sexta-feira, 9 de novembro de 2012
ALAORPOETA
MÁRCIA
Ainda escalo castelos
imaginados
e me faço Romeu
por que eu?
Nossos beijos têm o mesmo
gosto primeiro
a viajar nas rugas falsas
do calendário
que tempo?
Morreram as flores
do canteiro que a amei
a blusa salmão que mágico
fiz virar pele morena
maduraram nossos filhos
para a vida comer
na eterna fila do adeus...
mas basta o próximo
abraço
eis a verdade
na amêndoa cor de seus olhos
o renascimento
do amor
que
(inclusive)
tem seu nome.
Alaor Tristante Júnior
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
EUGENIO THEREZA
HISTÓRIA DA VIDA CULTURAL DE ARAÇATUBA CAP. 10
UM 14 BÍS PIORADO
Eugênio Thereza é músico, nasceu em Pereira Barretos/SP,mas vive em Araçatuba há décadas, fez parte da saudosa banda de MPB "TRILHOS URBANOS", no final dos anos 70 até meados dos 80. Eu me lembro de ter visto esse grupo tocando no antigo teatro INTEC,aí por volta de 1980 -naquela ocasião, o INTEC fazia divisa com a linha férrea. Eugênio, ficou conhecido como "Zé Eugênio", um músico autodidata, um moço branco,esguio, dedicado, batalhador, violeiro e violonista. Reside na rua NILO PEÇANHA, numa casa amarela ,com sua adorável esposa ANGELA.Fico sabendo que Eugênio tocou em sampa, e no ABC paulista, sabe me dizer quem é realmente gente confiável em Araçatuba/SP. O clima cultural em nosso tempo é uma espécie de 14 bís bem piorado. Eugênio sobreviveu ao cenário bovino que infesta o país. Alguns amigos nossos já residem no céu, todos sem o devido reconhecimento, porém, inesquecíveis entre artístas pelo país a fora. Eugênio se apresenta para os amigos ultimamente, no extinto Araçatuba Clube. Em seu rosto, reconheço o espírito do inconformismo, do artista vencedor, combativo, corajoso, avesso á musiquinha besta, avesso á nossa época decadente. Ser artista é ser resistente, eterno opositor, é preciso ir em lugares e tempos ainda não descobertos pela massa disforme. Suco de pêssegos para dois.
As década se passsam, mas não perdemos o verniz revolucionário, o gosto pela música de estampa fina. Chega de artistazinhos medíocres, chega de repressão via TV! Estamos caminhando sobre o campo minado, numa época improdutiva, pérfida, padronizada pela estupidez massacrante. Pasolini tinha horror á televisão italiana vexatóriamente colonizada; hoje, tudo é politicamente correto - ou seja, tudo é um horror, uma hipocrisia interminável - mas para o artista de gênio, o que sobrevive é ousadia, a transgressão contínua! O resto é conversa pra boi dormir!. Retiro-me da casa do artista EUGÊNIO THEREZA, certo de que ainda há esperança, ainda há pessoas decentes, artistas sensíveis, singelos, e honestos. Ele é fiel aos eu estilo de música, tornou-se uma jóia rara no contexto, dedilha chorinhos, marchas e coisas que não se ouvem mais neste país sem memória.
everi rudinei carrara - editor do site telescopio.vze.com,músico profissional, advogado. membro da academia poetas del mundo. TELA: claude verlinde
UM 14 BÍS PIORADO
Eugênio Thereza é músico, nasceu em Pereira Barretos/SP,mas vive em Araçatuba há décadas, fez parte da saudosa banda de MPB "TRILHOS URBANOS", no final dos anos 70 até meados dos 80. Eu me lembro de ter visto esse grupo tocando no antigo teatro INTEC,aí por volta de 1980 -naquela ocasião, o INTEC fazia divisa com a linha férrea. Eugênio, ficou conhecido como "Zé Eugênio", um músico autodidata, um moço branco,esguio, dedicado, batalhador, violeiro e violonista. Reside na rua NILO PEÇANHA, numa casa amarela ,com sua adorável esposa ANGELA.Fico sabendo que Eugênio tocou em sampa, e no ABC paulista, sabe me dizer quem é realmente gente confiável em Araçatuba/SP. O clima cultural em nosso tempo é uma espécie de 14 bís bem piorado. Eugênio sobreviveu ao cenário bovino que infesta o país. Alguns amigos nossos já residem no céu, todos sem o devido reconhecimento, porém, inesquecíveis entre artístas pelo país a fora. Eugênio se apresenta para os amigos ultimamente, no extinto Araçatuba Clube. Em seu rosto, reconheço o espírito do inconformismo, do artista vencedor, combativo, corajoso, avesso á musiquinha besta, avesso á nossa época decadente. Ser artista é ser resistente, eterno opositor, é preciso ir em lugares e tempos ainda não descobertos pela massa disforme. Suco de pêssegos para dois.
As década se passsam, mas não perdemos o verniz revolucionário, o gosto pela música de estampa fina. Chega de artistazinhos medíocres, chega de repressão via TV! Estamos caminhando sobre o campo minado, numa época improdutiva, pérfida, padronizada pela estupidez massacrante. Pasolini tinha horror á televisão italiana vexatóriamente colonizada; hoje, tudo é politicamente correto - ou seja, tudo é um horror, uma hipocrisia interminável - mas para o artista de gênio, o que sobrevive é ousadia, a transgressão contínua! O resto é conversa pra boi dormir!. Retiro-me da casa do artista EUGÊNIO THEREZA, certo de que ainda há esperança, ainda há pessoas decentes, artistas sensíveis, singelos, e honestos. Ele é fiel aos eu estilo de música, tornou-se uma jóia rara no contexto, dedilha chorinhos, marchas e coisas que não se ouvem mais neste país sem memória.
everi rudinei carrara - editor do site telescopio.vze.com,músico profissional, advogado. membro da academia poetas del mundo. TELA: claude verlinde
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
LÊDA MELLO
AMAR A PESSOA ERRADA
Escuto com relativa frequência a
frase "Amei a pessoa
errada".
Todos nós temos, pelo menos, uma história de amor "que não deu certo" e, então, dizemos haver amado a pessoa errada. Este pensamento acaba fustigando o amor com sentimentos negativos, e sofremos. Sofremos com o amargor da rejeição, com a tristeza pela ausência, com o que consideramos ser uma insensibilidade para com os nossos sentimentos e, sobretudo, sofremos a dor da "perda", esquecendo de todas as coisas boas que essa história de amor nos proporcionou.
Claro que o fim de uma relação sempre é uma situação dolorosa para ambas ou para uma das partes! Não gostamos de perder nem mesmo um simples objeto, quanto mais a pessoa que amamos. Quando um amor não dá certo, tendemos a nos fixar nos aspectos negativos da perda e quanto mais alimentamos a dor, mais o sofrimento se aprofunda.
Ora, nós só perdemos o que possuímos. Possuímos uma jóia, uma casa, uma roupa, mas jamais possuiremos uma pessoa. O sentimento de posse acaba por gerar expectativas a respeito do outro, o que é muito difícil de ser correspondido. Ninguém veio a este planeta para satisfazer a vontade do outro, para se moldar dentro do desejo do outro. Cada um de nós é um ser único e, desta forma, cada um possui o seu próprio universo. Quando esperamos que as nossas realizações se façam através do outro, fatalmente somos malsucedidos, inclusive nos relacionamentos.
Se, ao invés de nos voltarmos para os aspectos negativos, abrirmos nosso espírito para o lado positivo da situação, tudo toma uma nova dimensão. Nenhum encontro é sem sentido. Cada encontro é uma nova oportunidade de crescimento. Deixando de lado as lamentações e começando a busca pelo que o outro nos proporcionou, certamente agradeceremos pelo encontro. Aqui, aprendemos lições de paciência, acolá, lições de coragem, humildade, desprendimento, generosidade, perdão, serenidade, equilíbrio e tantos outros aprendizados. No entanto, o maior deles é mesmo o aprendizado de amor.
Quando nos voltamos para o lado positivo de um encontro de amor vemos que pouco ou nenhum espaço resta para os sentimentos negativos. Ainda que a história de amor não termine como terminam os contos de fadas, ainda assim amamos a pessoa certa, na hora certa e só precisamos agradecer a Deus pela oportunidade que aquele encontro nos proporcionou de agregarmos bens ao tesouro das nossas experiências de vida. Assim, o amor deixa de ser uma batalha de egos, para se expressar no seu verdadeiro significado: o maior e mais perfeito sentimento que o ser humano experimenta e vivencia.
Todos nós temos, pelo menos, uma história de amor "que não deu certo" e, então, dizemos haver amado a pessoa errada. Este pensamento acaba fustigando o amor com sentimentos negativos, e sofremos. Sofremos com o amargor da rejeição, com a tristeza pela ausência, com o que consideramos ser uma insensibilidade para com os nossos sentimentos e, sobretudo, sofremos a dor da "perda", esquecendo de todas as coisas boas que essa história de amor nos proporcionou.
Claro que o fim de uma relação sempre é uma situação dolorosa para ambas ou para uma das partes! Não gostamos de perder nem mesmo um simples objeto, quanto mais a pessoa que amamos. Quando um amor não dá certo, tendemos a nos fixar nos aspectos negativos da perda e quanto mais alimentamos a dor, mais o sofrimento se aprofunda.
Ora, nós só perdemos o que possuímos. Possuímos uma jóia, uma casa, uma roupa, mas jamais possuiremos uma pessoa. O sentimento de posse acaba por gerar expectativas a respeito do outro, o que é muito difícil de ser correspondido. Ninguém veio a este planeta para satisfazer a vontade do outro, para se moldar dentro do desejo do outro. Cada um de nós é um ser único e, desta forma, cada um possui o seu próprio universo. Quando esperamos que as nossas realizações se façam através do outro, fatalmente somos malsucedidos, inclusive nos relacionamentos.
Se, ao invés de nos voltarmos para os aspectos negativos, abrirmos nosso espírito para o lado positivo da situação, tudo toma uma nova dimensão. Nenhum encontro é sem sentido. Cada encontro é uma nova oportunidade de crescimento. Deixando de lado as lamentações e começando a busca pelo que o outro nos proporcionou, certamente agradeceremos pelo encontro. Aqui, aprendemos lições de paciência, acolá, lições de coragem, humildade, desprendimento, generosidade, perdão, serenidade, equilíbrio e tantos outros aprendizados. No entanto, o maior deles é mesmo o aprendizado de amor.
Quando nos voltamos para o lado positivo de um encontro de amor vemos que pouco ou nenhum espaço resta para os sentimentos negativos. Ainda que a história de amor não termine como terminam os contos de fadas, ainda assim amamos a pessoa certa, na hora certa e só precisamos agradecer a Deus pela oportunidade que aquele encontro nos proporcionou de agregarmos bens ao tesouro das nossas experiências de vida. Assim, o amor deixa de ser uma batalha de egos, para se expressar no seu verdadeiro significado: o maior e mais perfeito sentimento que o ser humano experimenta e vivencia.
Lêda Yara Motta Mello
Terapeuta Holística
#
# #
Arte final por
Lêda Yara
LIVROS/LANÇAMENTO
Gente
Estou passando a informação abaixo sobre o lançamento e no anexo o convite oficial também.
Um abraço e sua presença será uma satisfação
Wladyr
Na http://www.escritablog.
você encontra hoje:
Wladyr Nader lança sexta-feira, dia 9/11,
das 19 às 22h, a coletânea de contos
"O Tamanho do Estrago". Local:
Livraria Martins Fontes, av. Paulista, 509,
fone 2167-9900. Em São Paulo.
O volume tem 96 pgs. e custa R$ 25,00.
Convênio com estacionamento: rua Manoel da Nóbrega,
88 ou 95. Serviço de manobrista: no no. 95. Primeira
hora gratuita nas compras até R$ 10,00.
Veja também:
sábado, 3 de novembro de 2012
VENEDICKT EROFEEV
Venedikt Erofeev, um bebum genial
Eu morava em Moscou e trabalhava na
Rádio Central, onde fazia locução de programas para os países de língua
portuguesa. 1990 era um ano complicado na vida soviética, um revirar
constante de situações, notícias escabrosas vindo à luz, homossexuais
saindo dos guetos, ciganos surgindo dos porões, agenciadores de
prostitutas antenados às portas dos hotéis e estações ferroviárias. E
enquanto alguns autores também vinham à luz, com seus livros reeditados
ou editados pela primeira vez, algumas vozes se calavam. Naquele ano
morria um escritor marginalizado, esquecido propositalmente, de uma
força descomunal e que, a exemplo do cantor Vladmir Visotski, sua obra
era escondida nas gavetas de muitos dos poderosos do Kremlin. Não podiam
admitir, mas muitos desses o admiravam. Eu preciva noticiar seu
desaparecimento. Não pude.
Quem é esse escritor marginalizado e perseguido pelo sistema soviético? Certamente aqui no Brasil ninguém, ou quase ninguém sabe de sua existência.
Venedikt Erofeev (Венедикт Васильевич Ерофеев; 24 Outubro 1938) era uma personalidade lendária. Em 1970 editou em dois exemplares datilografados sua novela Moscou-Petuchki (Москва – Петушки), que em poucas semanas circulou por toda Moscou, varou regiões indevassáveis, penetrou fronteira a fora.
Dele
falava-se constantemente, mas pouco o conheciam realmente, mesmo porque
ele sequer gostava de qualquer popularidade, principalmente de
paparicos. E como vivia? Como conseguia tempo para escrever? Trabalhava
permanentemente. Nas obras em que trabalhava, quando escrevia, deitado
no beliche de um vagão que servia de moradia para construtores civis,
chegavam perto dele e perguntavam: “O que escreves? Por acaso queres
entrar para a Academia? Seja como for, bem sabes que não conseguirás.
Melhor encher a cara de vodca, aqui conosco.”
Filho de
“inimigo do povo”, nascido na região de Murmansk, depois do curso
secundário mudou-se para Moscou onde tentou uma vaga na Universidade.
Conseguiu-a, mas um ano e meio depois era excluído por não freqüentar as
aulas de “Preparação Militar”. A partir daí (1957), trabalhou nas mais
diferentes funções: carregador numa loja de produtos alimentícios,
ajudante de obras na construção civil, guarda, sondador-perfurador
geológico, bibliotecário, e vai por aí. Mas o único trabalho que
realmente agradou-lhe foi o de ajudante numa expedição parasitológica,
na estepe Golodnaia (estepe da Fome), no Uzbequistão, e o de ajudante de
laboratório de pesquisa científica para a luta contra insetos voadores e
sanguessugas, no Tadjiquistão.
Começou a escrever a partir dos cinco anos. Sua primeira obra digna de nota são os Escritos de um psicopata, iniciados aos 17 anos. É a mais volumosa e absurda dentre tudo o que escreveu. Em 1962 Boa Nova,
obra que alguns “especialistas” consideraram uma “confusa tentativa de
criar um Evangelho do Existencialismo Russo”, tal como Nietzche, “virado
do avesso”. Escreveu vários artigos sobre os noruegueses Hamsun e
Byerson, assim como acerca dos dramas da última fase de Avicena. Todos
eles foram recusados pelos editores porque eram “metodologicamente
horripilantes”.
Nos
últimos anos, tudo o que escrevia ia se acumulando em dezenas de
cadernos e grossos manuscritos. Sua doença (câncer na garganta),
revelada em 1985, adiou indefinidamente a concretização de seus planos.
Foi
submetido a duas complicadas cirurgias, recebia uma mísera pensão por
invalidez. Até os 50 anos, nem em sonhos poderia pensar em seu
reconhecimento como escritor. Reclamava que rebaixaram seu grau de
invalidez. Dos 50 rublos que recebia, passou a receber 26. No atestado
escreveram que “assim e assado”, “pode ter por ocupação uma atividade de
escriturário ou conforme os seus hábitos profissionais”. Mas ele
acabava se conformando: “Pagam-me exatamente tanto quanto minha Pátria
considera necessário.”
Seu
aparecimento diante dos guardiões das regras éticas da escrita, por
certo deixou alguns chocados pelos “mimos” de sua linguagem. Não
reclamava, apenas dizia que os maiores adversários de suas expressões,
tanto na imprensa como na literatura, eram exatamente os que mais as
utilizavam em suas reuniões e plenárias. Tinha idéias para tudo.
Dissertava sobre a embriagues, sobre o sexo, sobre os poderes, sobre as
mulheres. Em seu Moscou-Petuchki, único livro editado, fala das mulheres:
“Eu
era contraditório. Por um lado gostava que elas tivessem aquela
cintura, já que nós não temos cintura nenhuma. Isso provocava em mim...
como dizer? Volúpia? Sim, despertava em mim volúpia. Mas por outro lado,
elas retalharam Marat a navalhadas. Ora, Marat era incorruptível e não
deveria ter sido retalhado! Só por isto já matava toda a volúpia. Por um
lado, como Karl Marx, eu gostava da fraqueza delas, isto é, elas são
obrigadas a mijar de cócoras, e isso agradava-me, enchia-me... bem, de
quê? De volúpia? Sim, algo assim. Mas por outro lado, foram elas que
dispararam contra Ilitch! Isto
matava novamente a volúpia: podem ficar de cócoras, mas para que
disparar contra Ilitch? Seria ridículo falar de volúpia depois disto.”
Em 1973, Moscou-Petuchki
foi editado em Israel, quatro anos depois na França, RFA, Estados
Unidos, Bélgica, Holanda, Luxemburgo, Polônia, Iugoslávia. Em todos os
países obteve sucesso, mas em Moscou ainda passava despercebido
“oficialmente”.
Perguntado
se se considerava um dissidente, respondia que não, que nunca tivera
nada a ver com a história. Sempre viveu à margem da dissidência. A
antimusicalidade dos dissidentes afastava-o, suas vozes não criavam
harmonia.
Venedikt
morreu. E quase não se noticiou. Quando propus. na Rádio Central, dizer
uma notinha rápida sobre Erofeev, Pugachov, o editor, alertou-me. Não
era salutar, não devia atiçar um fogo em vias de se apagar.
“E se eu morrer um dia – e morrerei brevemente -- sei que morro sem ter aceitado este mundo,. Tê-lo-ei aprendido de perto e de longe, por fora e por dentro, mas morro sem o ter aceitado.
Morrerei e Ele perguntar-me-á: “Gostaste de viver por lá? Foi bom ou o
quê?”. Eu ficarei em silêncio, de olhos baixos. Essa mudez é conhecida
pó todos os que sabem o que acontece quando se sai de uma bebedeira
duradoura e pesada. Não é a vida de um homem uma momentânea bebedeira da
alma? Todos nós vivemos como que embriagados, só que cada a seu modo:
uns bebem muito, outros bebem menos. E o efeito é diferente em cada um:
um ri-se nas barbas deste mundo, outro chora ao peito do mundo. Uns já
vomitaram e sentem-se melhor, mas outros só agora começam a ter vômitos.
E eu, o que sou? Já provei muitas coisas mas nenhuma deu resultado. nem
sequer me ri pra valer uma única vez, nem sequer vomitei uma única vez.
Eu, que experimentei tanto neste mundo, tanto que já perdi a conta e a
seqüência, estou mais sóbrio do que ninguém; só que já não me faz nenhum
efeito... “Porque estás mudo? – pergunta-me Deus, envolto em relâmpagos
azulados. O que responder? Continuarei assim, calado, calado...”
Espero que lá no alto Venedikt Erofeev tenha resolvido falar, para alegria de anjos e santos.
PS. Traduzi o seu Moscou-Petuchki. Cadê editor?
fonte: LUIS AVELIMA
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
SUPER IMPERATRIZ /VÔLEI
CAMPEONATO ESTADUAL 2012
Super Imperatriz busca hexa para Florianópolis no Vôlei
O Super Imperatriz Vôlei entra em quadra nesta 6ª feira (2/11), às 20h, no ginásio do Capoeirão, para o primeiro jogo contra a equipe de Chapecó, na melhor de três da final do Campeonato Estadual 2012. Depois de conquistar em setembro a terceira colocação na II Copa Volta Redonda, no Rio de Janeiro, e o vice-campeonato do World Challenge Cup, disputado na cidade de Mar Del Plata, na Argentina, a equipe de Florianópolis busca o seu primeiro título na temporada.
Segundo o técnico Douglas Chiarotti a evolução gradativa faz parte da preparação. “Os treinamentos estão intensos e os jogadores entendem que temos de ter um ritmo forte todos os dias independente de vésperas de finais e jogos decisivos. Eessa final é importante para o grupo se firmar e comprovar que o resultado de todo o trabalho pode vir após tanto esforço”, afirma Douglas.
Para o técnico a motivação está presente no cotidiano da equipe. “Sinto todos os atletas dando o seu máximo e muito empenhados para conquistar o primeiro título como Super Imperatriz Vôlei. Nosso objetivo principal sempre é a Superliga e os Estaduais fazem parte do calendário, porque é uma pena ainda não termos um Estadual forte aqui em Santa Catarina, mas com certeza essa final nos ajudará também no entrosamento e ritmo de jogo para começar bem a Superliga”, destacou o técnico, que terá o primeiro compromisso nacional da temporada no próximo dia 24, em Canoas/RS.
A final do Campeonato Estadual contra o time de Chapecó no próximo final de semana será disputada numa série de melhor de três. Os jogos de 6ª feira (2/11) e sábado (3/11), acontecerão às 20h, no ginásio do Capoeirão. Caso necessite do desempate, a grande final será realizada no domingo (4/11), às 11h. A entrada é franca, mas os torcedores podem retirar os ingressos antecipadamente para concorrer a prêmios numa das 15 lojas dos Supermercados Imperatriz, a partir de 6ª feira (2/11). O jogo também será transmitido via internet e poderá ser acessado através do site da Federação Catarinense de Voleibol: www.voleibol-sc.com.br.
SUPER IMPERATRIZ VÔLEIAssessoria de Imprensa
Marcilênio Arruda
48 9645.5858
Facebook: Super Imperatriz Vôlei
Twitter: @imperatrizvolei
Super Imperatriz busca hexa para Florianópolis no Vôlei
O Super Imperatriz Vôlei entra em quadra nesta 6ª feira (2/11), às 20h, no ginásio do Capoeirão, para o primeiro jogo contra a equipe de Chapecó, na melhor de três da final do Campeonato Estadual 2012. Depois de conquistar em setembro a terceira colocação na II Copa Volta Redonda, no Rio de Janeiro, e o vice-campeonato do World Challenge Cup, disputado na cidade de Mar Del Plata, na Argentina, a equipe de Florianópolis busca o seu primeiro título na temporada.
Segundo o técnico Douglas Chiarotti a evolução gradativa faz parte da preparação. “Os treinamentos estão intensos e os jogadores entendem que temos de ter um ritmo forte todos os dias independente de vésperas de finais e jogos decisivos. Eessa final é importante para o grupo se firmar e comprovar que o resultado de todo o trabalho pode vir após tanto esforço”, afirma Douglas.
Para o técnico a motivação está presente no cotidiano da equipe. “Sinto todos os atletas dando o seu máximo e muito empenhados para conquistar o primeiro título como Super Imperatriz Vôlei. Nosso objetivo principal sempre é a Superliga e os Estaduais fazem parte do calendário, porque é uma pena ainda não termos um Estadual forte aqui em Santa Catarina, mas com certeza essa final nos ajudará também no entrosamento e ritmo de jogo para começar bem a Superliga”, destacou o técnico, que terá o primeiro compromisso nacional da temporada no próximo dia 24, em Canoas/RS.
A final do Campeonato Estadual contra o time de Chapecó no próximo final de semana será disputada numa série de melhor de três. Os jogos de 6ª feira (2/11) e sábado (3/11), acontecerão às 20h, no ginásio do Capoeirão. Caso necessite do desempate, a grande final será realizada no domingo (4/11), às 11h. A entrada é franca, mas os torcedores podem retirar os ingressos antecipadamente para concorrer a prêmios numa das 15 lojas dos Supermercados Imperatriz, a partir de 6ª feira (2/11). O jogo também será transmitido via internet e poderá ser acessado através do site da Federação Catarinense de Voleibol: www.voleibol-sc.com.br.
SUPER IMPERATRIZ VÔLEIAssessoria de Imprensa
Marcilênio Arruda
48 9645.5858
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Twitter: @imperatrizvolei
WebRep
Classificação geral
TATÁ AEROPLANO
Terráqueos,
Extraterrestres e Extramarinhos!
Dia 10 de Novembro – 21h - Sábado - SESC Ipiranga
Show do Cérebro Eletrônico e da Trupe Chá de Boldo
Quem ainda não baixou o disco segue o site para pegar o
bichinho gratuitamente!
http://www.tataaeroplano.com. br
http://www.tataaeroplano.com. br
http://www.tataaeroplano.com.
http://www.tataaeroplano.com.
Vynil, Compacto
e Cd o caminho é por aqui: http://www.tataaeroplano.com/ site/compre/
Próximas Aventuras
Dia 04 de Novembro– 19h – Domingo
– Satyrianas – Espaço VISUMIX
Show Canibaile – Músicas para Dionísio
Show Canibaile – Músicas para Dionísio
Praça Roosevelt –
Gratuíto
O show reunirá dentro da Instalação VISUMIX e seguindo o
conceito Canibaile “Músicas para Dionísio”: Leo Cavalcanti, Alzira E, Andreia Dias, Bárbara Eugênia,
Tatá Aeroplano, Peri Pane, Meno Del Picchia, Zé Pi, Gustavo Souza e Fernando
TRZ.
Performance Live Image Bijari
Dia 10 de Novembro – 21h - Sábado - SESC Ipiranga
Show do Cérebro Eletrônico e da Trupe Chá de Boldo
R$ 16,00 (aceita meia
entrada)
Rua Bom Pastor, 822
Rua Bom Pastor, 822
Maiores Informações
Dia 11 de Novembro – 19h - Domingo - SESC
Ipiranga
Show do Cérebro Eletrônico e da Trupe Chá de Boldo
Show do Cérebro Eletrônico e da Trupe Chá de Boldo
R$ 16,00 (aceita meia
entrada)
Rua Bom Pastor, 822
Rua Bom Pastor, 822
Maiores Informações
Dia 12 de Novembro – Segunda – 2h00
Discoteco no D-edge – Noite On The Rocks com o Gunter
Discoteco no D-edge – Noite On The Rocks com o Gunter
R$ 40,00
Alameda Olga, 170
Tel: 3666 - 9022
Dia 14 de Novembro – Quarta – 19h30 - SESC Santana
Internet Livre - Gratuíto
Atividade “Musicast” com Tatá Aeroplano
Atividade “Musicast” com Tatá Aeroplano
Um bate
papo sobre a divulgação da música nos meios digitais
Dia 16 de Novembro –
Sexta – 20h30
Auditório do SESC Vila
Mariana
40 anos de Bloco na
Rua
R$12,00 (aceita meia
entrada)
Show do disco “Eu Quero Botar Meu Bloco na Rua” do músico e compositor Sérgio Sampaio
Banda formada por: Juliano Gauche, Gustavo Galo, Gustavo
Cabelo, Zé Pi, Meno Del Picchia, Tatá Aeroplano e Gustavo Souza
Dia 24 de Novembro –
Sábado – 17h00
Sesc Consolação – Área
de Convivência – Gratuíto
Participo do show do
músico e compositor Juli Manzi
Maiores Informações
Dia 01 de Dezembro – 21h - Sábado –
Cataguases – MG
Show do disco Tatá Aeroplano
Show do disco Tatá Aeroplano
Com Junior Boca, Bruno Buarque, Dustan Gallas, Dj Marco
e Tatá Aeroplano
Projeto Usina Cultural
Anfiteatro Ivan Muller
Botelho
http://www.tataaeroplano.com/ site/shows/
http://www.tataaeroplano.com/
Tatá
Aeroplano 45.334 pés de altura escutando T-Rex e The Traveling Wilburys
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