não tem casa. Faz da aldeia Itararé o seu ninhal, a sua casa, e a leva na alma, na mente, no coração, como uma honra, um orgulho, uma bandeira
03)-Itarareense não tem poder divino. Faz de seu amor por Itararé, o seu poder divinal, com a graça de Deus
04)-Itarareense não tem pretensão. Faz da própria iluminura pessoal por Itararé, a verdadeira pretensão de amor e paz
05)-Itarareense não tem poderes mágicos. Faz de sua personalidade especial de ser Itarareense, os seus poderes mágicos, encantados pelo prazer de viver com humor e contenteza
06)-Itarareense não tem vida ou morte. Faz das duas umas, tem Itararé,  de Itararé veio e para Itararé irá, então, essa é a sua maravilhosa vidamorte, pois sabe que abençoadamente será Itararé um dia
07)-Itarareense não tem visão. Faz da luz e do relâmpago que conecta o céu com a terra, a sua visão telúrica como um vôo para o celeiro cósmico, eterno, infinital
08)-Itarareense não tem audição. Faz da sua sensibilidade espiritual, seus ouvidos, pois Itararé é forfé, é letral, é harmonia, melodia e ritmo
09)-Itarareense não tem língua. Faz da prontidão para o diálogo boêmio, o rebite da dialética sobrevivencial, por intermédio de sua língua chã
10)-Itarareense não tem luz. Faz de Deus a sua defesa, e de sua fé o seu baluarte de salvação em seu rincão natal, o seu paraíso de paz e luz como santuário
11)-Itarareense não tem estratégia. Faz do direito à vida o seu dever de salvar vidas também, pelo direito sagrado de ser feliz como eixo norteador, sendo essa a sua magna estratégia e orquestração
12)-Itarareense não tem projetos. Faz do apelo à imaginação o seu sonho, o que torna sua espiritualidade rica, como um soma para um interativo projeto de construção de uma vida melhor, um mundo melhor, uma peregrina busca evolutiva de todos por todos, todos por um e o uno, razão e fim, é a Estância Boêmia de Itararé
13)-Itarareense não tem princípios. Faz da adaptação a todas as circunstâncias, o seu próprio princípio e conceito existencialista de conviver e viver com solidariedade e muito humor, inclusive etílico
14)-Itarareense não tem tática. Faz da aceitação da escassez e da abundância, uma coisa só, uma tática de semear constantemente, no amor e na dor, servir sempre, prosperar e enriquecer inclusive em conhecimento, conteúdo e ainda em filosofia, até porque, a magnífica grandeza de Deus usa os boêmios para confundir os sábios e os artistas na arte como libertação
15)-Itarareense não tem talentos. Faz de sua hilária imaginação fértil, um talento laborioso de edificar com graceza e prazeirança a suntuosa árvore da vida
16)-Itarareense não tem amigos. Faz de sua mente e de seu coração, sua arca vivencial por um humanismo de resultados, portanto sabe que toda vida na face da terra e do céu, é uma alma amiga
17)-Itarareense não tem inimigos. Os inimigos é que os têm
18)-Itarareense não tem armadura. Faz da benevolência, da caridade e da ética plural-comunitária, a sua armadura, e sabe que viver é lutar, então não foge à luta
19)-Itarareense não tem espírito. Faz do território pluridimensional de todas as vidas, o seu campo de lavanda, onde a perseverança é sua área de sobreviver, sua busca para dar frutos, dar flores, semear poemas, serestas e bebemorações
20)-Por fim, Itarareense não tem paraíso, até porque, Itararé não é um lugar, é uma terra da fantasia, uma terra do nunca (nunca a esqueceremos), Itararé é um lirial celeste aqui mesmo, Itararé é uma idéia, um triunfo, um estado de espírito. No campo de estrelas de Itararé, fazemos nosso céu, nosso abençoado chão, porque o que somos é a grande raiz de onde viemos, e para onde formos levamos quem amamos, então, se do céu de Itararé viemos, ao chão de Itararé voltaremos, esse é o perene Código Vital de todo Itarareense que é andorinha grande, andorinha sem breque, um verdadeiro Taperá!
-E quem for Itarareense que siga.
-0-

 

terça-feira, 14 de agosto de 2012

LANÇAMENTOS DE LIVROS DA ALDRAVA







Lançamentos de Livros da Aldrava Letras e Artes
A Aldrava Letras e Artes - entidade cultural sem fins econômicos, completa 12 anos de atividades ininterruptas, divulgando e promovendo a Literatura, a Arte e a Cultura mineira.
Este ano, os poetas do movimento aldravista, lançarão três livros de diferentes gêneros literários pela Editora Aldrava Letras e Artes: Pés no chão - crônicas (de Andreia Donadon Leal), Óbvias Liberdades - infanto-juvenil (de J.B.Donadon-Leal), beiral antigo - poesia (de Gabriel Bicalho) e Chitarô - cadê o gato? (de Hebe Rôla)
Biblioteca Pública Luiz de Bessa - Praça da Liberdade, 21 - Belo Horizonte, MG
Dia 29 de agosto de 2012, às 19 horas

Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa recebe lançamento de Livros dos Escritores do Movimento Aldravista de Mariana.
Os escritores do movimento aldravista de Mariana, Andreia Donadon Leal, Gabriel Bicalho, J. B. Donadon Leal e Hebe Rôla, farão lançamento da coleção de livros da Aldrava Letras e Artes, dia 29 de agosto de 2012, às 19:00, na Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa.
A coleção da Editora Aldrava Letras e Artes, composta pelos livros “Pés no Chão – crônicas”, da escritora e artista plástica Andreia Donadon Leal, narra múltiplas temáticas do cotidiano, retratando situações inesperadamente banais que ganham colorido suntuoso no viés humanista e poético da crônica. A escritora detém-se nos pequenos momentos que não rendem notícia de jornal nem causam turbulências nas bolsas. Valoriza, como o pantaneiro Manoel de Barros, a lesma e outros bichos de pouca importância e assuntos no dia-a-dia dos grandes fatos.
“beiral antigo - poesia”, do poeta Gabriel Bicalho, livro premiado pela UBE-RJ, transforma suas memórias de infância e adolescência, num luso-brasileiro álbum familiar, poetizando a terra e a convivência com seus antepassados. Poemas com técnica elaborada e sensibilidade que toca em nossas lembranças familiares.
“Óbvias Liberdades – poesia infanto-juvenil, livro do poeta e professor J. B. Donadon-Leal é uma provocação poético-didática, com poemas que questionam ou reelaboram conceitos sociais, políticos e científicos consolidados. Esses poemas levarão os leitores à pesquisa de conceitos sociológicos de liberdade, selvagem, estigma, mártir; de conceitos científicos de energia, antítese, paradoxo, paradigma, circunferência, animal, vegetal, luz e refração; das biografias de Nero, Alphonsus de Guimaraens e de mártires universais. Por isso, é de leitura indicada para alunos das séries iniciais, pois é um livro gerador de pesquisas e debates.
“Chitarô - Cadê o Gato?” – estória infanto-juvenil, livro da escritora e professora da UFOP Hebe Rôla, com ilustrações criativas e atrativas para crianças e adultos, é excelente material didático, que oferece atividades de passatempo, testes de conhecimento e leitura sintética das histórias em quadrinhos. A obra vai além da aparente simplicidade textual, pois privilegia a virtude da valorização e do apego ao que os laços familiares proporcionam, tanto à vida das pessoas, quanto à dos animais.
Antes da seção de autógrafos com os autores aldravistas, haverá sessão de declamação com a Academia Marianense InfantoJuvenil de Letras, Ciências e Artes, sob coordenação de Hebe Rôla. A entrada é gratuita.
Contato: deialeal@jornalaldrava.com.br
(31) 8893-3779
www.jornalaldrava.com.br
O termo "Aldravismo" vem de “aldrava”, objeto metálico em forma de argola, preso às portas das casas, utilizado para avisar quando alguém está chegando. O aldravismo se caracteriza pela arte capaz de chamar atenção, fazendo com que os leitores abram portas para recebê-la. A partir dessas premissas, professores, poetas e escritores mineiros propuseram um novo estilo literário, que nasceu em 2000, na cidade de Mariana.
A história do movimento mineiro literário e artístico foi construída a partir do lançamento do Jornal Aldrava Cultural, com a abertura de espaço para a veiculação de produções livres da arte da poesia. Como expressão da liberdade, a literatura do movimento é metonímica, apresenta indícios e, assim, considera o leitor livre para buscar sentidos e interpretações próprias. O autor também é livre para produzir e inovar. O Movimento Aldravista se inspirou na utopia dos poetas árcades, que propunham uma nova forma de fazer poesia, sem arbitrariedades.
Os poemas, chamados de “aldravias” são estruturados em seis versos univocabulares, convidando o leitor a participar do processo de sentido do texto.
Andreia Donadon Leal - poeta, contista, cronista e artista plástica. Formada em Letras pela UFOP, Pós-graduada em Artes Visuais: cultura e criação e Mestre em Literatura (cultura e sociedade) pela Universidade Federal de Viçosa. Autora dos livros: "quase! - senda 01". In: nas sendas de Bashô (2005). Cenário Noturno (poesia) - 2007, Aldravismo - uma proposta de arte metonímica - 2009. "Ventre 3 - ventres". In: Ventre de Minas - 2009. Flora, amor e demência & outros contos - 2010. Essências - sonhos e frutos e luzes - 2011. "Vias". In: Germinais - aldravias - 2011. Lumens (Org.) - 2011. Écrivains contemporains du Minas Gerais. (Org.) Paris, 2011. Pés no chão - crônicas. - 2012. Membro efetivo da Academia Municipalista de Letras de Minas Gerais e da Academia de Letras, Artes e Ciências Brasil.
Gabriel Bicalho - poeta, idealizador do Jornal Aldrava Cultural e criador do Movimento Aldravista de Arte e Literatura. Venceu o 1º Concurso Nacional de Poesia - Literatura para Todos - MEC/2006, com o livro Caravela - redescobrimentos. Autor também de Criânsia (1974), Euge, poeta! (1984), "Poemas" In: Aldravismo - a literatura do sujeito (2002) apesar das nuvens (2004) e "enquanto sol - senda 02" In: nas sendas de Bashô (2005), Caravela - redescobrimentos (2007), lírios possíveis (2009), "aldravas" In: Ventre de Minas (2009). Essências e Medulas (2010), Ainda o sol (2010), "Transmutações". In: Germinais - aldravias. (2011), Âncoras Flutuantes (2011). beiral antigo (2012) Membro efetivo da Academia Municipalista de Letras de Minas Gerais e da Academia de Letras, Artes e Ciências Brasil.
Hebe Rôla - escritora, contadora de histórias, pesquisadora da cultura popular e da linguagem dos sinos. Professora Emérita da Universidade Federal de Ouro Preto. Idealizadora e Coordenadora da Academia Marianense InfantoJuvenil de Letras, Ciências e Artes. Coordenadora do Festival Cantando Alphonsus - Mariana, MG. Publicou os livros: O Bem-te-Sino (literatura infanto-juvenil - 2004); Aldravismo - a literatura do sujeito (co-autoria); O Dia de Minas (co-autoria); Mãos de Mariana (co-autoria); Pequeno Dicionário da Linguagem dos Sinos (co-autoria) e no prelo: Chitarô. Cadê o Gato? Membro efetivo da Academia Municipalista de Letras de Minas Gerais e da Academia de Letras, Artes e Ciências Brasil.
J. B. Donadon-Leal – doutor em Semiótica pela USP e Pós-doutor em Análise do Discurso pela UFMG. Poeta, professor de Semiótica no Curso de Jornalismo da UFOP. Editor do Jornal Aldrava Cultural é um dos criadores da aldravia – nova forma de poesia. Autor de Dô-caminho (1992), Marília - sonetos desmedidos (1996), Jardim & Avenida (1997), Gênese da poesia e da vida (1997), Sáfaro (1999), Aldravismo-a literatura do sujeito (2002), Leituras - ciência e arte na linguagem (2002), "brejinho - senda 04" In: nas sendas de Bashô (2005). Reflexões: a linguística na sala de aula (Org.) 2007. Relatos de Experiência - a linguística no ensino da língua portuguesa (2008). Vereda dos Seixos (2008). "Bater aldrava" In: Ventre de Minas (2009). "Minúsculas maiúsculas" In: Germinais - aldravias (2011). Óbvias liberdades (2012) Membro efetivo da Academia Municipalista de Letras de Minas Gerais e da Academia de Letras, Artes e Ciências Brasil.

Andreia Aparecida Silva Donadon Leal - Deia Leal
Mestr em Literatura (cultura e sociedade) - Universidade Federal de Viçosa
Obras de arte em promoção:
 
 
Projetos de Incentivo à Leitura
 
Poesia Viva - a poesia bate à sua porta - Ponto Itinerante de Leiturahttp://pontoleituramariana.blogspot.com/
 
A Diversidade na leitura - haicais nos ambientes presencial e virtual
 
Jornal Aldrava Cultural -
 

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

ROGERIO BOTTER MAIO







Olá, nos vemos nessa 5a feira?
Pra quem ainda não conhece, o espaço e o projeto são bem legais!
Meu site está totalmente reformulado, agora com os 5 cds (mp3 e partituras).