quarta-feira, 31 de outubro de 2012

TEATRO




Daniela Paita

Coordenadora de Produção

Laf Cultural
Rua José Eiras Pinheiro, 250 - Condomínio Rio Mar VIII
Barra da Tijuca - Rio de Janeiro - RJ 
Cep: 22793-002
Tels: (21) 3251-7141 / 8109-3110
 
 
O musical infanto juvenil
“TRÊS MARIAS”
estreia dia 15 de setembro no Teatro dos Quatro

Em cena, a Companhia Crias da Casa, que conta com os atores David Lucas, Aline Peixoto, Leonam Thurler, Denise Peixoto e Gabriel Naegele, e direção geral de Gabriel Naegele e Maria Vidal


ESTREIA: dia 15 de setembro (sábado), às 17h
LOCAL: Teatro dos Quatro / Shopping da Gávea
- Rua Marquês de São Vicente, 52/2º piso, Gávea / RJ   Tel: 21 2239-1095
HORÁRIOSsábados e domingos, às 17h DURAÇÃO50 min
INGRESSOSR$50,00 e R$25,00 (meia entrada) CAPACIDADE; 402 lugares
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIAlivre (indicada para a partir de 05 anos)
TEMPORADA PRORROGADA ATÉ 16 DE DEZEMBRO DE 2012


O espetáculo musical “TRÊS MARIAS”, da Cia. Teatral Crias da Casa, estreia no dia 15 de setembro próximo no Teatro dos Quatro. Em cena estão os atores/músicos David Lucas (atualmente no ar como o personagem “Orelha”, de “Malhação”, e recentemente na novela “Fina Estampa”), Aline Peixoto (irmã de David Lucas, esteve no ar recentemente como “Márcia”, na novela ‘Morde & Assopra’), Leonam Thurler, Denise Peixoto e Gabriel Naegele. é texto de Gabriel Naegele e a direção do próprio, em parceria com Maria Vidal. A direção musical éde Aline Peixoto e Denise Peixoto.

A peçé resultado de uma pesquisa iniciada pela companhia em 2008. Utilizando-se das linguagens da farsa e do musical, arquétipos como o Bem, o Mal e a Grande Mãe são evocados para resgatar sentimentos de amor, respeito por si mesmo, pelo próximo e pela vida, além de abordar de uma forma lúdica e poética a questão da morte - assunto “proibido”, do qual ainda pouco se fala às crianças.

SINOPSE

Numa praça em algum lugar indeterminado, Antonio Maria, Zé Maria e Maria Aparecida se conhecem. Descobrem afinidades e decidem, juntos, correr o mundo como uma trupe mambembe, contando e vivendo histórias. Agora eles sãTrês Marias - três destinos, três amigos, três vidas atreladas por um chamado: contar e viver histórias pelo mundo.

Assim, desdobrando-se em vários personagens e tipos, os ‘menestréis’ contam ao público a história de um grande amor entre um anjo da guarda, Gabriel, e sua tutelada, a jovem e doce Janaina. Um amor inicialmente impossível, mas que acaba por se realizar, já que “Deus escreve certo, por linhas que não deciframos com olhos tortuosos”, como diz o texto. O anjo Gabriel trava uma verdadeira batalha contra o tempo e contra o mal para viver seu amor pela moça, assim contam os Três Marias com seus instrumentos musicais, sua dança, e seus objetos retirados de dentro de toda bagagem que carregam.

FAMÍLIA REUNIDA EM CENA

A Cia. Crias da Casa traz uma curiosidade, como já diz o nome: os atores David Lucas e Aline Peixoto são irmãos, e estão em cena ao lado da mãe, Denise Peixototambém atriz da peça, e diretora musical em parceria com Aline.

A MONTAGEM

A concepção da cena e a proposta estética partiram da ideia de uma trupe mambembe que vive de contar histórias pelo mundo.

No cenário de Gabriel Naegele não há coxias para as trocas de adereços e de personagens, tudo acontece diante do público - a preparação para a entrada e a saída dos personagens e dos objetos na cena, a troca, a comunicação entre os atores.

Há em cena malas e caixas de diversos tamanhos, utilizadas pelos ‘menestréis’, e um baú gigante de madeira que se abre apresentando um pequeno palco, de onde saem os atores David Lucas e Aline Peixoto, seus instrumentos musicais e outros adereços.

O figurino de Leonam Thurler é multicoloridoé criado a partir de retalhos, pequenas peças de brinquedos, variadas sucatas customizadas, centenas de botões e elementos de diversas origens com seus usos modificados, numa profusão de texturas e cores.

A CIA. CRIAS DA CASA

A Crias da Casa tem mais de 10 anos de atuação no mercado teatral e educacional. Todos são formados e têm longa experiência como arte-educadores e já encenaram mais de 15 produções teatrais a partir das pesquisas realizadas em projetos de ação social, educacional, ambiental, cultural e no fomento do resgate da cidadania.

FICHA TÉCNICA

Texto: Gabriel Naegele
Direção Geral: Gabriel Naegele e Maria Vidal
Direção Musical e Música-tema: Aline Peixoto e Denise Peixoto

Atores / Personagens:
Aline Peixoto / Formosa e Musicista
David Lucas / Regente e Músico
Denise Peixoto / Maria Aparecida, Dona Marta, Janaína e Raquel
Gabriel Naegele / Antônio Maria, Besta e Deus
Leonam Thurler / Zé Maria, Gabriel e Dona Marta

Cenário: Gabriel Naegele
Figurinos e Caracterização: Leonam Thurler
Adereços: Leonam Thurler e Gabriel Naegele
Preparação Corporal: Maria Vidal
Preparação Vocal: Jorge Maya
Iluminação: Ricardo Lyra
Fotos de Estúdio: Marilane Pitta
Fotos de Cena: Renato Mangolin
Programação Visual: Cláucio Sales
Coordenação de Produção: Daniela Paita
Direção de Produção: Alexandre Almassy
Idealização e Realização: Crias da Casa Produções Artísticas
Assessoria de Imprensa: JSPontes Comunicação – João Pontes e Stella Stephany


segunda-feira, 29 de outubro de 2012

ROBERTO ROMANELLI MAIA

SOMOS RIO
 e SOMOS OCEANO

ROBERTO ROMANELLI MAIA
ESCRITOR, JORNALISTA E POETA

Antes de seguir adiante, fazendo certas opções e tomando algumas posições e decisões em nossa vida, podemos nos deixar amedrontar porque sentimos algum tipo de insegurança ou de medo.

Somos, de certa forma, como um rio, que quem sabe irá desaguar no oceano; só consegue enxergar, ao olhar para trás, para as montanhas, para os seus cumes e para o longo caminho que atravessa as florestas, um oceano a sua frente, tão vasto que, ao penetrá-lo, sente a sensação de que ali irá desaparecer para sempre.

Mas sabe o rio, como todos nós o sabemos, que não existe outra possibilidade, nem opção!

O rio não pode voltar, como nenhum de nós poderá fazê-lo!

Ninguém pode voltar!

Retornar é impossível, na existência; devemos ter tal certeza presente diante de nós.

Porque, tal como o rio, só podemos ir em frente, sempre!

Assim, se o rio precisa arriscar-se, penetrando no oceano, é porque quando ele adentrar, sabe que o medo e a insegurança que o acompanham, irão desaparecer.

Então o rio, como todos nós, saberemos que não está em risco, desaparecermos no oceano e que, pelo contrário, descobriremos que não se trata de sumir  no oceano, mas de agregar-se e tornar-se parte importante dele.

Nesse caso, o que seria um desaparecimento, deve ser visto e entendido como renascimento.

Sim, assim somos nós; abdicar de seguir em frente significa acreditar falsamente que é possível retornar na existência.

Mas esse retorno sabemos é impossível ...

Só existe de fato um único caminho, para que nos tornemos parte do oceano: seguir em frente e arriscar.

Afinal, que melhor opção pode existir para cada um de nós que se tornar uma parte importante do oceano?



sexta-feira, 26 de outubro de 2012

IVONE VEBBER

 tela:claude verlinde

Ivone Vebber (Caxias do Sul – RS) e seu COM/FUSÃO


MÁRCIA SANCHEZ LUZ

 
 
E se eu viver ao teu lado,
espera a noite chegar
e meus sonhos embalar?
Quero meu dia abrandado,

meu sorriso abandonado
nos teus braços a ninar
todo meu corpo a gritar
por um carinho, um agrado
 
que só tu sabes fazer!
Serei plena, inteira tua
como se pudesse a lua

estar sempre a incandescer
e nos abrigar sem fim
neste jardim de jasmins.
 

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

SYLVIO BACK

O CONTESTADO – RESTOS MORTAIS:
 REVELAÇÃO DE UMA GUERRA INSEPUTA


Coincidindo com a efeméride do centenário da Guerra do Contestado (1912-1916), violento conflito armado pela disputa de fronteiras (daí a expressão, “contestado”) e posse da terra entre Paraná e Santa Catarina, encontra-se em lançamento nacional o filme “O Contestado – Restos Mortais” (118 min., cor/PB), de Sylvio Back, o premiado diretor de “Aleluia, Gretchen”, “Yndio do Brasil” e “Lost Zweig”. O longa-metragem está, atualmente, em cartaz em Florianópolis e Curitiba, desde o dia 19 último; em seguida, entra em Porto Alegre (09/11); e, simultaneamente, no Rio de Janeiro e São Paulo, dia 23 de novembro.

Na próxima segunda-feira, dia 29/10, haverá pré-estreia de “O Contestado – Restos Mortais” na Academia Brasileira de Letras (Teatro “Raimundo Magalhães Jr.”), no Rio de Janeiro. Após a projeção, debates com o poeta e escritor, Carlos Nejar, o escritor Godofredo de Oliveira Neto e o diretor do filme.

Tema já tratado ficcionalmente pelo autor em “A Guerra dos Pelados” (1971), hoje um épico “clássico” sobre a questão fundiária no Brasil, “O Contestado – Restos Mortais” é o inédito resgate histórico e mítico (através do transe de 30 médiuns em cena), iconográfico (inéditas músicas e filmes da época) e oral (a fala forte de descendentes dos rebeldes e de especialistas), dessa autêntica guerra civil nos sertões do sul até hoje submersa em mistério.

Envolvendo milhares de posseiros, pequenos proprietários, comerciantes, autoridades municipais, índios, negros, imigrantes europeus e fanáticos religiosos, e a nada surpreendente repressão do Exército e forças militares regionais associadas a "coronéis" e seus jagunços, o inesperado levante, que provocou a morte de mais de 20 mil pessoas, ensanguentou o centro-oeste de Santa Catarina durante quatro anos, num território do tamanho do estado de Alagoas.

História desconhecida

“Nesses quarenta e um anos que separam "A Guerra dos Pelados" deste "O Contestado – Restos Mortais", filmado entre 2008 e 2010 no próprio teatro de operações do Contestado, uma sensação de lesa pátria nunca deixou de me assombrar” – confessa Sylvio Back.

“Sim, não apenas como cidadão – explica –, mas por ser um cineasta cuja obra é seduzida pela ânsia de reverter falácias, compromissos políticos-ideológicos e o esquecimento militante da história oficial. Enfim, quão esquecidos, ignorados, omitidos, quando menos, minimizados, permanecem personagens, fatos & atos em torno da Guerra do Contestado. Seja junto à própria memória sobrevivente em Santa Catarina e no Paraná, seja pela indiferença com que é tratada no meio acadêmico e de sua explícita pouca importância no ensino escolar, portanto, da historiografia brasileira. O Contestado está se tornando invisível” – adverte Back.

Separatismo

Quando de sua eclosão em 1912, com a morte do monge José Maria, líder dos posseiros, e do coronel João Gualberto, da Polícia Militar do Paraná, no Irani, território da discórdia, na falta de melhores informações e compreensão do inusitado episódio e até pela proximidade da tragédia de Vaza Barris (1895-1896), alcunhou-se o Contestado de "Canudos do Sul".

Ainda que existam semelhanças, principalmente, na crença da chegada de um Messias, no fanatismo dos revoltosos e na feroz reação militar da nova República, seu espectro extravasa em envergadura, recorrência e reflexos nas décadas seguintes (e até hoje), a trágica epopeia de Antonio Conselheiro.

Desde seus aspectos e componentes místicos (a disciplina férrea das “cidades santas” e as ações predadoras do chamado “Exército Encantado de São Sebastião”); e bélico (a convocação e a utilização de 1/3 do exército brasileiro, mais de sete mil homens), ao geopolítico (separatismo, instalação das empresas multinacionais, Brazil Railway Company e Southern Brazil Lumber & Colonization, alimentando sentimento coletivo anti-imperialista), socioeconômico (a implantação do capitalismo na região); ao demográfico (imigrantes alemães, polacos, rutenos, italianos, comprando terras ocupadas por moradores sem título de propriedade).

Terra & poder

“Os rebeldes do Contestado – assevera Back, provecto estudioso do episódio – “almejavam o poder. Tanto é que cogitaram a fundação de um Estado, a “Monarquia Sul Brasileira”, que pretendia, inclusive, anexar o Uruguai ao seu território, e se estenderia até o Rio de Janeiro. O estamento militar da República, vacinado com o desastre de Canudos, a começar pelo presidente, Hermes da Fonseca, ficou furioso com a ousadia.

E, diante do noticiário alarmante da imprensa do Rio de Janeiro, reflexo dos jornais catarinenses e paranaenses, ordenou ao general Setembrino de Carvalho, que vinha de aniquilar revolta do padre Cícero no Ceará, que espanasse os fanáticos catarinenses do mapa. Assim foi executado, a ferro e fogo, implacável cerco e letal destruição dos redutos rebeldes com moderno armamento (depois utilizado na I Guerra Mundial), além do uso de avião pela primeira vez no país” – conclui o diretor dos laureados, “República Guarani” e “Guerra do Brasil”.

Mediunidade

Para rastrear os mais recônditos segredos do Contestado, muitas deles subentendidos nos testemunhos e nos “buracos negros” da história factual, “O Contestado – Restos Mortais” envereda por uma insólita narrativa cinematográfica, que Back chama de antidoc, por situar-se na contramão do discurso documental ora em voga que, majoritariamente, investe no viés “chapa branca”, hagiográfico e turístico de seus temas e personagens. Para tanto, incorpora o transe mediúnico à linguagem do filme como uma instância do inconsciente coletivo do homem, e assim, dos eventos do Contestado sendo redescobertos um século depois.

“O transe mediúnico é pura poesia” – teoriza Back. “No filme a aposta é nessa direção, imiscuir-se, reinventando através da palavra, pela sua verbalização cifrada e entrecortada pela fluidez do tempo e do espaço, no que foi esquecido e no que é preciso lembrar” – completa.

O carisma dos médiuns, extraído de dezessete horas de gravações, acabou se transformando em "influxos condutores do ritmo e da invisibilidade do filme”. Conforme acredita o cineasta, “a incorporação deles em inacreditáveis protagonistas plasmáticos”.

Sylvio Back faz questão de dizer que não é espírita. “Meu filme passa ao largo da onda do “cinema espírita”, que merece todo o meu respeito”. Prefere encarar o transe como algo suprarreal, onde tudo é imaginação e imaginário, “um salto no subterrâneo anímico de pessoas e acontecimentos como se prestidigitação fora rumo ao mais denso dos mistérios da alma humana” – conclui.

            Elenco do saber

Compõe o elenco de especialistas na Guerra do Contestado, de fora e de dentro da academia (mestres e doutores), cujos depoimentos permeiam e dão consistência ao discurso histórico e à polêmica de “O Contestado – Restos Mortais”, juntamente com o testemunho de descendentes dos rebeldes, trinta médiuns em transe, a vasta e original iconografia de imagens fixas e em movimento, como do insólito enterro do coronel João Gualberto em Curitiba, e da serraria norte-americana da Lumber em funcionamento, então (1915), a maior da América do Sul, os seguintes especialistas, em ordem alfabética:

Alexandre Assis Tomporoski, historiador (Universidade Federal de Santa Catarina/UFSC); general Aureliano Pinto de Moura, historiador (Instituto Geográfico e Histórico Militar do Brasil–RJ); Celso Martins da Silveira (SC), historiador e jornalista; Delmir José Valentini, historiador (Universidade do Contestado–UNC/SC); Eloy Tonon, historiador (Faculdade Estadual de Filosofia, Ciências e Letras de União da Vitória (PR); Euclides Felippi, historiador (SC); Fernando Tokarski, historiador (UNC/SC); Ivone Cecília D’Ávila Gallo, historiadora (UNICAMP/PUC/SP); João Batista (JB) Ferreira dos Santos (SC), jornalista e radialista; Márcia Janete Espig, historiadora (Universidade Federal de Pelotas–UFPel/RS); Márcia Motta, historiadora (Universidade Federal Fluminense–UFF/RJ); Marli Auras, historiadora (UFSC); Nilson Cesar Fraga, historiador (Universidade Federal do Paraná–UFPR); Nilson Thomé, historiador (UNC/SC); Paulo Pinheiro Machado, historiador (UFSC); Paulo Ramos Derengoski (SC), jornalista e historiador; Pedro Aleixo Felisbino (SC), historiador; Rogério Rosa Rodrigues, historiador (UFSC); Todd Diacon, brasilianista (Kent State University/Ohio–EUA); e Vicente Telles (SC), historiador e músico.

Equipe & Produção

Produzido, filmado no centro-oeste de Santa Catarina, e editado entre 2008 e 2010, o projeto de “O Contestado – Restos Mortais” remonta a 2004 quando Sylvio Back se deu conta da necessidade da emprestar mais repercussão regional e nacional ao magno conflito da Guerra do Contestado. Inclusive, prevendo a data do centenário, neste outubro de 2012, para cuja comemoração o filme acabou em lançamento.

Compõe a equipe de realização do filme, profissionais como o diretor de fotografia e câmara, Antonio Luiz Mendes, que trabalhou com Back em “Cruz e Sousa – O Poeta do Desterro”, ”Lost Zweig” e no inédito, “O Universo Graciliano”; Margit Richter, produtora executiva de seus filmes há vinte e cinco anos; Paulo Henrique Souza (PH), diretor de produção e, também, editor do filme, e o cineasta Zeca Pires, diretor assistente. Back assina as pesquisas, o roteiro e a direção do filme.

“O Contestado – Restos Mortais” é uma produção da Usina de Kyno e Anjo Azul Filmes, com o patrocínio da CELESC (Centrais Elétricas de Santa Catarina), COPEL (Companhia Paranaense de Energia Elétrica) e SANEPAR (Companhia de Saneamento do Paraná), através da Lei do Audiovisual (Agência Nacional do Cinema–ANCINE); e apoio da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte de Santa Catarina, FAPEU (Fundação de Amparo à Pesquisa Universitária) e da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). –  


Sylvio Back: Biobliofilmografia

Sylvio Back, cineasta, poeta, roteirista e escritor. Filho de imigrantes hún­garo e alemã, é natural de Blumenau (SC). Ex-jornalista e crí­tico de cinema, au­todidata, inicia-se na direção cinematográfica em 1962, tendo realizado e produzido até hoje trinta e sete filmes – curtas, médias e onze longas-metragens: "Lance Maior" (1968), "A Guerra dos Pe­lados" (1971), "Ale­luia, Gretchen" (1976), "Revo­lução de 30" (1980), "Repú­blica Gua­rani" (1982), "Guerra do Bra­sil" (1987), "Rádio Auriverde" (1991), "Yndio do Brasil" (1995), "Cruz e Sousa - O Poeta do Des­terro" (1999); "Lost Zweig" (2003); "O Contestado – Restos Mortais" (2010); e "O Universo Graciliano" (2012, em finalização).
Publicou vinte e um livros (poesia, contos, ensaios) e os argu­men­tos/roteiros dos filmes, "Lance Maior", "Aleluia, Gret­chen", "Re­pública Guarani", "Sete Quedas", "Vida e Sangue de Po­laco", "O Auto-Retrato de Bakun", "Guerra do Brasil", "Rá­dio Auriverde", "Yndio do Brasil", "Zweig: A Morte em Cena", "Cruz e Sousa – O Poeta do Desterro" (tetralíngue), "Lost Zweig" (bilíngue) e "A Guerra dos Pelados".
Obra poética: "O Ca­derno Eró­tico de Sylvio Back" (Tipografia do Fundo de Ouro Preto, MG, 1986); "Moedas de Luz" (Max Limo­nad, SP, 1988); "A Vinha do De­sejo" (Geração Editorial, SP, 1994); "Yndio do Brasil" (Poemas de Filme) (No­nada, MG, 1995), "bou­doir" (7Le­tras, RJ, 1999), "Eurus" (7Letras, RJ, 2004), "Traduzir é poetar às avessas" (Langston Hughes traduzido) (Memorial da América Latina, SP, 2005), "Eurus" bilíngue (português-inglês) (Ibis Libris, RJ, 2006); "kinopoems" (@-book) (Cronópios Pocket Books, SP, 2006) e "As mulheres gozam pelo ouvido" (Demônio Negro, SP, 2007).  
Com 74 láureas nacionais e internacionais, Back é um dos mais premiados cineastas do Brasil. Sua obra poética, em especial, os livros de extrato erótico, coleciona uma vasta fortuna crítica. Em 2011, recebe a insígnia de Oficial da Ordem do Rio Branco, concedida pelo Ministério das Relações Exteriores pelo conjunto de sua obra cinematográfica e de roteirista. –







NOVO FILME SYLVIO BACK

Querido Carrara, olhaí, tenho a grande alegria de convidá-lo para compartilhar comigo e minha equipe a pré-estreia carioca do novo filme, "O Contestado - Restos Mortais", no prestigioso Teatro
"Raimundo Magalhães Jr.", da Academia Brasileira de Letras, nesta segunda-feira. dia 29.
Se tiver pelo Rio, apareça, será uma honra, inclusive, conhecê-lo pessoalmente!
No atachado também lhe envio notícias sobre as próximas telas do filme.
Espero que goste de tudo!
Abração do Back

ESTA FOTO É MARCANTE!!!

DIREITOS HUMANOS PARA QUEM PRECISA ?
SE FOSSE UM BANDIDO TERIA REPORTAGEM E FOTOS EM TODOS OS LUGARES
A IMPRENSA ESTARIA DE BRAÇOS ABERTOS PARA DIVULGAR
SOU...
enviado por walter barros/araçatuba-sp