quinta-feira, 28 de novembro de 2013

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

ENTREVISTA COM A ATRIZ CLARISSE ABUJAMRA




Entrevisto,a atriz/coreógrafa/diretora CLARISSE ABUJAMRA, consagrada por suas atuações em teatro, cinema e tv.



1- CLARISSE, pesquisando informações sobre sua carreira como atriz/coreógrafa/diretoria, percebo que o ator  ANTONIO ABUJAMRA, foi uma de suas maiores influências -eu o conheci pessoalmente em 2005, em seu programa PROVOCAÇÕES, ele te impulsionou a fazer teatro e a compreender a dimensão da realidade, como foi esse processo?
*Antônio Abujamra é meu tio, irmão de meu pai e por isso não processo e sim uma sequencia de dias vividos ao lado dele e  seu incentivo constante pra que eu fizesse teatro. Quando fui estudar dança nos EE.UU ele me pediu que fizesse um curso de interpretação,mas à época era a dança e só a dança.
 

2- Você é apaixonada por poesia, poesia no palco, considera que a poesia pode ainda ajudar a mudar as pessoas ?
** A poesia assim como os bons livros a boa musica...e por aí vai... enobrece nossa alma. Em cada canto de minha casa vc encontra um livro de poesia e religiosamente leio pelo menos um  poema por dia. Com certeza a poesia nos salva da mediocridade.
 

3- Os jovens de um modo geral,não lêem boa poesia, não vêem bons filmes...que poetas ,livros e filmes você recomenda aos jovens? Eu me lembro que os primeiros livros que li foram as obras de Hermann Hess e peças de Nelson Rodrigues. 
*** O que não falta são bons livros, faltam escolas que entendam a supremacia a necessidade a `` utilidade publica `` que é ARTE . `` De Mandelstan para Stalin ``, é um grande livro !!!


4- Como foi fazer cinema , a convivência com o saudoso WALTER HUGO KHOURI, um diretor , no final dos anos 60? Sempre achei este diretor introspectivo, diferente dos rumos do cinema novo.
***Meu querido eu era uma menina que nem sonhava em fazer cinema ou atuar,mas fui assistir a uma filmagem me encantei e acabei fazendo um personagem, era uma estudante que ia entrevistar Paulo José, meu material era  claquete, giz e textos...assistente chegou e me perguntou : Você viu a Claquete? e eu  : Desculpe sou nova aqui e não conheço ninguém....um exemplo pra vc perceber o quanto fora da realidade estava.

5- Em determinada entrevista concedida você salienta que sua atuação mais difícil em cinema foi em CHEGA DE SAUDADE, porque talvez tivesse que enfrentar falas curtas e o poder arrebatador do silêncio, é isso?
*****Com toda certeza foi Chega de Saudade o trabalho mais difícil. Não digo uma única palavra no filme e um mundo para exprimir. Agradeço à direção de Lais  Bodansky e ao Walter Carvalho ter conseguido vencer as dificuldades.
 

6- Como você enxerga o Brasil atual, enquanto  cidadã? 
****** Enxergo, e sofro com profundo desapontamento e pesar.Enquanto a EDUCAÇÃO  não existir para todos e com qualidade, seremos pobres cidadãos.
 

7- Passados alguns anos, adquirimos uma certa releitura dos livros e músicas que conhecemos, em razões das vivências que tivemos. Quais os autores que estão sempre em sua cabeceira?
*******Os poetas, sempre os poetas !!!


abçs do fã
everi rudinei carrara/músico/poeta/editor do site  cultural telescopio.vze.com

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

LOU REED



A MORTE DE LOU REED BATENDO como um martelo...

   A notícia sobre a morte de LOU REED,bateu como um martelo sobre minha cabeça,ontem a noite. Incrível como algumas pessoas e alguns artistas estão profundamente ligados aos nossos sonhos, e momentos cruciais em nossas vidas. A primeira vez que ouvi em disco de LOU REED, foi em 1978, trata-se do belíssimo STREET HASSLE, repleto de pérolas pop como  DIRT/GIMME SOME GOOD TIMES,REALLY THE GOOD TIMES TOGETHER;WATI/e a faixa título, uma soberta suíte pop com mais de 11 minutos. em seguida, fui me busca de tudo que ele havia gravado com o lendário VELVET UNDERGROUND, final dos anos 60. Gostei de tudo! Procurei por outros discos de LOU, e coloquei entre meus favoritos obras como: LOU REED 1972/TRANSFORMER 1972/BERLIN 1973/CONEY ISLAND BABY 1976/THE BELLS 1979/THE BLUE MASK 1982/LEGENDARY HEARTS 1983/NEW YORK 1989/SET THE TWILIGHT REELING/THE RAVEN 2003 - Ou seja, tres década de rock e poesia. As letras de LOU REED refletiam o submundo dos grandes centros urbanos, algo que séculso atrás já havia despertado a poesia de BAUDELAIRE, POE, DELMORE SHWARTZ, RIMBAUD, BURROUGHS, GINSBERG, e outros poetas e artistas desta estirpe.
Engraçado, como a obra de LOU REED me tocou, e formou a trilha sonora de amores e desamores, fé e desespero de muitos amigos e inimigos. Eu me acostumei com sua voz, suficientemente pessoal e instransferível como acontece em BOB DYLAN  e NEIL YOUNG  para que amássemos  sua música, seu jeito de ser, pouco chegado aos estrelismos, muito comum entre alguns pseudo-artistas de nossa época. LOU REED nunca precisou de muito, bastava sua voz soturna como em " MAN OF GOOD FORTUNE", ou na clássica " WALK ON THE WILD SIDE", para nos mergulhar em minutos preciosos de poesia e canção pop. Díficil admitir como ele se foi, ainda meio esquecido pela turminha de hoje, mas essa nunca foi a dele, nem nunca precisou encher estádios ou vender milhares de discos - já era grande, uma artista sempre crescendo soberano em público, 
everi rudinei carrara: poeta,músico,editor do site telescopio.vze.com

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

PRÓSPERO ALBANESE


fonte:www.bandajoelhodeporco.com.br
PRÓSPERO ALBANESE
Ex-baterista, cantor, compositor, advogado e solteirão (ainda ostentando o seu bom humor), agora se apresenta em versão repaginada, com o seu slogan: “A Voz Joelho”.
Na década de sessenta, foi um dos fundadores da famigerada banda paulistana de rock, JOELHO DE PORCO, com a qual, junto com o seu amigo de infância, Tico Terpins, lançou, dentre outros discos, o icônico “SÃO PAULO – 1554/HOJE”.
Durante os últimos anos, ao lado do músico, produtor e compositor Guto Marialva, criaram um lote de canções autorais, que farão parte do primeiro CD-solo, “ESBAFORINDO ROCK´N ROLL (DENTRE FLATULÊNCIAS EXPLÍCITAS…)” que foi nacionalmente lançado neste ano, no palco do teatro do  Sesc Belenzinho de São Paulo.
Para a apresentação deste trabalho, PRÓSPERO ALBANESE montou uma nova banda e um novo show, em que orgulhosamente convida o espectador a uma viagem mágica, navegando também pelos grandes sucessos do JOELHO.
O SHOW
No espetáculo, Próspero e músicos, interpretarão alguns clássicos do início da carreira da lendária banda JOELHO DE PORCO, uma das mais anárquicas e expressivas bandas da década de 60 e outras atuais, que incorporam o seu primeiro trabalho como solista.
Músicas como, Se você vai de xaxado eu vou de rock and roll, (Tico Terpins e Próspero Albanese) (um detalhe curioso: a palavra “anticonstitucionalissimamente” foi considerada no início da década de 70, a mais extensa, colocada em uma letra), Boeing 723897 (Tico Terpins, Alan Terpins, Dudi Guper), Mardito Fiapo de Manga (Tico Terpins, Sergio Terpins e Charatz), México Lindo (Tico Terpins), Aeroporto de Congonhas (Tico Terpins), Meus vinte e seis anos (Walter Baillot e Tico Terpins) (ainda considerada um hino para os roqueiros) e São Paulo by day (Trombadinhas) (Tico Terpins); e as atuais: A Praça do Pôr do Sol – (Guto Marialva e WalPer), Fora da Lei – (Guto Marialva), Está Chegando o Apagão (ou Saqueando a cidade) (Tico Terpins & Zé Rodrix & Próspero Albanese & Guto Marialva & Gerard & Gerson Tatini), Rocker Rita – (Guto Marialva & Walper), dentre outras.
Serão, com certeza, momentos que reviverão o underground iconoclasta daquela época.
O Show será um espetáculo recheado de bom humor e de sensações sonoras.
Bom divertimento!

terça-feira, 8 de outubro de 2013

AGENOR DE OLIVEIRA


                                              http://www.agenordeoliveira.com.br/

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

DOM GLAUCO







ANIVERSÁRIO DO DJ DON GLAUCO n'A OBRA 

As festas Coletivo e Balaio n'A Obra

Comemorando o aniversário dos DJs Don Glauco e Marcelimelda

* Djs: Don Glauco, Seu Muniz e Marcelimelda

* Músicas: 80s, 90s, Rock, Black Music e Rock Alternativo
* Data: Sexta - 11 Out às 22h
* Destino: A Obra Bar Dançante - Rua Rio Grande do Norte, 1168 - Savassi - BH

Duas festas com dois aniversariantes e três Djs numa grande noite. Imperdível !!!

Comemore seu aniversário conosco, também.
Info: 31 3261-9431 | 3215-8077


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Don Glauco
DJ/VJ - Produtor de Eventos • Vídeos
(31) 8277-7474 Claro | 9133-0157 Tim


terça-feira, 1 de outubro de 2013

GRAM PARSONS



Gram Parsons - Six Days On The Road

Resgatou os velhos bambas do country e do honk tonky, como Buck Owens, Merle Haggard, Porter Wagoner e tantos outros para o tresloucado cenário hippie da Califórnia dos 60’s. Um bando de cabeludos chapados tocando esses sons não era nada comum e essa atitude visionária acabou definindo os padrões musicais da década de 70. Gram Parsons foi o precursor do country rock e alt-country, ou como definiria: Cosmic American Music. Começou com a banda The Shilos (1963), mas o country rock matador veio imergir com sua International Submarine Band e o LP Safe at Home. Nos Byrds, foi convidado por Roger McGuinn para substituir David Crosby e gravaram juntos o Sweetheart of the Rodeo, um super disco de country rock que deixaram os “fãs radicais psicodélicos” da banda meio embaralhados (eles que me desculpem, mas é um discaço! - divisor de águas da sonoridade dos Byrds). No final dos anos 60 ficou “amigão” dos Stones, principalmente de Keith Richards e sua influência é clara na música da banda em vários álbuns, inclusive no Sticky Fingers e Exile on Main Street. Em 69 formou com Chris Hillman o Flying Burrito Bros., mais uma erupção violenta na nata do som country rock. Nesse período com os Rolling Stones, sempre os acompanhando em seus “excessos”, inclusive nas loucuras extremas em Villa Nellcote, seus problemas com as drogas iam aumentandoa... Hillman lhe apresentou a linda Emmylou Harris, rolou um mútuo amor platônico, e a vocalista fez parte de sua nova banda: The Fallen Angels. Gravaram duetos de arrepiar como Love Hurts, We’ll Sweep Out the Ashes in The Morning e outras pérolas inimitáveis, com suas belas vozes sempre abraçando o som cortante de uma pedal steel. Morreu em 1973 de overdose de morfina e tequila aos 26 anos. ‘Parceiros até o fim’ - Segundo a revista inglesa Uncut, de outubro 2003, numa reportagem especial pelos 30 anos da morte de Gram Parsons: No funeral do guitarrista Clarence White, Parsons chamou Phil Kaufman (seu amigo, empresário e road manager) e pediu-lhe que quando morresse o queimasse no deserto (“Take me to the desert and burn me"). Phil Kaufmann, sequestrou o caixão de Parsons no Aeroporto de Los Angeles que estava aguardando para ser transferido para Louisiania e o levou para o deserto e cremou seu corpo. Quando a polícia descobriu os resíduos, Kaufman foi preso. Depois as cinzas foram enviadas para New Orleans, onde jazem num Garden of Memories, com a inscrição: "God's Own Singer: Gram Parsons".


01. Six Days On The Road
02. Break My Mind
03. Christine's Tune (Devil In Disguise)
04. Blue Eyes
05. We'll Sweep Out the Ashes In The Morning
06. Sing Me Back Home
07. I Still Miss Someone
08. Still Feeling Blue
09. Miller's Cave
10. Close Up The Honky-Tonks
11. My Uncle
12. Older Guys
13. Honky Tonk Women
14. Lazy Days
15. Bonny Marone
16. Strong Boy
17. California Cotton Fields
18. You're Still on My Mind
19. Dim Lights Thick Smoke And Loud Loud Music
20. Crazy Arms
21. Love Hurts
23. To Love Somebody
24. The Last Thing On My Mind
25. Wild Horses