sexta-feira, 9 de novembro de 2012

ALAORPOETA











MÁRCIA  
Ainda escalo castelos
           imaginados
e me faço Romeu
           por que eu?

Nossos beijos têm o mesmo
           gosto primeiro
a viajar nas rugas falsas
           do calendário
           que tempo?

Morreram as flores
do canteiro que a amei
a blusa salmão que mágico
fiz virar pele morena
maduraram nossos filhos
para a vida comer
na eterna fila do adeus...

mas basta o próximo
                                  abraço
            eis a verdade
na amêndoa cor de seus olhos
           o renascimento
                do amor
                   que
              (inclusive)
            tem seu nome.

Alaor Tristante Júnior

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

EUGENIO THEREZA

HISTÓRIA DA VIDA CULTURAL DE ARAÇATUBA CAP. 10
UM 14 BÍS PIORADO

Eugênio Thereza é músico, nasceu em Pereira Barretos/SP,mas vive em Araçatuba há décadas, fez parte da saudosa banda de MPB "TRILHOS URBANOS", no final dos anos 70 até meados dos 80. Eu me lembro de ter visto esse grupo tocando no antigo teatro INTEC,aí por volta de 1980 -naquela ocasião, o INTEC fazia divisa com a linha férrea. Eugênio, ficou conhecido como "Zé Eugênio", um músico autodidata, um moço branco,esguio, dedicado, batalhador, violeiro e violonista. Reside na rua NILO PEÇANHA, numa casa amarela ,com sua adorável esposa ANGELA.Fico sabendo que Eugênio tocou em sampa, e no ABC paulista, sabe me dizer quem é realmente gente confiável em Araçatuba/SP. O clima cultural em nosso tempo é uma espécie de 14 bís bem piorado. Eugênio sobreviveu ao cenário bovino que infesta o país. Alguns amigos nossos já residem no céu, todos sem o devido reconhecimento, porém, inesquecíveis entre artístas pelo país a fora. Eugênio se apresenta para os amigos ultimamente, no extinto Araçatuba Clube. Em seu rosto, reconheço o espírito do inconformismo, do artista vencedor, combativo, corajoso, avesso á musiquinha besta, avesso á nossa época decadente. Ser artista é ser resistente, eterno opositor, é preciso ir em lugares e tempos ainda não descobertos pela massa disforme. Suco de pêssegos para dois.
As década se passsam, mas não perdemos o verniz revolucionário, o gosto pela música de estampa fina. Chega de artistazinhos medíocres, chega de repressão via TV! Estamos caminhando sobre o campo minado, numa época improdutiva, pérfida, padronizada pela estupidez massacrante. Pasolini tinha horror á televisão italiana vexatóriamente colonizada; hoje, tudo é politicamente correto - ou seja, tudo é um horror, uma hipocrisia interminável - mas para o artista de gênio, o que sobrevive é ousadia, a transgressão contínua! O resto é conversa pra boi dormir!. Retiro-me da casa do artista EUGÊNIO THEREZA, certo de que ainda há esperança, ainda há pessoas decentes, artistas sensíveis, singelos, e honestos. Ele é fiel aos eu estilo de música, tornou-se uma jóia rara no contexto, dedilha chorinhos, marchas e coisas que não se ouvem mais neste país sem memória.
everi rudinei carrara - editor do site telescopio.vze.com,músico profissional, advogado. membro da academia poetas del mundo. TELA: claude verlinde

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

LÊDA MELLO

 
 
 
AMAR A PESSOA ERRADA
 
            Escuto com relativa frequência a frase  "Amei a pessoa errada".

            Todos nós temos, pelo menos, uma história de amor "que não deu certo" e, então, dizemos haver amado a pessoa errada. Este pensamento acaba fustigando o amor com sentimentos negativos, e sofremos. Sofremos com o amargor da rejeição, com a tristeza pela ausência, com o que consideramos ser uma insensibilidade para com os nossos sentimentos e, sobretudo, sofremos a dor da "perda", esquecendo de todas as coisas boas que essa história de amor nos proporcionou.

            Claro que o fim de uma relação sempre é uma situação dolorosa para ambas ou para uma das partes! Não gostamos de perder nem mesmo um simples objeto, quanto mais a pessoa que amamos. Quando um amor não dá certo, tendemos a nos fixar nos aspectos negativos da perda e quanto mais alimentamos a dor, mais o sofrimento se aprofunda.

            Ora, nós só perdemos o que possuímos. Possuímos uma jóia, uma casa, uma roupa, mas jamais possuiremos uma pessoa. O sentimento de posse acaba por gerar expectativas a respeito do outro, o que é muito difícil de ser correspondido. Ninguém veio a este planeta para satisfazer a vontade do outro, para se moldar dentro do desejo do outro. Cada um de nós é um ser único e, desta forma, cada um possui o seu próprio universo. Quando esperamos que as nossas realizações se façam através do outro, fatalmente somos malsucedidos, inclusive nos relacionamentos.

            Se, ao invés de nos voltarmos para os aspectos negativos, abrirmos nosso espírito para o lado positivo da situação, tudo toma uma nova dimensão. Nenhum encontro é sem sentido. Cada encontro é uma nova oportunidade de crescimento. Deixando  de lado as lamentações e começando a busca pelo que o outro nos proporcionou, certamente agradeceremos pelo encontro. Aqui, aprendemos lições de paciência, acolá, lições de coragem, humildade, desprendimento, generosidade, perdão, serenidade, equilíbrio e tantos outros aprendizados. No entanto, o maior deles é mesmo o aprendizado de amor.

            Quando nos voltamos para o lado positivo de um encontro de amor vemos que pouco ou nenhum espaço resta para os sentimentos negativos. Ainda que a história de amor não termine como terminam os contos de fadas, ainda assim amamos a pessoa certa, na hora certa e só precisamos agradecer a Deus pela oportunidade que aquele encontro nos proporcionou de agregarmos bens ao tesouro das nossas experiências de vida. Assim, o amor deixa de ser uma batalha de egos, para se expressar no seu verdadeiro significado: o maior e mais perfeito sentimento que o ser humano experimenta e vivencia.


Lêda Yara Motta Mello
Terapeuta Holística
Arapiraca (AL) - Brasil

Lêda Mello


http://ledayara.terapiaholistica.net/
 
 
#    #   #
 
Arte final por Lêda Yara
 
 
 
 
 
 
 

LIVROS/LANÇAMENTO


Gente

Estou passando a informação abaixo sobre o lançamento e no anexo o convite oficial também.

Um abraço e sua presença será uma satisfação

Wladyr

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Na  http://www.escritablog.blogspot.com/ 
você encontra hoje:

Wladyr Nader lança sexta-feira, dia 9/11,
das 19 às 22h, a coletânea de contos
"O Tamanho  do Estrago".  Local:
Livraria Martins Fontes, av. Paulista, 509,
fone 2167-9900. Em São Paulo.
O volume tem  96 pgs. e custa R$ 25,00.


Convênio com estacionamento: rua Manoel da Nóbrega,
88 ou 95. Serviço de manobrista: no no. 95. Primeira
hora gratuita nas compras até R$ 10,00.

Veja também:

sábado, 3 de novembro de 2012

VENEDICKT EROFEEV


Venedikt Erofeev, um bebum genial


Eu morava em Moscou  e trabalhava  na Rádio Central, onde fazia locução de programas para os países de língua portuguesa. 1990 era um ano complicado na vida soviética, um revirar constante de situações, notícias escabrosas vindo à luz, homossexuais saindo dos guetos, ciganos surgindo dos porões, agenciadores de prostitutas antenados às portas dos hotéis e estações ferroviárias. E enquanto alguns autores também vinham à luz, com seus livros reeditados ou editados pela primeira vez, algumas vozes se calavam. Naquele ano morria um escritor marginalizado, esquecido propositalmente, de uma força descomunal e que, a exemplo do cantor Vladmir Visotski, sua obra era escondida nas gavetas de muitos dos poderosos do Kremlin. Não podiam admitir, mas muitos desses o admiravam. Eu preciva noticiar seu desaparecimento. Não pude.

Quem é esse escritor marginalizado e perseguido pelo sistema soviético? Certamente aqui no Brasil ninguém, ou quase ninguém sabe de sua existência.

Venedikt Erofeev (Венедикт Васильевич Ерофеев; 24 Outubro 1938) era uma personalidade lendária. Em 1970 editou em dois exemplares datilografados sua novela Moscou-Petuchki (Москва – Петушки), que em poucas semanas circulou por toda Moscou, varou regiões indevassáveis, penetrou fronteira a fora.   

Dele falava-se constantemente, mas pouco o conheciam realmente, mesmo porque ele sequer gostava de qualquer popularidade, principalmente de paparicos. E como vivia? Como conseguia tempo para escrever?  Trabalhava permanentemente. Nas obras em que trabalhava, quando escrevia, deitado no beliche de um vagão que servia de moradia para construtores civis, chegavam perto dele e perguntavam: “O que escreves? Por acaso queres entrar para a Academia? Seja como for, bem sabes que não conseguirás. Melhor encher a cara de vodca, aqui conosco.”

Filho de “inimigo do povo”, nascido na região de Murmansk, depois do curso secundário mudou-se para Moscou onde tentou uma vaga na Universidade. Conseguiu-a, mas um ano e meio depois era excluído por não freqüentar as aulas de “Preparação Militar”. A partir daí (1957), trabalhou nas mais diferentes funções: carregador numa loja de produtos alimentícios, ajudante de obras na construção civil, guarda, sondador-perfurador geológico, bibliotecário, e vai por aí. Mas o único trabalho que realmente agradou-lhe foi o de ajudante numa expedição parasitológica, na estepe Golodnaia (estepe da Fome), no Uzbequistão, e o de ajudante de laboratório de pesquisa científica para a luta contra insetos voadores e sanguessugas, no Tadjiquistão.

Começou a escrever a partir dos cinco anos. Sua primeira obra digna de nota são os Escritos de um psicopata, iniciados aos 17 anos. É a mais volumosa e absurda dentre tudo o que escreveu. Em 1962 Boa Nova, obra que alguns “especialistas” consideraram uma “confusa tentativa de criar um Evangelho do Existencialismo Russo”, tal como Nietzche, “virado do avesso”. Escreveu vários artigos sobre os noruegueses Hamsun e Byerson, assim como acerca dos dramas da última fase de Avicena. Todos eles foram recusados pelos editores porque eram “metodologicamente horripilantes”.
Nos últimos anos, tudo o que escrevia ia se acumulando em dezenas de cadernos e grossos manuscritos. Sua doença (câncer na garganta), revelada em 1985, adiou indefinidamente a concretização de seus planos.

Foi submetido a duas complicadas cirurgias, recebia uma mísera pensão por invalidez. Até os 50 anos, nem em sonhos poderia pensar em seu reconhecimento como escritor. Reclamava que rebaixaram seu grau de invalidez. Dos 50 rublos que recebia, passou a receber 26. No atestado escreveram que “assim e assado”, “pode ter por ocupação uma atividade de escriturário ou conforme os seus hábitos profissionais”. Mas ele acabava se conformando: “Pagam-me exatamente tanto quanto minha Pátria considera necessário.”

Seu aparecimento diante dos guardiões das regras éticas da escrita, por certo deixou alguns chocados pelos “mimos” de sua linguagem.  Não reclamava, apenas dizia que os maiores adversários de suas expressões, tanto na imprensa como na literatura, eram exatamente os que mais as utilizavam em suas reuniões e plenárias. Tinha idéias para tudo. Dissertava sobre a embriagues, sobre o sexo, sobre os poderes, sobre as mulheres. Em seu Moscou-Petuchki, único livro editado, fala das mulheres:

“Eu era contraditório. Por um lado gostava que elas tivessem aquela cintura, já que nós não temos cintura nenhuma. Isso provocava em mim... como dizer? Volúpia? Sim, despertava em mim volúpia. Mas por outro lado, elas retalharam Marat a navalhadas. Ora, Marat era incorruptível e não deveria ter sido retalhado! Só por isto já matava toda a volúpia. Por um lado, como Karl Marx, eu gostava da fraqueza delas, isto é, elas são obrigadas a mijar de cócoras, e isso agradava-me, enchia-me... bem, de quê? De volúpia? Sim, algo assim. Mas por outro lado, foram elas que dispararam  contra Ilitch! Isto matava novamente a volúpia: podem ficar de cócoras, mas para que disparar contra Ilitch? Seria ridículo falar de volúpia depois disto.”

Em 1973, Moscou-Petuchki foi editado em Israel, quatro anos depois na França, RFA, Estados Unidos, Bélgica, Holanda, Luxemburgo, Polônia, Iugoslávia. Em todos os países obteve sucesso, mas em Moscou ainda passava despercebido “oficialmente”.

Perguntado se se considerava um dissidente, respondia que não, que nunca tivera nada a ver com a história. Sempre viveu à margem da dissidência. A antimusicalidade dos dissidentes afastava-o, suas vozes não criavam harmonia.

Venedikt morreu. E quase não se noticiou. Quando propus. na Rádio Central, dizer uma notinha rápida sobre Erofeev, Pugachov, o editor, alertou-me. Não era salutar, não devia atiçar um fogo em vias de se apagar.
 
“E se eu morrer um dia  – e morrerei brevemente --  sei que morro sem ter aceitado este mundo,. Tê-lo-ei aprendido de perto e de longe, por fora e por dentro, mas morro sem o ter  aceitado. Morrerei e Ele perguntar-me-á: “Gostaste de viver por lá? Foi bom ou o quê?”. Eu ficarei em silêncio, de olhos baixos. Essa mudez é conhecida pó todos os que sabem o que acontece quando se sai de uma bebedeira duradoura e pesada. Não é a vida de um homem uma momentânea bebedeira da alma? Todos nós vivemos como que embriagados, só que cada a seu modo: uns bebem muito, outros bebem menos. E o efeito é diferente em cada um: um ri-se nas barbas deste mundo, outro chora ao peito do mundo. Uns já vomitaram e sentem-se melhor, mas outros só agora começam a ter vômitos. E eu, o que sou? Já provei muitas coisas mas nenhuma deu resultado. nem sequer me ri pra valer uma única vez, nem sequer vomitei uma única vez. Eu, que experimentei tanto neste mundo, tanto que já perdi a conta e a seqüência, estou mais sóbrio do que ninguém; só que já não me faz nenhum efeito... “Porque estás mudo? – pergunta-me Deus, envolto em relâmpagos azulados. O que responder? Continuarei assim, calado, calado...”

Espero que lá no alto Venedikt Erofeev tenha resolvido falar, para alegria de anjos e santos.

PS.  Traduzi o seu Moscou-Petuchki. Cadê editor?
fonte: LUIS AVELIMA

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

SUPER IMPERATRIZ /VÔLEI

CAMPEONATO ESTADUAL 2012
Super Imperatriz busca hexa para Florianópolis no Vôlei

O Super Imperatriz Vôlei entra em quadra nesta 6ª feira (2/11), às 20h, no ginásio do Capoeirão, para o primeiro jogo contra a equipe de Chapecó, na melhor de três da final do Campeonato Estadual 2012. Depois de conquistar em setembro a terceira colocação na II Copa Volta Redonda, no Rio de Janeiro, e o vice-campeonato do World Challenge Cup, disputado na cidade de Mar Del Plata, na Argentina, a equipe de Florianópolis busca o seu primeiro título na temporada.

Segundo o técnico Douglas Chiarotti a evolução gradativa faz parte da preparação. “Os treinamentos estão intensos e os jogadores entendem que temos de ter um ritmo forte todos os dias independente de vésperas de finais e jogos decisivos. Eessa final é importante para o grupo se firmar e comprovar que o resultado de todo o trabalho pode vir após tanto esforço”, afirma Douglas.

Para o técnico a motivação está presente no cotidiano da equipe. “Sinto todos os atletas dando o seu máximo e muito empenhados para conquistar o primeiro título como Super Imperatriz Vôlei. Nosso objetivo principal sempre é a Superliga e os Estaduais fazem parte do calendário, porque é uma pena ainda não termos um Estadual forte aqui em Santa Catarina, mas com certeza essa final nos ajudará também no entrosamento e ritmo de jogo para começar bem a Superliga”, destacou o técnico, que terá o primeiro compromisso nacional da temporada no próximo dia 24, em Canoas/RS.

A final do Campeonato Estadual contra o time de Chapecó no próximo final de semana será disputada numa série de melhor de três. Os jogos de 6ª feira (2/11) e sábado (3/11), acontecerão às 20h, no ginásio do Capoeirão. Caso necessite do desempate, a grande final será realizada no domingo (4/11), às 11h. A entrada é franca, mas os torcedores podem retirar os ingressos antecipadamente para concorrer a prêmios numa das 15 lojas dos Supermercados Imperatriz, a partir de 6ª feira (2/11). O jogo também será transmitido via internet e poderá ser acessado através do site da Federação Catarinense de Voleibol: www.voleibol-sc.com.br.

SUPER IMPERATRIZ VÔLEIAssessoria de Imprensa
Marcilênio Arruda
48 9645.5858
Facebook: Super Imperatriz Vôlei
Twitter: @imperatrizvolei

WebRep
Classificação geral

TATÁ AEROPLANO

Terráqueos, Extraterrestres e Extramarinhos!
 
Quem ainda não baixou o disco segue o site para pegar o bichinho gratuitamente!
http://www.tataaeroplano.com.br

http://www.tataaeroplano.com.br


 Vynil, Compacto e Cd o caminho é por aqui: http://www.tataaeroplano.com/site/compre/


Próximas Aventuras


 

 Dia  04 de Novembro– 19h – Domingo – Satyrianas – Espaço VISUMIX
Show Canibaile – Músicas para Dionísio
Praça Roosevelt – Gratuíto
O show reunirá dentro da Instalação VISUMIX e seguindo o conceito Canibaile “Músicas para Dionísio”: Leo Cavalcanti,  Alzira E, Andreia Dias, Bárbara Eugênia, Tatá Aeroplano, Peri Pane, Meno Del Picchia, Zé Pi, Gustavo Souza e Fernando TRZ.
Performance Live Image Bijari
 

Dia  10 de Novembro – 21h - Sábado - SESC Ipiranga
Show do Cérebro Eletrônico e da Trupe Chá de Boldo
R$ 16,00 (aceita meia entrada)
Rua Bom Pastor, 822
Maiores Informações
 
 
Dia  11 de Novembro – 19h - Domingo - SESC Ipiranga
Show do Cérebro Eletrônico e da Trupe Chá de Boldo
R$ 16,00 (aceita meia entrada)
Rua Bom Pastor, 822
Maiores Informações
 
 
Dia  12 de Novembro – Segunda – 2h00
Discoteco no D-edge – Noite On The Rocks com o Gunter
R$ 40,00
Alameda Olga, 170
Tel: 3666 - 9022
 
 
Dia  14 de Novembro – Quarta – 19h30 -  SESC Santana
Internet Livre - Gratuíto
Atividade “Musicast” com Tatá Aeroplano
Um bate papo sobre a divulgação da música nos meios digitais
 

Dia 16 de Novembro – Sexta – 20h30
Auditório do SESC Vila Mariana 
40 anos de Bloco na Rua
R$12,00 (aceita meia entrada)
Show do disco “Eu Quero Botar Meu Bloco na Rua”  do músico e compositor Sérgio Sampaio
Banda formada por: Juliano Gauche, Gustavo Galo, Gustavo Cabelo, Zé Pi, Meno Del Picchia, Tatá Aeroplano e Gustavo Souza
 
 
Dia 24 de Novembro – Sábado – 17h00
Sesc Consolação – Área de Convivência – Gratuíto
Participo do show do músico e compositor Juli Manzi
Maiores Informações
 

Dia  01 de Dezembro – 21h - Sábado – Cataguases – MG
Show do disco Tatá Aeroplano
Com Junior Boca,  Bruno Buarque, Dustan Gallas, Dj Marco e Tatá Aeroplano
Projeto Usina Cultural
Anfiteatro Ivan Muller Botelho
http://www.tataaeroplano.com/site/shows/
 
 
 
Tatá Aeroplano 45.334 pés de altura escutando T-Rex e The Traveling Wilburys