sexta-feira, 12 de setembro de 2008

AMY WINEHOUSE


AMY WINEHOUSE
CHAS NEWKEY-BURDEN
Do anonimato à fama caótica . Em comemoração ao aniversário de uma das artistas mais contundentes e polêmicas da atualidade, a Editora Globo e o canal Multishow de televisão lançam o livro Amy Winehouse: biografia. A cantora e compositora inglesa é uma das poucas unanimidades de público e crítica na história da música. Dia 14 de setembro, ela completará apenas 25 anos. Apesar da pouca idade, já produziu dois álbuns extremamente sofisticados – Frank e Back to Black. No primeiro, lançado em 2003, a predominância da sonoridade jazzística faz jus ao título em homenagem a Frank Sinatra. Já no segundo, de 2007, o jazz mistura-se ao soul e recebe vários prêmios, entre eles cinco categorias do Grammy. Além de ter f ascinado os intelectuais da mídia especializada com seu estilo clássico, Amy vendeu milhões de discos no mundo inteiro e conquistou uma legião de fãs. Apesar da voz impressionante e da musicalidade de altíssimo nível, a qualidade artística da cantora inglesa vem sendo ofuscada por problemas pessoais. Em 2007, escândalos, drogas, depressão e bulimia começaram a prejudicar sua performance nos palcos e despertaram o interesse dos tablóides. Depois de Britney Spears, Paris Hilton e Kate Moss, Amy Winehouse é a nova obsessão da imprensa. A biografia escrita pelo jornalista britânico Chas Newkey-Burden nos conta não só dos “pé na jaca” da cantora, mas também da época de anonimato, das influências e das escolas artísticas que a formaram. O livro começa a traçar a história de Amy a partir de sua família. Seus tios tinham uma banda de jazz e seu pai adorava Frank Sinatra, Thelonious Monk e Ella Fitzgerald; “aprendi a cantar ouvindo Ella”, diz Amy na biografia. Com 14 anos, a inglesinha ganhou sua primeira guitarra - uma Fender Stratocaster. Desde então, começou a tocar, compor e cantar. Nesta época, ganhou uma bolsa de estudos na Sylvia Young Theatre School, mas foi convidada a sair por mau comportamento. Mais tarde, ingressou na BRIT Performing Arts & Technology School, mas também não durou muito. Até hoje, ela nunca se adequou à instituição alguma.Com a gravação do segundo disco, a fama caótica tem início. Toda a classe de seu penteado Brigitte Bardot e o charmoso estilo retrô destoam de seu comportamento problemático. No início da carreira, Amy aparecia nos palcos apenas levemente embriagada para amenizar a timidez. Hoje, alguns shows acabam sendo cancelados minutos antes da apresentação ou com a cantora entorpecida ainda no palco. Até seu marido Blake Fielder-Civil ser preso, o casal era freqüentemente registrado em brigas homéricas. Certa vez, o gerente de um hotel que os hospedava chegou a chamar a polícia por causa da gritaria. As autoridades encontraram o casal ensangüentado e com as roupas rasgadas. Um escândalo por dia, magreza, overdose. E quase esquecem da música de Amy Winehouse, uma arte que nunca foi menos do que fantástica.
Ficha técnica:
Título: Amy Winehouse: biografia
Autor: Chas Newkey-Burden
Gênero: Biografia
Número de páginas: 208
Formato: 13, 7 cm x 20,8 cm
Preço: R$19,90
ISBN: 978-85-250-4580-5
Informações:
Verônica Papoula Mendes (assessora de imprensa)
Julie Krauniski (assistente)
E-mail: imprensaglobolivros@edglobo.com.br
Telefones: (11) 3767-7819 / (11) 3767-7863
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Um comentário:

Talma disse...

Não sei que sentimento essa garota faz brotar dentro de mim.Adimiro o talento mas ao mesmo tempo me deixa com muita raiva ve-la dar tão pouca importância à riquesa que tem num mundo como esse nosso tão carente de verdadeiras estrela; não no sentido de exibicionismo, mas como alguém que tem brilho e sabe coloca-lo pra fora. E a cada bebedeira, overdose, agressões físicas, abusos contra o próprio organismo, que afinal é a ferramenta dela pra mostrar ao mundo seu talento, me causa essa revolta. Me causa indgnação os que desistem...que fogem da luta...que entregam os pontos, e pra mim isso é o que ela faz ...tá entregando os pontos, tá se acabando e com tanto talento, tanta riqueza interior, tanta musicalidade pra por pra fora. É como alguém que possuisse um poço de água pura num deserto e ao invés de aproveita-lo pra si e o resto da tribo, escolhe deixar secar, vazar até as águas acabarem...Será uma cobrança muito grande pra ombros frágeis? Se for peço que ela me perdoe, mas não me conformo vê-la se acabando. Algumas pessoas incomodam tanto a mediocridade que são paradas à bala! enquanto outras que poderiam ocupar esses lugares se jogam à frente da bala...e isso dói mais que vê-los parados à bala!!